Polícia e Procon apreendem 3.499 acessórios falsos da Apple na BA

Logo Apple, loja - onapalmtree / Shutterstock.com

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A Polícia Civil da Bahia e a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-BA) apreenderam 3.499 acessórios para celulares com indícios de falsificação da marca Apple em estabelecimentos comerciais de Salvador. A fiscalização ocorreu durante a Operação Maçã, deflagrada na quarta-feira (14) para combater vendas irregulares na capital baiana.

Os produtos recolhidos reproduziam os símbolos da fabricante norte-americana sem a devida autorização legal, o que configura suspeita de comercialização de mercadorias falsificadas. Os responsáveis pelos pontos de venda vistoriados foram encaminhados à delegacia para prestar depoimento, enquanto os itens seguiram para análise de perícia técnica.

Operação Maçã recolhe 2.419 capas e 742 cabos em Salvador

O balanço oficial divulgado pela Assessoria de Comunicação da Polícia Civil da Bahia (Ascom-PCBA) em 14 de outubro de 2026 detalha a divisão exata dos 3.499 acessórios eletrônicos apreendidos pelas equipes de fiscalização. A maior parte do volume recolhido nas lojas era composta por capas protetoras para aparelhos celulares, que somaram 2.419 unidades, seguidas por 742 cabos de dados e 299 carregadores de bateria. Os agentes também retiraram de circulação 35 fones de ouvido e 4 fontes de alimentação que ostentavam a marca da empresa sem licença.

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A coordenação dos trabalhos de campo ficou sob a responsabilidade da Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), unidade que integra a estrutura do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil baiana. A ação conjunta contou com a participação direta do Procon-BA, órgão estadual de defesa do consumidor que atuou de forma integrada com os investigadores policiais durante toda a ofensiva.

Fiscalização do Procon-BA e da Decon vistoriou vitrines e estoques

Durante o cumprimento das diligências nos pontos de venda de acessórios eletrônicos de Salvador, os policiais civis e os fiscais do órgão de defesa do consumidor inspecionaram diferentes áreas dos imóveis comerciais. As equipes verificaram tanto os produtos que já estavam expostos nas vitrines para venda imediata ao público quanto as mercadorias mantidas guardadas nos estoques internos de cada loja. O objetivo central da ofensiva foi apurar a procedência real dos equipamentos comercializados, checar a regularidade das atividades empresariais e coibir infrações diretas ao Código de Defesa do Consumidor e à legislação de propriedade industrial.

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Até a última atualização divulgada pelas autoridades policiais, alguns dados operacionais permaneciam sob reserva para não interferir no andamento das apurações conduzidas pela delegacia especializada. A Polícia Civil da Bahia não informou a quantidade exata nem os nomes dos estabelecimentos comerciais que foram alvo das vistorias na capital, assim como não revelou o número total de comerciantes conduzidos para depor ou o valor financeiro estimado da carga recolhida.

Perícia técnica vai analisar os 3.499 itens apreendidos na Bahia

Após o recolhimento nas lojas, todo o lote de 3.499 acessórios foi devidamente contabilizado e identificado de forma individualizada pelos agentes públicos. Esse procedimento de catalogação serve para subsidiar a abertura e o andamento dos processos administrativos, investigativos e periciais decorrentes da Operação Maçã.

Na etapa seguinte do procedimento policial, os materiais apreendidos passam por exames de perícia técnica oficial. Os laudos periciais vão detalhar as características físicas das mercadorias e atestar tecnicamente os indícios de falsificação para compor o inquérito conduzido pela Decon.

Carolina Costa: Carolina Costa é colaboradora da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2019. Formação: Administração