Honorários no INSS para advogados como funciona

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Honorários no INSS para advogados como funciona A Hurst, fintech que permite investir em ativos alternativos que vão de precatórios judiciais a royalties de música (como Toquinho), vai lançar uma aplicação financeira lastreada em honorários advocatícios. O investimento será baseado em certificados de recebíveis (CRs) atrelados à remuneração de advogados que processam o INSS para obter auxílio-acidente para seus clientes.

A carteira de CRs foi originada pela Kateto, especializada em créditos judiciais, e securitizada pela Hurst. A aplicação vai entrar na plataforma na quarta-feira e terá aporte mínimo de R$ 10 mil. De acordo com a fintech, a expectativa é que a aplicação proporcione retorno acima de 24% ao ano em prazo de 24 meses.

(Mas, claro, essa expectativa não é uma garantia, já que aplicações como essa têm risco e estão sujeitas ao fluxo de receitas da operação securitizada — isto é, os ganhos dos escritórios em processos contra o INSS)

A carteira oferecida para investimento está pulverizada, segundo a Hurst, entre cerca de 350 ações judiciais em diversas varas do país.

“Em uma operação de precatórios a gente adquire, com deságio, os direitos daquele recebimento. Pagamos antecipadamente e transformamos o papel em ativo para investimento. Da mesma forma está sendo feito com os honorários advocatícios e sucumbências que, neste caso, serão pagos pelo INSS.”, explica Arthur Farache, CEO da Hurst, em nota à coluna. Fonte: O Globo

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