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Parlamentar defende pena de morte pública para Lindsay Clancy

Lindsay Clancy
Lindsay Clancy - Reprodução

A deputada republicana Nancy Mace, representante da Carolina do Sul, defendeu em 14 de setembro de 2026 que Lindsay Clancy seja punida com morte diante da população nos Estados Unidos. A parlamentar classificou a punição como um alerta para que outras mulheres não matem seus próprios filhos.

Em declaração concedida em 14 de setembro de 2026, a deputada de 48 anos e mãe de duas crianças afirmou que “os filhos dela estão mortos” e que a ré também deveria morrer.

Lindsay Clancy pode enfrentar um novo julgamento pelo assassinato dos três filhos após o júri anterior não alcançar consenso. Nancy Mace declarou que a acusada não merece clemência. A congressista disse: “Ela deveria receber a pena de morte. Deveria ser em praça pública. Deveria ser uma execução pública.”

A parlamentar afirmou que aceitaria tanto a cadeira elétrica quanto o pelotão de fuzilamento para aplicar a penalidade. Nancy Mace definiu a ré como uma assassina em série.

Nancy Mace - Reprodução/ Instagram
Nancy Mace – Reprodução/ Instagram

O processo judicial sobre as mortes ocorridas em 2023 foi anulado formalmente em 4 de setembro de 2026 devido à falta de unanimidade. A legislação dos Estados Unidos exige concordância total dos jurados em julgamentos de crimes graves. Essa exigência jurídica vigora nos tribunais federais e em todos os 50 estados norte-americanos.

A equipe de defesa sustentou a tese de insanidade mental para buscar a absolvição, obtendo o voto favorável de 11 jurados contra apenas um membro dissidente.

Os jurados tinham autorização para deliberar sobre homicídio em primeiro grau, homicídio em segundo grau ou homicídio culposo. A condenação pelo crime mais severo resultaria em prisão perpétua sem chance de liberdade condicional. Caso o júri aceitasse de maneira unânime o pedido de absolvição baseado no quadro de insanidade mental, a determinação judicial encaminharia a acusada para internação compulsória em uma instituição psiquiátrica de segurança máxima sem prazo definido para liberação. Penas brandas permitiriam progressão de regime no futuro.

O magistrado decretou a anulação da sessão após 38 horas de deliberações em Plymouth, no estado de Massachusetts. O júri não atingiu consenso. Os jurados enviaram documento formal afirmando que, “com o coração pesado”, não chegaram a uma decisão unânime.

Os advogados de Lindsay Clancy sustentam que a cliente sofreu um episódio severo de psicose pós-parto durante o crime de 2023. O processo desencadeou debates nos Estados Unidos sobre o suporte psiquiátrico oferecido a mães durante o período puerperal.

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