Aneel aprova reajuste médio de 9,84% nas tarifas da Energisa Sul Sudeste
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 6, reajuste médio de 9,84% nas tarifas da Energisa Sul Sudeste. Segundo a agência, a distribuidora atende mais de 820 mil unidades consumidoras, localizadas em 85 municípios dos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Para consumidores conectados em alta tensão, como as indústrias, o impacto médio será de 4,32%. Já para os de baixa tensão, grupo que inclui os residenciais, o aumento médio será de 12,12%. Os novos valores entram em vigor a partir do dia 12 de julho.
Segundo a agência, a diferença de efeitos em grupos se deve à variação de itens que compõem a tarifa, como a redução dos custos de transmissão, que tem impacto mais significativo para os consumidores de alta tensão. Já o aumento dos custos da distribuição tende a pressionar mais as tarifas dos consumidores de baixa tensão.
Assim como em reajustes de outras distribuidoras, a agência considerou medidas para atenuar os efeitos nas tarifas dos consumidores. Entre elas o uso de créditos tributários de PIS/Cofins cobrados indevidamente nos últimos anos e a redução da previsão de risco hidrológico.
Veja Tambem em Economia
Dólar avança para R$ 5,03 e Ibovespa recua com correção em meio a tensões geopolíticas
Goldman Sachs: Petróleo deve superar US$ 90 por barril no fim de 2026 com forte demanda global
Dow Jones atinge recorde com petróleo em queda, mas semicondutores desaceleram
Conflito do Irã derruba real, rupia e outras moedas emergentes; chinês resiste
Empresário Marcos Dias Branco, ex-vice-presidente da M. Dias Branco, morre aos 61 anos
IPCA-15 sobe 0,62% em maio com alta de alimentos e energia elétrica
Micron dispara 17% e leva Nasdaq a nova máxima com otimismo em chips
Xiaomi amplia presença no mercado de veículos elétricos apesar de queda nas ações
Xiaomi divulga resultados do primeiro trimestre e apresenta frota de veículos elétricos em Shenzhen
Lista de 12 ações de alto crescimento de receita segundo analistas de Wall Street
Demanda por cobre atinge recorde impulsionada por data centers; bolha especulativa pode surgir em 3 anos