IPC-Fipe sobe 1,12% na 2ª quadrissemana de novembro, após +1,16% na 1ª prévia
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 1,12% na segunda quadrissemana de novembro, desacelerando levemente em relação ao acréscimo de 1,16% registrado na primeira leitura deste mês, segundo dados publicados nesta terça-feira, 17, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
Na segunda prévia de novembro, três dos sete componentes do IPC-Fipe perderam força e um aprofundou deflação: Habitação (de 0,33% na primeira quadrissemana para 0,22% na segunda quadrissemana), Alimentação (de 2,35% para 2,20%), Despesas Pessoais (de 2,48% para 2,47%) e Educação (de -0,05% para -0,09%).
Por outro lado, os demais itens subiram mais ou passaram a mostrar inflação: Transportes (de 0,97% para 1,04%), Saúde (de 0,11% para 0,20%) e Vestuário (de -0,01% para 0,24%).
Veja abaixo como ficaram os componentes do IPC-Fipe na segunda quadrissemana de novembro:
– Habitação: 0,22%
– Alimentação: 2,20%
– Transportes: 1,04%
– Despesas Pessoais: 2,47%
– Saúde: 0,20%
– Vestuário: 0,24%
– Educação: -0,09%
– Índice Geral: 1,12%
Veja Tambem em Economia
Dólar avança para R$ 5,03 e Ibovespa recua com correção em meio a tensões geopolíticas
Goldman Sachs: Petróleo deve superar US$ 90 por barril no fim de 2026 com forte demanda global
Dow Jones atinge recorde com petróleo em queda, mas semicondutores desaceleram
Conflito do Irã derruba real, rupia e outras moedas emergentes; chinês resiste
Empresário Marcos Dias Branco, ex-vice-presidente da M. Dias Branco, morre aos 61 anos
IPCA-15 sobe 0,62% em maio com alta de alimentos e energia elétrica
Micron dispara 17% e leva Nasdaq a nova máxima com otimismo em chips
Xiaomi amplia presença no mercado de veículos elétricos apesar de queda nas ações
Xiaomi divulga resultados do primeiro trimestre e apresenta frota de veículos elétricos em Shenzhen
Lista de 12 ações de alto crescimento de receita segundo analistas de Wall Street
Demanda por cobre atinge recorde impulsionada por data centers; bolha especulativa pode surgir em 3 anos