Barueri tem aluguel médio de 72 reais por metro quadrado
O município paulista de Barueri registrou o aluguel residencial médio de 72 reais por metro quadrado em julho de 2026, ocupando a liderança nacional da apuração do Índice FipeZAP calculada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas em parceria com o Grupo OLX. A capital paulista ficou no segundo lugar geral com o valor de 65,18 reais pelo mesmo espaço.
Os dados integram pesquisa oficial.
Na sequência do levantamento aparecem as cidades de Recife com 64,71 reais por metro quadrado e Belém com a marca de 62,65 reais mensais. Florianópolis computou o custo médio de 60,84 reais por metro quadrado nas locações residenciais monitoradas pelo indicador. O Rio de Janeiro anotou 60,80 reais por metro quadrado no encerramento do período.
Município paulista de Barueri lidera levantamento imobiliário
A cidade de São Paulo registrou elevação de 0,31% nos preços das locações no mês de julho de 2026. O avanço acumulado na capital paulista alcançou 3,97% nos primeiros sete meses do ano e 5,53% no acumulado de doze meses.
Santos e Campinas figuram na lista paulista com marcas de 59,97 reais e 55,52 reais por metro quadrado.
Valores médios cobrados nas dez localidades do topo da lista
- Barueri: R$ 72 por m²
- São Paulo: R$ 65,18 por m²
- Recife: R$ 64,71 por m²
- Belém: R$ 62,65 por m²
- Florianópolis: R$ 60,84 por m²
- Rio de Janeiro: R$ 60,80 por m²
- Santos: R$ 59,97 por m²
- São Luís: R$ 57,73 por m²
- Maceió: R$ 56,20 por m²
- Campinas: R$ 55,52 por m²
A capital maranhense de São Luís alcançou o valor de 57,73 reais por metro quadrado nas apurações imobiliárias. Maceió registrou 56,20 reais por metro quadrado no encerramento da contagem mensal. As dez posições concentram as cidades com as despesas locatícias mais elevadas do mapeamento imobiliário nacional.
Bairros da capital paulista registram locações próximas de cem reais
O bairro de Pinheiros teve o aluguel mais alto da capital paulista ao computar 99 reais por metro quadrado ao mês. O Itaim Bibi anotou 94 reais por metro quadrado, seguido por Moema com 84 reais, Jardins com 82 reais e Paraíso com 82 reais.
Em Recife, os bairros de Pina e Parnamirim atingiram 76 reais e 68 reais por metro quadrado, respectivamente.
Em Belém, as áreas de Jurunas e Batista Campos registraram médias de 73 reais e 69 reais por metro quadrado. Em Florianópolis, os bairros Agronômica com 66 reais, Centro com 63 reais e Trindade com 63 reais registraram valores próximos da média municipal.
Economista aponta procura por imóveis compactos como motor da alta
O Índice FipeZAP avançou 0,7% em julho de 2026, desacelerando em relação ao índice de 0,81% aferido no mês de junho. O indicador superou a variação do IPCA apurado pelo IBGE de 0,07% e o IGP-M calculado pela Fundação Getulio Vargas de deflação de 1,16%. No recorte de doze meses, o índice geral registrou alta de 9,28%, com ampliação de 10,21% nas unidades de dois dormitórios.
A economista do Grupo OLX, Mariangela Silva, explicou as razões para o avanço dos preços nos imóveis menores. “A valorização mais acentuada em imóveis menores é explicada pelo ‘prêmio da compactação’.” “De modo geral, imóveis compactos localizados em áreas urbanas valorizadas e com boa infraestrutura têm um custo final mais acessível, atraindo uma demanda maior.” “Soma-se a isso a mudança social, com mais lares unipessoais, o que impulsiona o aumento de preços dessa tipologia — ainda que a intensidade dessa dinâmica varie de acordo com o perfil e particularidades de cada cidade”, disse a economista.
No acumulado dos primeiros sete meses de 2026, o aluguel residencial acumula alta de 5,97%, superando o índice de 3,44% do IPCA e a taxa de 2,08% do IGP-M na mesma janela temporal.





