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Os aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) contam com uma nova possibilidade financeira até o final deste ano: a ampliação do limite do empréstimo consignado.

Recentemente, o governo aumentou de 35% para 40% o percentual da margem consignável dos segurados. Isso significa que agora é possível comprometer até 40% do benefício com o crédito, sendo 35% para empréstimo pessoal e 5% para o cartão de crédito.

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Apesar dessa oportunidade, especialistas alertam para os riscos de endividamento. Segundo o advogado Rômulo Saraiva, é importante considerar que a maioria dos benefícios do INSS é de um salário mínimo. Assim, comprometer 40% da renda mensal pode resultar em um valor significativamente reduzido para as despesas básicas.

Para evitar problemas, Saraiva recomenda fazer uma análise detalhada das finanças antes de contratar o empréstimo. Além disso, é essencial ler atentamente o contrato e guardar uma cópia para possíveis contestações futuras.

A educadora financeira Cíntia Senna sugere um “test drive” antes de fechar o negócio. Passar um mês vivendo com uma renda reduzida pode ajudar a entender se é possível lidar com o novo compromisso financeiro.

Outra dica importante é evitar ofertas indesejadas de empresas de crédito. Os segurados podem cadastrar seu número de telefone no site www.naomeperturbe.com.br para não receber mais ligações. De acordo com a Febraban, quase um milhão de pessoas já aderiram ao bloqueio telefônico este ano.

Além disso, é fundamental ficar atento a possíveis fraudes. Nunca feche contratos por telefone, WhatsApp ou email sem verificar a legitimidade da empresa. Em caso de irregularidades, é possível fazer denúncias no portal consumidor.gov.br ou entrar em contato diretamente com o INSS pelo telefone 135 ou pelo Meu INSS.

Portanto, ao considerar um empréstimo consignado, é essencial estar bem informado e tomar precauções para evitar problemas financeiros no futuro.

Aposentadoria entre 55 e 65 anos de idade no INSS com método seguro

Aposentadoria entre 55 e 65 anos de idade no INSS com metodo seguro Você quem tem entre 55 e 65 anos agora tem um método seguro, confiável e grátis para saber quando vai aposentar.

O primeiro passo começa com você fazendo uma pergunta desafiadora para você mesmo:
Você já sabe quanto tempo de contribuição você tem?

Isso é importante por que, além da idade, tem que ter pelo menos 15 anos de contribuição para conseguir o benefício.

As contribuições pagas em atraso não são computadas.
As contribuições com percentual recolhido e calculado com valor abaixo do salário mínimo também não são computadas.
VOCÊ CONSIDEROU O TEMPO CERTO NO SEU PLANEJAMENTO PREVIDENCIÁRIO?
Caso suas contribuições irregulares não permitam que chegue aos 15 anos que a lei exige, você pode ter duas saídas:

Se você trabalhou como empregado e não foi registrado, dá para recuperar o tempo de serviço do passado e suprir a falta de tempo necessário para aposentar.

Não precisa indenizar a Previdência por que a culpa da falta da contribuição é do Patrão.

Se você trabalhou por conta própria, a partir de 2003, dá para recuperar tempo também sem ter que pagar nada para o INSS.

Isso acontece quando o trabalhador autônomo que presta serviço para empresa tinha que ter o desconto de 11% da remuneração.
Como esta responsabilidade é da empresa, o trabalhador não vai ser prejudicado.

COMO SE APOSENTAR POR IDADE A PARTIR DOS 55 ANOS DE IDADE?
A regra comum é a aposentadoria por idade urbana ou híbrida (com tempo urbano e rural alternados).
Neste caso, homens se aposentam com 65 e mulheres com 62 anos. Esta é a novidade para 2023.

Mas se o trabalhador ou a trabalhadora for rural ou tiver algum tipo de deficiência, a regra é diferente.

55 anos para mulheres
60 anos para homens.
COMO DAR ENTRADA NA APOSENTADORIA POR IDADE EM 2023?
Todo processo começa no INSS. Tem que começar lá.
Somente depois, caso haja alguma discussão, é que o trabalhador tem que ir pra Justiça.
A aposentadoria vai ser o espelho do CNIS, que é o Extrato Previdenciário Oficial do INSS.

Se o CNIS estiver errado, o benefício pode ser negado ou aprovado com erro.

Então o primeiro passo é corrigir o banco de dados da Previdência. Isso vai ajudar, inclusive, na velocidade da aprovação do pedido, por que o Robô do INSS vai entende tudo direitinho.

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