Benefício do 13º do INSS: descubra se seu nome está na lista dos contemplados!Por Bruna
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A segunda parcela do 13º salário do INSS em 2024 é um dos assuntos mais esperados entre aposentados e pensionistas de todo o Brasil. Esse pagamento extra oferece um alívio financeiro bem-vindo para milhões de brasileiros, especialmente aqueles que dependem dos benefícios da Previdência Social. Em 2024, o governo decidiu antecipar o pagamento do 13º salário, conforme medidas anteriores, visando estimular a economia e dar suporte àqueles que mais necessitam.
Quem tem direito ao 13º salário do INSS?
O 13º salário é garantido por lei para os beneficiários do INSS que recebem aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão. Estes segurados têm direito a receber o abono em duas parcelas. A primeira é paga no primeiro semestre do ano e a segunda, que geralmente ocorre entre os meses de novembro e dezembro, foi antecipada para o meio do ano, conforme decreto assinado pelo governo.
No entanto, nem todos os benefícios concedidos pelo INSS incluem o direito ao 13º salário. Beneficiários do BPC (Benefício de Prestação Continuada), por exemplo, não recebem o 13º, já que este é considerado um auxílio assistencial, diferindo dos outros benefícios previdenciários que exigem contribuição ao INSS.
Como funciona o pagamento da segunda parcela?
O pagamento do 13º salário é dividido em duas parcelas, sendo que a primeira já foi depositada no início do ano para a maioria dos beneficiários. A segunda parcela, que corresponde ao valor restante após dedução de impostos e contribuições, será paga entre os meses de maio e junho, conforme o número final do benefício de cada segurado. O calendário específico para o pagamento depende do dígito final do Número de Identificação Social (NIS) ou do número do benefício.
O valor do 13º salário é calculado com base no benefício mensal recebido pelo segurado, ou seja, é proporcional ao valor da aposentadoria ou pensão. O valor do salário mínimo, que em 2024 foi fixado em R$ 1.412, serve como base para os beneficiários que recebem o piso salarial. Para aqueles que recebem acima desse valor, o cálculo é feito proporcionalmente ao salário, respeitando o teto do INSS, que em 2024 é de R$ 7.786,02.
Cronograma de pagamento da segunda parcela
A segunda parcela do 13º salário será paga de acordo com o calendário abaixo, que varia conforme o valor do benefício e o dígito final do NIS:
- Para quem recebe até um salário mínimo:
- NIS final 1: 24 de maio
- NIS final 2: 25 de maio
- NIS final 3: 26 de maio
- NIS final 4: 29 de maio
- NIS final 5: 30 de maio
- NIS final 6: 2 de junho
- NIS final 7: 3 de junho
- NIS final 8: 6 de junho
- NIS final 9: 7 de junho
- Para quem recebe acima de um salário mínimo:
- NIS final 1 e 6: 3 de junho
- NIS final 2 e 7: 4 de junho
- NIS final 3 e 8: 5 de junho
- NIS final 4 e 9: 6 de junho
- NIS final 5 e 0: 7 de junho
Esse calendário assegura que, até o início de junho, todos os beneficiários do INSS já tenham recebido o pagamento integral do 13º salário. É importante ressaltar que o pagamento é feito de forma automática, diretamente na conta onde o segurado já recebe seu benefício mensal.
Consulta de pagamento: como saber se você será contemplado
Para saber se você está entre os contemplados pelo 13º salário, é possível fazer a consulta através dos canais de atendimento do INSS. O segurado pode acessar o site oficial da Previdência Social ou utilizar o aplicativo Meu INSS, onde estão disponíveis todas as informações relacionadas ao benefício. Além disso, é possível ligar para a central de atendimento do INSS, discando o número 135.
Essas plataformas são fundamentais para que o beneficiário possa acompanhar os detalhes de seu pagamento e verificar se está tudo correto. Caso haja qualquer divergência ou atraso, o INSS disponibiliza canais de atendimento para solucionar problemas e esclarecer dúvidas.
O impacto da antecipação do 13º salário
A antecipação do pagamento do 13º salário tem sido uma medida utilizada nos últimos anos pelo governo federal como forma de aquecer a economia e proporcionar uma injeção de recursos, principalmente em momentos de crise ou instabilidade econômica. Em 2024, não foi diferente. A decisão de antecipar as parcelas do 13º reflete a necessidade de estimular o consumo e dar um alívio financeiro às famílias brasileiras, especialmente em um período em que a economia apresenta sinais de desaceleração.
Além de beneficiar diretamente mais de 33 milhões de segurados, o pagamento do 13º salário também impulsiona o comércio e outros setores da economia. Com mais dinheiro em circulação, o comércio de produtos e serviços tende a ser favorecido, principalmente em épocas de maior demanda, como os meses que antecedem as festas de fim de ano.
Como utilizar o 13º de forma consciente
Receber um valor extra pode ser tentador, mas é importante que os beneficiários façam um planejamento financeiro adequado para evitar problemas futuros. Especialistas recomendam que o 13º salário seja utilizado de forma estratégica, seja para quitar dívidas, seja para investimentos ou até mesmo para cobrir despesas maiores que surgem ao final do ano.
Entre as dicas mais comuns estão a priorização do pagamento de dívidas com juros mais altos, como cartões de crédito e cheque especial. Além disso, destinar parte do valor para uma reserva de emergência pode ser uma escolha sábia, considerando as incertezas econômicas que o país atravessa.
Expectativas para 2025
A antecipação do 13º salário tem sido uma prática recorrente nos últimos anos, e a expectativa é de que essa tendência continue em 2025. No entanto, a confirmação dessa medida depende das condições econômicas e das decisões do governo federal. Especialistas indicam que, caso a economia apresente sinais de recuperação mais consistentes, o calendário do 13º pode voltar ao padrão anterior, com os pagamentos realizados nos meses de agosto e novembro.
Essa antecipação do 13º tem gerado grande expectativa entre os segurados do INSS, que aguardam ansiosamente a divulgação dos calendários oficiais para os próximos anos. De qualquer forma, o governo federal tem deixado claro que a proteção aos mais vulneráveis será mantida, independentemente das condições econômicas.







