Luciano e Rodriguinho brilham em 34 minutos de jogo contra Náutico pela Copa do BrasilPor Luís Henrique Costa
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A chuva cai forte nos Aflitos, em Recife, enquanto Náutico e São Paulo disputam a partida de volta da terceira fase da Copa do Brasil. O confronto, iniciado às 21h30, segue eletrizante aos 34 minutos do segundo tempo, com o Tricolor Paulista liderando por 2 a 0. A vantagem, construída com gols de Luciano e Rodriguinho, coloca o São Paulo mais próximo das oitavas de final. O Náutico, mesmo com o apoio da torcida, enfrenta dificuldades para reverter o placar agregado, que já era desfavorável após a derrota por 2 a 1 no jogo de ida, no Morumbis.
O jogo começou com intensidade, marcado por um gramado pesado devido à chuva e por decisões cruciais da arbitragem. Expulsões, cartões amarelos e lances polêmicos mantêm a tensão alta em campo. A torcida alvirrubra, presente em peso com 16.832 torcedores, tenta empurrar o Timbu, mas o São Paulo se mostra sólido defensivamente. A renda de R$ 1.600.968,00 reflete o grande interesse pelo duelo, que segue aberto e cheio de emoções.
2T | ⏱ 29 min: Rodriguinho aproveitou rebote e, de fora da área, finalizou para marcar um golaço e ampliar para o Tricolor! #NAUxSPFC (0-2)
— São Paulo FC (@SaoPauloFC) May 21, 2025
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Principais momentos do confronto até agora incluem:
- Gol de Luciano aos 3 minutos do primeiro tempo, de cabeça, após escanteio de Oscar.
- Expulsões de Marquinhos (Náutico) e Ferraresi (São Paulo), deixando ambos os times com 10 jogadores.
- Gol de Rodriguinho aos 29 minutos do segundo tempo, aproveitando rebote de Muriel.
O jogo continua, e cada minuto promete novas reviravoltas no estádio dos Aflitos.
Arbitragem sob pressão
Jonathan Benkenstein Pinheiro, árbitro principal, enfrenta um jogo cheio de desafios. A partida, marcada por decisões difíceis, viu o juiz recorrer ao VAR em momentos cruciais. Aos 9 minutos do primeiro tempo, Marquinhos, do Náutico, recebeu cartão vermelho após um pisão em Cédric, confirmado após revisão. Logo depois, aos 19 minutos, Ferraresi, do São Paulo, também foi expulso por um carrinho em Igor Fernandes, gerando protestos de ambos os lados. A torcida alvirrubra, inconformada, aumentou a pressão nas arquibancadas, enquanto o trio de arbitragem, composto ainda por Maíra Mastella Moreira e Jorge Eduardo Bernardi, tenta manter o controle.
Cartões amarelos também marcaram o jogo. Wellerson, goleiro reserva do Náutico, foi advertido aos 20 minutos do primeiro tempo por reclamação. No segundo tempo, Enzo Díaz, do São Paulo, recebeu amarelo por cera, enquanto Rodriguinho foi punido por tirar a camisa na comemoração do segundo gol. O técnico Hélio dos Anjos, do Náutico, e Zubeldía, do São Paulo, também foram advertidos por reclamações, evidenciando a tensão em campo.
A chuva, que castiga o gramado, dificulta o trabalho da arbitragem, com poças d’água afetando a rolagem da bola. Apesar disso, o VAR, comandado por Daniel Nobre Bins, tem sido decisivo para garantir a precisão nas marcações. O jogo segue com lances disputados, e a arbitragem permanece no centro das atenções.
Primeiro tempo eletrizante
O São Paulo abriu o placar logo aos 3 minutos do primeiro tempo. Oscar cobrou escanteio com precisão, e Luciano subiu livre para cabecear e marcar o primeiro gol. A vantagem inicial deu confiança ao Tricolor, que explorou jogadas pelas laterais com Cédric e Enzo Díaz. O Náutico, por sua vez, tentou responder com cruzamentos e chutes de longa distância, mas esbarrou na defesa bem postada do adversário.
Aos 10 minutos, o jogo ganhou um novo rumo com a expulsão de Marquinhos, do Náutico, após um pisão em Cédric. A decisão, confirmada pelo VAR, deixou o Timbu com um jogador a menos. O São Paulo, porém, também perdeu Ferraresi aos 19 minutos, expulso por um carrinho em Igor Fernandes, equilibrando numericamente as equipes. As expulsões mudaram a dinâmica da partida, com o Náutico ganhando volume de jogo, mas sem criar chances claras.
No final do primeiro tempo, a chuva intensificou-se, tornando o gramado ainda mais pesado. Lucas Ferreira, do São Paulo, teve uma grande chance aos 47 minutos, mas Muriel fez uma defesa difícil. O Náutico respondeu com Bruno Mezenga, que chutou para fora após jogada pela direita. O intervalo chegou com o São Paulo vencendo por 1 a 0, mas com o jogo ainda aberto.
Principais lances do primeiro tempo:
- 3’: Gol de Luciano, de cabeça, após escanteio de Oscar.
- 10’: Expulsão de Marquinhos (Náutico) por pisão em Cédric.
- 19’: Expulsão de Ferraresi (São Paulo) por carrinho em Igor Fernandes.
- 27’: André Silva finaliza, e Muriel faz grande defesa.
- 47’: Lucas Ferreira chuta, e Muriel defende novamente.
Estratégias táticas em campo
Hélio dos Anjos, técnico do Náutico, apostou em um esquema ofensivo para reverter a desvantagem do jogo de ida. A equipe começou com Kelvin e Bruno Mezenga no ataque, buscando pressionar a defesa do São Paulo. Após as expulsões, o treinador ajustou o time no intervalo, promovendo as entradas de Thalissinho e Marcos Ytalo para dar mais velocidade e profundidade. As substituições visavam explorar os lados do campo, especialmente com cruzamentos de Igor Fernandes e Patrick Allan.
O São Paulo, comandado por Zubeldía, optou por uma postura mais cautelosa, aproveitando a vantagem no placar agregado. A equipe priorizou a posse de bola e jogadas de bola parada, como o escanteio que resultou no gol de Luciano. No segundo tempo, as entradas de Rodriguinho e Pablo Maia reforçaram o meio-campo, enquanto Ryan Francisco trouxe fôlego ao ataque. A estratégia tricolor tem sido eficaz, com a equipe segurando a pressão do Náutico e ampliando o placar com Rodriguinho.
O gramado pesado, agravado pela chuva, tem influenciado o desempenho de ambos os times. O Náutico tenta jogadas rápidas, mas esbarra em erros de passe, enquanto o São Paulo aposta em contra-ataques. A partida segue disputada, com as duas equipes buscando espaços em um campo cada vez mais desafiador.
Torcida alvirrubra mantém o apoio
Os 16.832 torcedores presentes nos Aflitos criam uma atmosfera vibrante, mesmo com o placar adverso. A torcida do Náutico, conhecida por sua paixão, canta sem parar, tentando empurrar o time para uma reação. Faixas e bandeiras alvirrubras colorem as arquibancadas, enquanto cânticos ecoam pelo estádio. Um momento curioso ocorreu aos 4 minutos do primeiro tempo, quando um sapato foi arremessado em campo durante a comemoração do gol de Luciano, sendo prontamente retirado pelo árbitro.
A torcida do São Paulo, embora em menor número, também marca presença. Aos 22 minutos do segundo tempo, os tricolores gritaram por Ryan Francisco, que entrou em campo pouco depois. A rivalidade entre as torcidas aquece o ambiente, mas a paixão pelo futebol predomina, com ambas as equipes sendo incentivadas até o momento atual do jogo.
Segundo tempo com domínio tricolor
O segundo tempo começou com o Náutico tentando pressionar. Thalissinho, que entrou no intervalo, arriscou um chute de longe aos 5 minutos, mas Rafael defendeu com segurança. O São Paulo, por outro lado, aproveitou os espaços deixados pelo adversário. Aos 22 minutos, André Silva perdeu uma chance clara, finalizando por cima após cruzamento de Cédric. A torcida tricolor vibrou, mas o gol não veio.
Aos 29 minutos, o São Paulo ampliou o placar. Enzo Díaz cruzou, Ryan Francisco finalizou, e Muriel deu rebote. Rodriguinho, bem posicionado, chutou de fora da área e marcou o segundo gol tricolor. A comemoração foi intensa, mas rendeu um cartão amarelo ao meia por tirar a camisa. O Náutico respondeu com substituições, trazendo Caio Vitor e Igor Pereira para tentar mudar o panorama do jogo, mas a defesa do São Paulo segue sólida.
A chuva continua a dificultar as jogadas, com poças d’água visíveis em vários pontos do gramado. O Náutico mantém a posse de bola perto da área adversária, mas não consegue converter a pressão em gols. O São Paulo, com a vantagem no placar, administra o jogo, enquanto o cronômetro avança.
Linha do tempo dos principais lances
A partida tem sido marcada por momentos decisivos que definem o rumo do confronto. Abaixo, os principais lances até os 34 minutos do segundo tempo:
- 3’ (1T): Luciano marca de cabeça após escanteio de Oscar, abrindo o placar para o São Paulo.
- 10’ (1T): Marquinhos, do Náutico, é expulso por pisão em Cédric, deixando o Timbu com 10 jogadores.
- 19’ (1T): Ferraresi, do São Paulo, recebe cartão vermelho por carrinho em Igor Fernandes, equilibrando as equipes.
- 29’ (2T): Rodriguinho marca o segundo gol do São Paulo, aproveitando rebote de Muriel após jogada de Ryan Francisco.
- 33’ (2T): Zubeldía, técnico do São Paulo, recebe cartão amarelo por invadir o campo na comemoração do gol.
Substituições moldam o jogo
As substituições têm sido cruciais para as estratégias de ambos os times. O Náutico, buscando mais ofensividade, promoveu mudanças no intervalo, com Thalissinho e Marcos Ytalo entrando nas vagas de Patrick Allan e Arnaldo. No segundo tempo, Caio Vitor e Igor Pereira substituíram Kelvin e Auremir, reforçando o meio-campo e o ataque. As alterações visam dar mais dinamismo ao Timbu, que precisa de gols para buscar a classificação.
O São Paulo também ajustou sua formação. No segundo tempo, Rodriguinho e Pablo Maia entraram nas vagas de Lucas Ferreira e Alisson, trazendo mais controle ao meio-campo. Ryan Francisco, que substituiu André Silva aos 28 minutos, participou diretamente do segundo gol, mostrando o impacto das mudanças tricolores. As substituições refletem a tentativa de ambos os técnicos de adaptar suas equipes às condições do jogo e ao placar.
Condições adversas no gramado
A chuva incessante transforma o campo dos Aflitos em um desafio extra. Poças d’água se formam em várias áreas, dificultando passes e finalizações. Aos 6 minutos do primeiro tempo, o árbitro já havia notado o impacto da chuva, com a bola levantando água em alguns pontos. No segundo tempo, a situação piorou, afetando principalmente as jogadas de velocidade do Náutico.
O São Paulo, com uma estratégia mais cadenciada, parece se adaptar melhor ao gramado pesado. A defesa tricolor, liderada por Alan Franco e Arboleda, tem conseguido neutralizar os ataques do Náutico, mesmo com as condições adversas. A torcida, apesar do clima, permanece animada, incentivando as equipes em um jogo que testa a resistência de todos os envolvidos.
Pressão do Náutico aumenta
Aos 34 minutos do segundo tempo, o Náutico segue buscando o ataque. Igor Fernandes arriscou um chute de longe, mas a bola acertou a zaga do São Paulo. A equipe alvirrubra mantém a posse de bola perto da área adversária, mas esbarra na falta de precisão nas finalizações. A torcida, ciente da dificuldade, continua apoiando, enquanto Hélio dos Anjos gesticula na beira do campo, cobrando mais intensidade.
O São Paulo, com a vantagem de 2 a 0 no jogo e 4 a 1 no placar agregado, joga com calma, priorizando a posse de bola e os contra-ataques. A entrada de Ryan Francisco trouxe frescor ao ataque tricolor, que ainda busca ampliar o placar. O jogo segue aberto, com o Náutico precisando de pelo menos três gols para levar a decisão aos pênaltis, enquanto o São Paulo administra a vantagem.







