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Veja os 5 países com a gasolina mais barata do mundo: 1° Venezuela: R$ 0,04 cada litro em 2018

Veja os 5 países com a gasolina mais barata do mundo: 1° Venezuela: R$ 0,04 cada litro em 2018. Os mais baratos Segundo a consultoria Global Petrol Prices, a Venezuela é o país com a gasolina mais barata no mundo, entre 166 países e territórios analisados pela em seu mais recente relatório semanal, divulgado. Os valores abaixo, em real, são calculados na cotação do dia do Dólar de R$ 3,64.

O Brasil ocupa a 116ª posição do ranking, com um preço médio de US$ 1,18 por (R$ 3,94) litro, o mesmo valor cobrado atualmente na Romênia e na Sérvia.

Os países onde a gasolina é mais barata

  • 1Venezuela – R$ 0,04 o litro
  • 2Irão – R$ 1,02 o litro
  • 3Sudão – R$ 1,24 o litro
  • 4Kuwait – R$ 1,28 o litro
  • 5Egito R$ 1,35 o litro

Fonte: Global Petrol Prices (23/05/2018)

A US$ 0,01 por litro, a gasolina continua a ser incrivelmente barata na Venezuela, país que enfrenta um difícil momento econômico, com inflação galopante.

O país tem as maiores reservas petrolíferas comprovadas do planeta. E, em meio ao colapso econômico pelo qual passa o país, o governo segue empenhado em subsidiar massivamente o uso do combustível.

As outras quatro nações com a gasolina mais barata do mundo também são quase todas grandes produtoras de petróleo.

Os mais caros

Talvez seja mais surpreendente a lista dos países em que a gasolina é mais cara.

Os países onde a gasolina é mais cara

  • 1 – Hong Kong – R$ 7,72 o litro
  • 2 – Islândia – R$ 7,65 o litro
  • 3 – Noruega R$ 7,43  litro
  • 4 -Países Baixos – R$ 7,10
  • 5- Dinamarca – 7,03

O primeiro lugar fica com o território chinês de Hong Kong, onde o litro custa US$ 2.12, segundo a Global Petrol Prices, ou seja, 193 vezes mais do que na Venezuela.

Entre os motivos disso, estão os impostos, o alto custo de imóveis e outros gastos operacionais, segundo o jornal South China Morning Post.

Mais intrigante ainda é o país em terceiro lugar: a Noruega, onde se paga US$ 2,04 por litro. O surpreendente é que a nação é um dos grandes produtores e exportadores de petróleo do mundo.

Graças a suas jazidas no mar do Norte, o país está entre os 20 principais produtores do planeta. Mas, em vez de subsidiá-lo, criou restrições que tornam muito caro ter um automóvel privado, em prol de políticas que incentivam o transporte público.

Suas exportações de petróleo alimentam o Fundo Soberano da Noruega, usado para diversificar sua economia tendo em vista o dia em que as reservas se esgotarão.

Na terceira posição está a Islândia (US$ 1,75/litro), nação em que impostos e a consciência ambiental ajudam a explicar por que é tão caro encher o tanque no país.

A mesma lógica se aplica a Mônaco e Holanda, empatados em quarto com Israel e Grécia, com um preço de US$ 1,65/litro.

Israel, por sua vez, é um país que aplica impostos altos na gasolina vendida nos postos e produz muito pouco petróleo, dependendo majoritariamente de importações.

No entanto, segundo o próprio governo israelense, o petróleo “é um recurso majoritariamente produzido por países que não são amigos e são até mesmo hostis” a esta nação.

A Grécia entrou na lista depois de se ver obrigada a aumentar impostos a fim de ajustar suas finanças e cumprir as rigorosas condições impostas por seus credores para obter empréstimos.

 

Na Arábia Saudita, o país com a segunda maior reserva de petróleo do mundo, paga-se 24 vezes mais do que na Venezuela, mas o preço continua bem baixo: US$ 0,24 por litro.

A gasolina também é muito barata no Turcomenistão (US$ 0,29/litro) e na Argélia (US$ 0,32/litro), dois grandes produtores na Ásia e na África, respectivamente, e no Egito e no Kuwait (US$ 0,35/litro).

São países que acabam comprometendo recursos fiscais para subsidiar a gasolina para seus cidadãos, porque, ao vendê-la a preços baixos internamente, renunciam a receitas que seriam obtidas na exportação de petróleo de acordo com os preços internacionais.

No último ano, o valor internacional do petróleo in natura se manteve relativamente baixo. Mas, caso ele se eleve substancialmente em 2017, como alguns preveem, o custo para manter a gasolina tão barata poderá ser ainda maior para essas nações.

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