BoE fará leilões para vender estoque de títulos corporativos
O Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) divulgou na manhã desta quinta-feira, 18, detalhes de seu plano para vender o estoque de títulos corporativos detidos pelo BC britânico, anunciado na reunião monetária de fevereiro de 2022. A entidade realizará leilões a partir da semana de 19 de setembro, com término das vendas previsto para o período entre o fim de 2023 e o início de 2024.
De acordo com comunicado em seu site, o BoE pretende fazer dois leilões por semana, às terças e quartas-feiras entre 7h e 7h30 (de Brasília), com valor nominal de bônus elegíveis para venda de 13 bilhões de libras.
Apenas títulos com vencimento em 6 de abril de 2024 ou em data posterior poderão ser vendidos. O BoE deixará os demais títulos sob sua posse maturarem ou serem recomprados por emissores. Espera-se que as vendas gerem cerca de 200 milhões de libras por semana.
Segundo o BoE, o ritmo das vendas por meio dos leilões será “gradual, em resposta às condições prevalecentes do mercado” e respeitará as instruções do Comitê de Política Monetária (MPC, na sigla em inglês), de forma a “limitar perturbações no mercado de títulos corporativos em libra esterlina”.
Veja Tambem em Economia
Dólar avança para R$ 5,03 e Ibovespa recua com correção em meio a tensões geopolíticas
Goldman Sachs: Petróleo deve superar US$ 90 por barril no fim de 2026 com forte demanda global
Dow Jones atinge recorde com petróleo em queda, mas semicondutores desaceleram
Conflito do Irã derruba real, rupia e outras moedas emergentes; chinês resiste
Empresário Marcos Dias Branco, ex-vice-presidente da M. Dias Branco, morre aos 61 anos
IPCA-15 sobe 0,62% em maio com alta de alimentos e energia elétrica
Micron dispara 17% e leva Nasdaq a nova máxima com otimismo em chips
Xiaomi amplia presença no mercado de veículos elétricos apesar de queda nas ações
Xiaomi divulga resultados do primeiro trimestre e apresenta frota de veículos elétricos em Shenzhen
Lista de 12 ações de alto crescimento de receita segundo analistas de Wall Street
Demanda por cobre atinge recorde impulsionada por data centers; bolha especulativa pode surgir em 3 anos