Câmara aprova texto-base de projeto que suspende pagamentos do Fies durante crise
O plenário da Câmara aprovou nesta quinta-feira, 23, texto-base do projeto que suspende pagamentos devidos pelos estudantes ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) durante a crise da covid-19. Os destaques, pedidos de alteração à proposta, só serão votados na próxima terça-feira, 28, e depois desta fase concluída, o projeto irá ao Senado.
O texto aprovado foi o relatório do deputado Moses Rodrigues (MDB-CE) ao projeto do deputado Denis Bezerra (PSB-CE). No entanto, o emedebista agregou ao texto trechos de diversos outros projetos sobre o mesmo tema em tramitação na Câmara.
O texto aprovado prevê a suspensão para estudantes adimplentes e àqueles com parcelas atrasadas por, no máximo, 180 dias de seu vencimento. Prevê ainda que os débitos junto ao Fies poderão ser parcelados em até 175 prestações com redução de encargos.
O projeto aumenta em R$ 2,5 bilhões o total que a União está autorizada a aportar no Fundo Garantidor do Fies (FG-Fies), cujo limite atual previsto é de R$ 3 bilhões.
A Câmara avalia agora a medida provisória 906, sobre mobilidade urbana.
Veja Tambem em Economia
Dólar avança para R$ 5,03 e Ibovespa recua com correção em meio a tensões geopolíticas
Goldman Sachs: Petróleo deve superar US$ 90 por barril no fim de 2026 com forte demanda global
Dow Jones atinge recorde com petróleo em queda, mas semicondutores desaceleram
Conflito do Irã derruba real, rupia e outras moedas emergentes; chinês resiste
Empresário Marcos Dias Branco, ex-vice-presidente da M. Dias Branco, morre aos 61 anos
IPCA-15 sobe 0,62% em maio com alta de alimentos e energia elétrica
Micron dispara 17% e leva Nasdaq a nova máxima com otimismo em chips
Xiaomi amplia presença no mercado de veículos elétricos apesar de queda nas ações
Xiaomi divulga resultados do primeiro trimestre e apresenta frota de veículos elétricos em Shenzhen
Lista de 12 ações de alto crescimento de receita segundo analistas de Wall Street
Demanda por cobre atinge recorde impulsionada por data centers; bolha especulativa pode surgir em 3 anos