Ancelotti é o nº 1: veja o ranking dos técnicos de seleções mais bem pagos do mundo

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Carlo Ancelotti Foto: Carlo Ancelotti - Rafael Ribeiro/CBF

Carlo Ancelotti, treinador da Seleção Brasileira masculina de futebol, ocupa a primeira colocação no ranking mundial dos técnicos de seleções mais bem pagos do planeta. O profissional italiano recebe da Confederação Brasileira de Futebol o equivalente a 10 milhões de euros por ano, montante que oscila entre R$ 58 milhões e R$ 59 milhões de acordo com a variação cambial.

O levantamento salarial foi divulgado pelo jornal alemão Bild, em apuração publicada em Berlim que gerou repercussão internacional nesta sexta-feira (2). O topo da relação salarial traz Ancelotti isolado na dianteira, seguido pelo alemão Jürgen Klopp, que assumiu a seleção da Alemanha com vencimentos de 7 milhões de euros por temporada, e pelo argentino Mauricio Pochettino, comandante da seleção dos Estados Unidos, que tem remuneração anual fixada em 6,8 milhões de euros.

Ranking salarial do Bild reúne dez técnicos do futebol mundial

A pesquisa detalha os dez maiores contratos em vigor entre federações esportivas e comissões técnicas do futebol internacional, somando treinadores de equipes da Europa, da América do Sul e da América do Norte. A lista contempla nomes com passagens vitoriosas por clubes do primeiro escalão europeu e que migraram para o ciclo de preparação para a Copa do Mundo.

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  • Carlo Ancelotti (Seleção Brasileira): 10 milhões de euros por ano
  • Jürgen Klopp (Alemanha): 7 milhões de euros por ano
  • Mauricio Pochettino (Estados Unidos): 6,8 milhões de euros por ano
  • Thomas Tuchel (Inglaterra): 6 milhões de euros por ano
  • Luis de la Fuente (Espanha): 5 milhões de euros por ano
  • Jorge Jesus (Portugal): 4 milhões de euros líquidos por ano
  • Zinedine Zidane (França): 3,6 milhões de euros por ano
  • Xavi Hernández (Holanda): 3 milhões de euros por ano
  • Lionel Scaloni (Argentina): 2,3 milhões de euros por ano
  • Ralf Rangnick (Áustria): 2 milhões de euros por ano

CBF ampliou vínculo de Carlo Ancelotti na Seleção Brasileira até 2030

O acordo financeiro de Carlo Ancelotti com a entidade máxima do futebol brasileiro foi prorrogado em 14 de maio de 2026, estendendo a permanência do profissional europeu à frente da equipe até o término da Copa do Mundo de 2030. Os valores anuais de 10 milhões de euros mantêm o italiano em patamar de destaque internacional, embora a remuneração atual seja inferior aos vencimentos registrados em seu trabalho imediatamente anterior no Real Madrid, clube espanhol no qual o comandante recebia cerca de 11 milhões de euros por temporada.

Ao projetar a utilização de novos jogadores e avaliar as opções de convocação para o amistoso programado contra a Índia, o treinador da Seleção Brasileira comentou a postura da comissão técnica em relação à montagem do grupo: “Não é um teste. É uma oportunidade”, afirmou Carlo Ancelotti.

Jürgen Klopp bate recorde histórico na seleção da Alemanha

Na segunda colocação do levantamento internacional, Jürgen Klopp tornou-se o comandante com a maior remuneração de toda a história da Federação Alemã de Futebol. O contrato de 7 milhões de euros anuais supera os 6 milhões de euros recebidos por Julian Nagelsmann, seu antecessor no cargo, que rescindiu o compromisso com a entidade antes da chegada do novo comandante. A estreia do treinador ocorreu na quinta-feira, 1 de outubro de 2026, com vitória da Alemanha por 2 a 0 sobre a Sérvia em partida válida pela Liga das Nações.

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Para assumir a equipe nacional alemã, o técnico aceitou uma redução substancial em seus rendimentos habituais no futebol europeu. O profissional recebia 18 milhões de euros anuais durante sua passagem pelo Liverpool, no futebol da Inglaterra, e contava com salário de 12 milhões de euros por temporada quando atuava na função de diretor de futebol da empresa Red Bull antes de firmar o acordo com a federação de seu país natal.

Contratos reajustados de Luis de la Fuente e Jorge Jesus

Entre os dez nomes da lista divulgada pelo veículo de comunicação da Alemanha, o técnico Luis de la Fuente aparece na quinta posição após receber reajuste em suas bases financeiras na seleção da Espanha. O treinador recebia 2 milhões de euros por ano no início de seu trabalho e passou a embolsar 5 milhões de euros anuais com o novo aditivo contratual assinado com a federação espanhola.

Logo abaixo na listagem surge o português Jorge Jesus, cujo rendimento anual na seleção de Portugal é de 4 milhões de euros líquidos. O grupo dos dez maiores salários inclui ainda Thomas Tuchel, no comando da Inglaterra com 6 milhões de euros anuais, Zinedine Zidane, à frente da França com 3,6 milhões de euros, Xavi Hernández, na seleção da Holanda com 3 milhões de euros, Lionel Scaloni, campeão mundial pela Argentina com 2,3 milhões de euros por temporada, e Ralf Rangnick, que recebe 2 milhões de euros na seleção da Áustria.

As informações divulgadas pelo jornal alemão Bild contemplam exclusivamente os salários-base das comissões técnicas, sem detalhar cifras adicionais relativas a bônus por produtividade, premiações por metas esportivas ou cláusulas rescisórias presentes nos contratos firmados com as confederações nacionais.

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