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Câmera do iPhone 18 Pro traz abertura variável que a Samsung deixou para trás

Câmera do iPhone 18 Pro - Divulgação/Apple
Foto: Câmera do iPhone 18 Pro - Divulgação/Apple
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A Apple incluiu no novo iPhone 18 Pro o mecanismo de abertura variável física na lente da câmera recuperando uma solução que a concorrente Samsung estreou no Galaxy S9 em 2018 e descontinuou nos modelos seguintes.

O dispositivo recém-anunciado expandiu o conceito ao oferecer quatro opções de regulagem entre f/1.8 e f/4 para controlar a entrada de iluminação e a profundidade de campo, superando os antigos Galaxy S9 e Galaxy S10 que alternavam apenas entre f/1.5 e f/2.4. Isso muda o resultado técnico.

A entrada de luz depende diretamente do diâmetro estabelecido pelo diafragma da lente. Uma numeração menor indica maior passagem luminosa no sensor fotográfico. Esse ajuste em f/1.8 beneficia capturas noturnas e gera desfoque natural.

O fechamento do orifício para f/4 reduz a luminosidade absorvida e amplia a zona nítida da imagem, recurso adequado para registrar fotos coletivas e paisagens panorâmicas sem perder detalhes no fundo.

Essa lógica ótica já direcionava os smartphones da concorrente sul-coreana. No modelo lançado em 2018, o patamar f/1.5 atuava na escuridão, enquanto a posição f/2.4 equilibrava a nitidez em dias claros.

Ajuste físico marcou aparelhos da fabricante sul-coreana

Peças mecânicas móveis integravam o módulo traseiro desenvolvido para os modelos antigos da linha Galaxy. O motor interno movia componentes físicos para comutar unicamente entre as duas configurações programadas. O sistema era puramente analógico.

A fabricante sul-coreana manteve a estrutura mecânica no Galaxy S10, mas cancelou o recurso a partir do lançamento do Galaxy S20. Os celulares seguintes priorizaram captação por sensores ampliados, arranjo com várias lentes e algoritmos de processamento para gerenciar exposição e alcance dinâmico.

Embora a empresa nunca tenha detalhado o encerramento do componente, módulos com lâminas físicas aumentam custos de montagem, exigem espaço interno no telefone e foram gradualmente substituídos por comandos de fotografia computacional capazes de simular o efeito.

Mecanismo com seis lâminas amplia posições na lente

O projeto estrutural do iPhone 18 Pro emprega um rotor exclusivo acoplado a seis lâminas móveis que mudam a abertura física do vidro em quatro posições distintas. A mecânica atual dispensa a escolha binária anterior.

Com essa flexibilidade, o equipamento equilibra a nitidez da foto e o volume de luz recebido pelo sensor fotográfico de acordo com a exigência de cada ambiente. Aberturas menores aumentam o plano focal. Aberturas maiores priorizam o fundo desfocado. Trata-se de física pura.

O comando mecânico de abertura segue como peça indispensável na fotografia profissional com câmeras dedicadas. Sensores de celulares operam sob limitações de espaço físico, mas o diafragma mecânico gera um desfoque óptico genuíno que o pós-processamento digital ainda falha em reproduzir de maneira uniforme em determinadas cenas.

A Apple integrou o mecanismo móvel de lâminas aos seus novos algoritmos de imagem para expandir a ideia iniciada pela Samsung anos atrás.

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