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Iniciando uma revolução na renegociação de dívidas no Brasil, o Mega Feirão Serasa, em colaboração com o Programa Desenrola Brasil, anuncia um mês inteiro dedicado à facilitação para que milhares de brasileiros possam resolver suas pendências financeiras e limpar seus nomes. Esta campanha, a maior de sua natureza até hoje, visa abordar de forma significativa o problema da inadimplência no país, coincidindo com o término do Desenrola Brasil, uma iniciativa que também tem como foco a renegociação de dívidas.

Dados recentes divulgados pelo Serasa apontam o estado do Rio de Janeiro como líder nacional em número de inadimplentes, representando mais de 53,46% de sua população. Desde o estabelecimento da parceria entre Serasa e Desenrola Brasil em fevereiro, mais de 1,4 milhão de pessoas já buscaram soluções para suas dívidas por meio do aplicativo Serasa, indicando um movimento positivo na luta contra a inadimplência.

Como Participar da Renegociação

Para os interessados em renegociar suas dívidas, há múltiplas vias: o Programa Desenrola Brasil, o aplicativo do Serasa, o WhatsApp da Serasa ou diretamente nas Agências dos Correios. A iniciativa é uma chance para que os devedores tenham acesso a negociações vantajosas e possam se reorganizar financeiramente.

Com mais de 550 milhões de ofertas em seu banco de dados, o Programa Desenrola Brasil propõe a quitação de dívidas com até 96% de desconto. Além disso, são oferecidos planos de parcelamento em até 60 meses com taxas de juros de 1,99% ao mês, iniciando as parcelas a partir de R$ 50.

Esta iniciativa chega em um momento crucial, visando auxiliar parte dos cinquenta milhões de brasileiros atualmente negativados. O Mega Feirão Serasa é uma oportunidade ímpar para que os cidadãos possam reverter a situação de inadimplência e reconquistar sua saúde financeira.

Para aqueles que buscam mais informações e desejam se beneficiar desta oportunidade única, recomenda-se o acompanhamento das novidades sobre o Mega Feirão Serasa e o Programa Desenrola Brasil.

CPF negativado: Saiba como regularizar

CPF negativado: Saiba como regularizar  Ser impedido de fazer compras a prazo, não conseguir empréstimos em banco, ter um cartão de crédito negado são algumas das consequências para quem está com o CPF negativado. Para saber se o seu nome está nessa condição, é preciso consultar o cadastro de empresas especializadas nesse serviço, que registra a inadimplência de consumidores. Os dados são repassados por empresas que contrataram a consultoria, formando um banco de dados. 

“No momento em que alguma empresa for conceder um crédito, ela faz consulta ao CPF e verifica o histórico do consumidor nos últimos cinco anos. Quanto mais dívidas ele tiver no histórico, pior pagador ele é classificado e menos crédito no mercado vai conseguir”, explica Aline Maciel, gerente da Serasa, uma das empresas que prestam o serviço especializado. 

Enquanto as empresas que contratam o serviço podem consultar qualquer CPF, o consumidor pode checar nas plataformas disponíveis apenas a sua situação. Para saber se está negativado, é preciso fazer um registro informando nome completo e data de nascimento, que vai gerar um login e uma senha. Gratuitamente, além da Serasa, é possível consultar a condição de acesso a crédito no Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), que é administrado pela Boa Vista. No SPC Brasil, o serviço é pago.

Ao acessar a plataforma, o consumidor fica sabendo se é considerado bom ou mau pagador, além disso pode negociar a dívida com a intermediação da empresa de consulta de crédito. O período para ser negativado depende do estado – em São Paulo são 20 dias, mas em outros o prazo é menor, de dez dias. As dívidas podem ser consultadas, liquidadas ou parceladas. A Serasa, por exemplo, tem um cadastro com quase 65 milhões de CPFs inadimplentes, o que soma mais de 200 milhões de dívidas. 

Aline Maciel explica que a prescrição da negativação do CPF, que ocorre após cinco anos, diz respeito ao nome constar no cadastro. “Aquela dívida não restringe mais o crédito do consumidor, mas ele continua devendo”, afirma. No cadastro da Serasa, por exemplo, o consumidor, mesmo tendo saído da restrição de crédito, pode consultar as dívidas e negociá-las. 

A gerente alerta para os riscos de fraude, com envios de boletos falsos para negociação de dívidas. “Os fraudadores acionam as pessoas pelo WhatsApp, dão uma condição super baixa, e as pessoas que já estão devendo acabam pagando esses boletos fraudulentos. O consumidor deve olhar o boleto para ter certeza que ele é verdadeiro”, destaca. Ela orienta ainda que sejam procuradas as plataformas ou as empresas onde se contraiu a dívida para confirmar a oferta de negociação.

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