The Witcher 3: Wild Hunt ganha versão Remastered gratuita com expansões

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The Witcher 3 Remastered - reprodução Foto: The Witcher 3 Remastered - reprodução

A CD Projekt Red lançou The Witcher 3: Wild Hunt — Remastered nesta terça-feira (29), disponibilizando a atualização como um arquivo sem custo para quem já possui qualquer edição anterior do jogo. A medida transforma o RPG lançado em maio de 2015 em um novo padrão técnico unificado e garante acesso definitivo às expansões Hearts of Stone e Blood and Wine para todos os proprietários do título original.

A nova edição estreou simultaneamente para computador nos serviços GOG, Steam e Epic Games Store, além dos consoles PlayStation 5 e Xbox Series X|S. A desenvolvedora polonesa também colocou o game no Nintendo Switch 2 de forma nativa e iniciou a distribuição no aplicativo Battle.net por meio de um acordo comercial firmado com a Blizzard Entertainment.

Preços, plataformas e requisitos do download de The Witcher 3

The Witcher 3 Remastered - reprodução
Foto: The Witcher 3 Remastered – reprodução
  • Data e horário do lançamento global: terça-feira, 29 de setembro de 2026, às 09h45 pelo horário de Brasília
  • Sede da desenvolvedora responsável: Varsóvia, Polônia
  • Espaço mínimo exigido em disco: 45 GB para a instalação dos arquivos
  • Preço promocional inicial: R$ 80 nas lojas digitais de computador, PlayStation 5 e Xbox Series X|S
  • Preço na loja do Nintendo Switch: R$ 199, sem aplicação de abatimento promocional
  • Desconto para novas compras: 50% nas plataformas selecionadas durante a janela de estreia

Para os consumidores que ainda não possuem o título em suas bibliotecas, a CD Projekt Red aplicou um desconto temporário de 50% na compra digital em computadores, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, reduzindo o valor de entrada para R$ 80. No ecossistema dos consoles da Nintendo, o valor permaneceu fixado na tabela cheia de R$ 199, sem a incidência de reduções no catálogo de lançamento.

Mudanças técnicas e desempenho gráfico no The Witcher 3 Remastered

No computador, o jogo recebeu a implementação de Path Tracing e compatibilidade direta com ferramentas de reconstrução de imagem, reunindo NVIDIA DLSS 4.5, AMD FSR 4 e Intel XeSS 2.0. A arquitetura gráfica foi transferida para DirectX 12 com renderização em multithreading, acompanhada pelo recurso Ray-Traced HairWorks para detalhamento de pelos e cabelos, além de aprimoramentos em iluminação global por oclusão ambiental e reflexos no espaço de tela.

Nos consoles de mesa da Sony e da Microsoft, a meta de desempenho nos modos visuais com Ray Tracing foi ajustada para atingir 60 FPS com estabilidade visual. O PlayStation 5 Pro recebeu suporte direto ao PlayStation Spectral Super Resolution, tecnologia proprietária de reconstrução de imagem da fabricante, operando em conjunto com taxa de atualização variável em painéis compatíveis com taxas de quadros destravadas que chegam a 90 FPS no modo de alto rendimento.

A versão desenvolvida para o Nintendo Switch 2 incorpora esquemas de manuseio adaptados ao hardware, como controle por gestos nos Joy-Con 2 para lançamento de Sinais e consumo de poções, giroscópio para mirar armas de longo alcance e suporte à tela sensível ao toque para gerenciar cartas no minijogo Gwent. A experiência no dispositivo portátil também utiliza a tecnologia de vibração HD Rumble e oferece taxa de atualização variável com alcance dinâmico de cores.

Sistema de habilidades reformulado e acessibilidade em The Witcher 3

A progressão do protagonista Geralt de Rívia passou por uma revisão estrutural completa com a substituição do arranjo anterior por um formato de árvore clássica, dividida em três níveis por competência. Devido à alteração no balanceamento dos talentos de combate, magia e alquimia, a CD Projekt Red reiniciou integralmente os pontos de atributos atribuídos em jogos salvos anteriores, exigindo que os jogadores redistribuam os pontos acumulados logo após a instalação do pacote.

Entre os recursos de usabilidade, a produtora inseriu a função Bard’s Ballad, voltada a amenizar a exigência de atenção contínua durante as sessões de exploração no mapa aberto. A desenvolvedora comunicou oficialmente que o recurso “foi projetado para diminuir a carga cognitiva de jogadores que enfrentam fadiga mental ou dificuldades de concentração”, em tradução livre das diretrizes técnicas divulgadas pela equipe de desenvolvimento.

“Nós basicamente queríamos que jogadores que estão cansados, ou que estão ficando sem atenção, pudessem vivenciar o jogo, acompanhar a história e mergulhar no mundo”, afirmou Karolina Niewęgłowska, Diretora de Player Experience e Safety da CD Projekt Red, em declaração traduzida sobre o objetivo da nova configuração de acessibilidade. A modalidade permite ligar regeneração constante de vida, respiração submarina sem restrição, capacidade infinita para carregar itens no inventário e eliminação do desgaste mecânico em armas, armaduras e barcos.

Histórico de vendas e nova expansão anunciada para 2027

A reestruturação técnica ocorre após The Witcher 3: Wild Hunt acumular mais de 60 milhões de unidades vendidas em escala global desde a sua primeira aparição comercial, há mais de uma década. A franquia havia recebido os primeiros detalhes deste remaster e da futura expansão de história em 25 de agosto de 2026, durante a apresentação de abertura do evento internacional gamescom Opening Night Live.

O título terá um capítulo inédito intitulado Songs of The Past, cuja narrativa será ambientada no território de Letten com desenvolvimento conjunto entre a CD Projekt Red e o estúdio Fool’s Theory. A data exata para o início das vendas da expansão e o preço definitivo do conteúdo adicional previsto para 2027 ainda não foram divulgados pela publicadora.

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