A utilização cada vez maior de ferramentas de inteligência artificial já revela impactos significativos no ambiente editorial, gerando textos padronizados e, em alguns casos, até mesmo instruções da própria IA aparecendo por engano nos conteúdos. Essa homogeneização representa um risco para a diversidade de informações e a qualidade do jornalismo, tornando essencial a busca por soluções inovadoras. Diante desse cenário, em 02 de setembro de 2026, um projeto desenvolvido no Brasil trouxe uma alternativa para a questão.
Para confrontar essa tendência, um grupo de pesquisadores brasileiros desenvolveu um protocolo de acesso livre, batizado de Código Humanitas. Este recurso pode ser empregado por qualquer indivíduo ao interagir com diferentes plataformas de inteligência artificial, incluindo ChatGPT, Claude ou Gemini. O objetivo é assegurar que as respostas geradas demonstrem mais clareza, pensamento crítico e responsabilidade ética. A elaboração do Código Humanitas visa aprimorar a comunicação com essas tecnologias, garantindo maior domínio sobre os dados produzidos, combatendo a mesmice e incentivando uma utilização mais atenta da IA.
