Mônica Fonseca rebate acusações de descontrole na Record e leva caso de difamação à JustiçaPor Maria
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A jornalista Mônica Fonseca anunciou que vai registrar boletim de ocorrência na polícia após ser acusada de protagonizar uma agressão nos bastidores da Record, em São Paulo. O pronunciamento ocorreu nesta quinta-feira (05), quando a apresentadora publicou declarações em vídeo negando qualquer confusão no camarim e classificando os relatos divulgados como invenção com objetivo de atingir sua honra.
A manifestação pública surgiu em resposta a declarações da influenciadora Yoná Sousa, que afirmou que a jornalista teria se descontrolado nas dependências da emissora na noite de quarta-feira (04). Fonseca, que recentemente deixou a disputa do programa A Fazenda, assegurou que as acusações configuram calúnia e difamação, motivo pelo qual acionou sua assessoria jurídica para conduzir o caso na esfera criminal.
Medidas judiciais e queixa formal na delegacia
Fonseca declarou que consultou seus advogados imediatamente após tomar conhecimento dos relatos na internet. A defesa orientou o comparecimento formal a uma delegacia de polícia para abertura de procedimento investigatório, argumentando que as declarações públicas ultrapassaram limites aceitáveis de convivência pública.
Segundo o relato da comunicadora, a parte responsável pela acusação já recebeu uma notificação formal para prestar esclarecimentos e se retratar. Ela destacou que aceita contestações normais a respeito de seu desempenho no reality show, mas não tolerará afirmações falsas sobre condutas criminosas atribuídas a ela.
O episódio decorre de tensões acumuladas desde o encerramento da participação da comunicadora na competição televisiva. Embora reconheça a intensidade das discussões exibidas no formato de confinamento, Fonseca sustentou que acusações infundadas sobre brigas em áreas privadas da emissora ferem sua trajetória profissional e pessoal.
Até o momento, a defesa da comunicadora aguarda o prazo de resposta da notificação encaminhada antes de ingressar com eventuais ações cíveis e queixas-crimes complementares na Justiça paulista.







