O bloqueio rápido de telefones furtados, roubados ou extraviados conta com o sistema Celular Seguro, mantido pelo governo federal para reduzir prejuízos financeiros e evitar o vazamento de informações pessoais. Por meio da ferramenta digital, cidadãos conseguem comunicar a ocorrência com agilidade e interromper o funcionamento de serviços vinculados ao equipamento.
Como cadastrar linhas telefônicas e pessoas de confiança pela conta GOV.BR
O acesso ao sistema funciona tanto pelo navegador de internet quanto pelo aplicativo dedicado para dispositivos móveis. Para entrar na área restrita, o cidadão precisa utilizar o CPF e a senha cadastrados na plataforma GOV.BR. Depois de validar a entrada e concordar com os termos de uso, o titular já pode incluir os tablets e smartphones que pretende monitorar.
A inclusão do equipamento exige a digitação do número de telefone vinculado àquele aparelho no formulário de registro. Nessa etapa, a própria ferramenta confere se o usuário logado é o dono oficial da linha informada. Quando o chip pertence a outra pessoa, o sistema solicita a validação do verdadeiro responsável antes de concluir a gravação dos dados.
Além de cadastrar os próprios aparelhos sem limite de quantidade por conta, o usuário tem a opção de indicar contatos de confiança. Essas pessoas autorizadas ganham permissão para disparar notificações de emergência caso o proprietário fique impedido de acessar o sistema logo após o crime.
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Emissão do protocolo de emergência e integração com forças policiais
Diante de um episódio de perda, furto ou roubo, tanto o dono da linha quanto o contato previamente autorizado podem acionar o aviso diretamente na plataforma. Basta escolher o dispositivo comprometido na lista e confirmar o comando específico de bloqueio. Concluído o envio do alerta, o sistema emite um número de protocolo que deve ser guardado pelo usuário para consultas e acompanhamentos futuros.
O acionamento da notificação suspende simultaneamente diversas funções ligadas ao aparelho, cortando o funcionamento do próprio dispositivo móvel, o sinal da linha telefônica e o acesso a contas em instituições financeiras. Caso a vítima não tenha feito o registro prévio do equipamento, ainda assim consegue abrir a ocorrência usando qualquer computador, tablet ou outro telefone conectado à internet, sem precisar informar o código IMEI do celular levado.
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Operando desde dezembro de 2023, o serviço alcançou adesão em todo o país e somou 98.786 alertas emitidos ao longo de um único ano de balanço do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A administração federal mantém planos para ampliar a conexão direta da plataforma com as polícias civis estaduais, medida voltada a agilizar a resposta das autoridades a essas ocorrências.

