Ex-companheiro mata mulher de 35 anos a tiros no Pará e acaba morto pela polícia após perseguição ruralPor Beatriz
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Um feminicídio seguido de confronto armado terminou com duas mortes em São Domingos do Araguaia, no sudeste do Pará. Caroline Ribeiro da Silva, de 35 anos, foi assassinada a tiros pelo ex-companheiro no bairro da Luz após uma discussão. O autor dos disparos, Thiago de Andrade Oliveira, era foragido do sistema prisional e morreu após disparar contra agentes de segurança durante cerco em uma área de mata.
Equipes integradas das polícias Civil e Militar iniciaram as buscas imediatamente após a constatação do crime no perímetro urbano. A localização do agressor ocorreu na zona rural do município, onde ele se escondia na vegetação densa para evitar a prisão.
Ao receber ordem de rendição, Thiago efetuou disparos contra os policiais militares e civis que cercavam a propriedade florestal. No confronto, os policiais revidaram à agressão armada, atingindo o foragido, que não resistiu aos ferimentos e faleceu no local. Os agentes apreenderam um revólver utilizado no ataque contra as guarnições.

Registros oficiais apontam que Thiago de Andrade Oliveira possuía mandado de prisão preventiva em aberto e já constava como investigado por outros assassinatos ocorridos em cidades do sudeste paraense. Investigadores relataram que o histórico do acusado envolvia ameaças anteriores e envolvimento em disputas violentas na região.
Dados oficiais da ocorrência em São Domingos do Araguaia
- Vítima: Caroline Ribeiro da Silva, de 35 anos
- Suspeito do crime: Thiago de Andrade Oliveira, ex-companheiro e foragido do sistema penal
- Locais dos fatos: bairro da Luz e zona rural de São Domingos do Araguaia (PA)
- Desfecho das buscas: troca de tiros com policiais, morte do autor e apreensão de revólver
- Órgão responsável pelo inquérito: Delegacia de Polícia Civil de São Domingos do Araguaia
O procedimento investigativo instaurado pela Polícia Civil colhe depoimentos de testemunhas que presenciaram o desentendimento entre o casal minutos antes dos disparos de arma de fogo. Peritos do Instituto Médico Legal realizaram os exames necroscópicos para instruir a conclusão dos autos.







