O Ministério da Previdência Social está empenhado em enfrentar um dos principais desafios relacionados ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social): a longa espera para a resposta dos benefícios previdenciários, que pode chegar a até 180 dias (6 meses) para algumas pessoas. O objetivo é reduzir drasticamente esse prazo.
Após uma série de promessas feitas em 2023, o ministro da Previdência, Carlos Lupi, encerrou o ano afirmando ser impossível zerar a fila de espera do INSS, citando a entrada mensal de até 1 milhão de novos pedidos para análise como justificativa. Agora, o foco é diminuir o tempo de espera.
Novo Prazo para Análise de Benefícios do INSS
O ministro da Previdência Social e o presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, passaram a divulgar um novo prazo para a análise dos benefícios na imprensa. A meta de 2023 era encerrar o ano com um tempo máximo de espera de 45 dias na fila, mas não foi alcançada.
No entanto, de acordo com o próprio governo, o tempo médio de espera foi de 47 dias, ficando próximo da expectativa. Agora, a meta para 2024 é que os sistemas previdenciários possam processar, analisar e responder aos pedidos em:
- Análises administrativas: resposta em até 30 dias;
- Análises que exigem perícia médica: resposta em até 45 dias.
Alessandro Stefanutto admitiu que manter o trabalhador aguardando por cinco a sete meses é “muito cruel”.
Como Acelerar a Resposta do INSS?
Existem algumas medidas que o próprio trabalhador pode tomar para acelerar o tempo de resposta do INSS em relação ao seu pedido:
- Utilize o Atestmed, enviando um atestado médico legível e completo sobre sua situação de saúde, substituindo a perícia médica presencial;
- Participe dos mutirões de perícia e avaliação social realizados nas agências próximas;
- Acompanhe seu pedido pelo aplicativo ou site, verificando se há necessidade de fornecer novos documentos.
