IGP-M sobe 0,45% em dezembro ante alta de 0,56% em novembro e fecha ano em 5,45%
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou alta de 0,45% em dezembro, após avanço de 0,56% em novembro, informou nesta quinta-feira, 29, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou abaixo da mediana da pesquisa Projeções Broadcast com analistas do mercado financeiro, que indicava 0,58% para o indicador, com estimativas entre 0,25% e 0,99%.
A inflação acumulada pelo IGP-M em 2022 foi de 5,45%. Em 2021, o índice fechou em 17,78%.
O IGP-M de dezembro registrou avanço de 0,47% do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M), que inverteu o sinal após deflação de 0,94% em novembro. O índice de preços no atacado acumulou inflação de 5,27% em 2022, ante 20,57% em 2021.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) desacelerou de 0,64% em novembro para 0,44% em dezembro. A inflação ao consumidor encerrou o ano com avanço total de 4,30%, abaixo dos 9,32% registrados de 2021.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) acelerou de 0,14% em novembro para 0,27% este mês, conforme já divulgado pela FGV. O indicador acumulou alta de 9,40% em 2022, após 14,03% em 2021.
Veja Tambem em Economia
Dólar avança para R$ 5,03 e Ibovespa recua com correção em meio a tensões geopolíticas
Goldman Sachs: Petróleo deve superar US$ 90 por barril no fim de 2026 com forte demanda global
Dow Jones atinge recorde com petróleo em queda, mas semicondutores desaceleram
Conflito do Irã derruba real, rupia e outras moedas emergentes; chinês resiste
Empresário Marcos Dias Branco, ex-vice-presidente da M. Dias Branco, morre aos 61 anos
IPCA-15 sobe 0,62% em maio com alta de alimentos e energia elétrica
Micron dispara 17% e leva Nasdaq a nova máxima com otimismo em chips
Xiaomi amplia presença no mercado de veículos elétricos apesar de queda nas ações
Xiaomi divulga resultados do primeiro trimestre e apresenta frota de veículos elétricos em Shenzhen
Lista de 12 ações de alto crescimento de receita segundo analistas de Wall Street
Demanda por cobre atinge recorde impulsionada por data centers; bolha especulativa pode surgir em 3 anos