Náutico reduz com gol validado pelo VAR até 42 minutos contra São Paulo na Copa do BrasilPor Luís Henrique Costa
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Aos 42 minutos do segundo tempo, o Náutico reacende a esperança nos Aflitos com um gol de Hélio Borges, validado pelo VAR após ser inicialmente anulado por impedimento. O São Paulo, que lidera por 2 a 1 na partida de volta da terceira fase da Copa do Brasil, sente a pressão do time da casa. A chuva incessante em Recife castiga o gramado, dificultando as jogadas, enquanto 16.832 torcedores vibram com a reação alvirrubra. O jogo, iniciado às 21h30, permanece eletrizante, com o Tricolor Paulista segurando a vantagem no placar agregado de 4 a 2, após vencer por 2 a 1 no Morumbis.
O confronto tem sido marcado por decisões cruciais da arbitragem, expulsões e lances polêmicos. O São Paulo abriu o placar com Luciano e ampliou com Rodriguinho, mas o Náutico, mesmo com um jogador a menos após a expulsão de Marquinhos, não desiste. A renda de R$ 1.600.968,00 reflete o grande interesse pelo duelo, que continua aberto.
Principais momentos até agora:
- Gol de Luciano aos 3 minutos do primeiro tempo, de cabeça, após escanteio de Oscar.
- Expulsões de Marquinhos (Náutico) e Ferraresi (São Paulo), deixando ambos os times com 10 jogadores.
- Gol de Rodriguinho aos 29 minutos do segundo tempo, aproveitando rebote de Muriel.
- Gol de Hélio Borges aos 37 minutos do segundo tempo, validado pelo VAR aos 40 minutos.
HÉLIO BORGES 💥🇦🇹 pic.twitter.com/G95s4y50HW
— Náutico (@nauticope) May 21, 2025
Arbitragem sob holofotes
Jonathan Benkenstein Pinheiro enfrenta um jogo repleto de desafios. O VAR, comandado por Daniel Nobre Bins, foi decisivo aos 39 minutos do segundo tempo, quando revisou o gol de Hélio Borges, inicialmente anulado por impedimento. Após traçar as linhas, o árbitro confirmou a legalidade do lance aos 40 minutos, gerando euforia nas arquibancadas alvirrubras. Antes, o VAR também confirmou as expulsões de Marquinhos, aos 10 minutos do primeiro tempo, por um pisão em Cédric, e de Ferraresi, aos 19 minutos, por um carrinho em Igor Fernandes.
A arbitragem distribuiu vários cartões amarelos. Wellerson, goleiro reserva do Náutico, foi advertido aos 20 minutos do primeiro tempo por reclamação. No segundo tempo, Enzo Díaz recebeu amarelo por cera, Rodriguinho por tirar a camisa na comemoração, e os técnicos Hélio dos Anjos e Zubeldía por reclamações. A chuva, que dificulta a visibilidade, torna o trabalho do trio, completado por Maíra Mastella Moreira e Jorge Eduardo Bernardi, ainda mais complexo.
Aos 42 minutos, uma confusão entre Luciano e Hélio Borges aqueceu os ânimos, mas o árbitro controlou a situação sem novas punições. A torcida do Náutico, insatisfeita com algumas marcações, mantém a pressão, enquanto o São Paulo protesta contra a validação do gol. O jogo segue tenso, com a arbitragem no centro das atenções.
Primeiro tempo de domínio tricolor
O São Paulo começou avassalador, marcando aos 3 minutos do primeiro tempo. Oscar cobrou escanteio, e Luciano subiu livre para cabecear e abrir o placar. A vantagem inicial permitiu ao Tricolor explorar as laterais, com Cédric e Enzo Díaz criando jogadas perigosas. O Náutico respondeu com cruzamentos de Patrick Allan e chutes de Bruno Mezenga, mas esbarrou na defesa bem postada do adversário.
Aos 10 minutos, Marquinhos, do Náutico, foi expulso após um pisão em Cédric, confirmado pelo VAR. O São Paulo, porém, também perdeu Ferraresi aos 19 minutos, expulso por um carrinho em Igor Fernandes, equilibrando numericamente as equipes. No 10 contra 10, o Náutico ganhou volume de jogo, mas criou poucas chances claras. Aos 47 minutos, Lucas Ferreira teve uma oportunidade, mas Muriel fez uma grande defesa.
A chuva intensificou-se no final do primeiro tempo, deixando o gramado pesado. O intervalo chegou com o São Paulo vencendo por 1 a 0, mas com o Náutico mostrando disposição para reagir.
Estratégias táticas em evolução
Hélio dos Anjos, técnico do Náutico, apostou em um esquema ofensivo para reverter a desvantagem do jogo de ida. Kelvin e Bruno Mezenga iniciaram no ataque, com apoio de Igor Fernandes pelas laterais. No intervalo, Thalissinho e Marcos Ytalo entraram para dar velocidade, enquanto Caio Vitor, Igor Pereira e Hélio Borges reforçaram o time no segundo tempo. A entrada de Hélio Borges foi crucial, resultando no gol que reacendeu a esperança alvirrubra.
O São Paulo, comandado por Zubeldía, mantém uma postura cautelosa, aproveitando a vantagem no placar agregado. A equipe prioriza bolas paradas e posse de bola, com Oscar e Luciano sendo peças-chave. No segundo tempo, Rodriguinho, Pablo Maia e Ryan Francisco entraram, trazendo controle e fôlego. Aos 43 minutos, Bobadilla e Ruan substituíram Cédric e Luciano, reforçando a defesa tricolor.
O gramado encharcado influencia as táticas. O Náutico busca jogadas rápidas, enquanto o São Paulo aposta em contra-ataques. A partida segue disputada, com ambos os times adaptando-se às condições adversas.
Principais substituições:
- Náutico: Thalissinho por Patrick Allan, Marcos Ytalo por Arnaldo, Caio Vitor por Kelvin, Igor Pereira por Auremir, Hélio Borges por Marco Antônio.
- São Paulo: Rodriguinho por Lucas Ferreira, Pablo Maia por Alisson, Ryan Francisco por André Silva, Bobadilla por Cédric, Ruan por Luciano.
Torcida alvirrubra vibra com o gol
Os 16.832 torcedores nos Aflitos criam uma atmosfera vibrante, especialmente após o gol de Hélio Borges. A torcida alvirrubra, com bandeiras e faixas, canta sem parar, empurrando o time para a reação. Um momento curioso ocorreu aos 4 minutos do primeiro tempo, quando um sapato foi arremessado em campo durante a comemoração do gol de Luciano, sendo retirado pelo árbitro.
A torcida do São Paulo, em menor número, também marca presença. Aos 22 minutos do segundo tempo, os tricolores gritaram por Ryan Francisco, que entrou e participou do segundo gol. A rivalidade aquece o ambiente, mas a paixão pelo futebol predomina, com ambas as torcidas incentivando até os 42 minutos.
Segundo tempo de emoções intensas
O segundo tempo começou com o Náutico pressionando. Thalissinho arriscou de longe aos 5 minutos, mas Rafael defendeu. O São Paulo respondeu aos 22 minutos, quando André Silva perdeu uma chance clara, finalizando por cima após cruzamento de Cédric. Aos 29 minutos, o Tricolor ampliou com Rodriguinho, que aproveitou rebote de Muriel após jogada de Ryan Francisco.
O Náutico não desistiu e, aos 37 minutos, Hélio Borges marcou após cobrança de escanteio e desvio de Rayan. O gol foi inicialmente anulado por impedimento, mas validado pelo VAR aos 40 minutos, reacendendo a esperança alvirrubra. Aos 42 minutos, uma confusão entre Luciano e Hélio Borges elevou a tensão, mas o árbitro controlou a situação. O jogo segue aberto, com o Náutico buscando o empate.
Linha do tempo dos principais lances
A partida tem sido definida por momentos cruciais:
- 3’ (1T): Luciano marca de cabeça após escanteio de Oscar, abrindo o placar para o São Paulo.
- 10’ (1T): Marquinhos, do Náutico, é expulso por pisão em Cédric, confirmado pelo VAR.
- 19’ (1T): Ferraresi, do São Paulo, recebe cartão vermelho por carrinho em Igor Fernandes.
- 29’ (2T): Rodriguinho marca o segundo gol do São Paulo, aproveitando rebote de Muriel.
- 37’ (2T): Hélio Borges marca para o Náutico, gol validado pelo VAR aos 40 minutos.
Substituições moldam o jogo
As substituições têm sido fundamentais. O Náutico promoveu mudanças no intervalo, com Thalissinho e Marcos Ytalo entrando para dar velocidade. No segundo tempo, Caio Vitor, Igor Pereira e Hélio Borges reforçaram o ataque, com Borges marcando o gol validado. As alterações visam manter a pressão ofensiva, especialmente em bolas paradas.
O São Paulo também ajustou sua formação. Rodriguinho e Pablo Maia entraram no segundo tempo, trazendo controle ao meio-campo, enquanto Ryan Francisco participou do segundo gol. Aos 43 minutos, Bobadilla e Ruan entraram para reforçar a defesa, com Luciano e Cédric deixando o campo. As mudanças refletem a estratégia tricolor de segurar a vantagem.
Gramado desafia os jogadores
A chuva transforma o campo dos Aflitos em um obstáculo. Poças d’água se formam, dificultando passes e finalizações. Aos 6 minutos do primeiro tempo, a bola já levantava água em alguns pontos. No segundo tempo, a situação piorou, afetando principalmente as jogadas de velocidade do Náutico.
O São Paulo, com uma estratégia mais cadenciada, adapta-se melhor ao gramado pesado. A defesa tricolor, liderada por Alan Franco e Arboleda, neutraliza os ataques alvirrubros. A torcida, apesar do clima, mantém o entusiasmo, incentivando as equipes em um jogo que testa a resistência de todos.
Pressão do Náutico continua
Aos 42 minutes do segundo tempo, o Náutico mantém a posse de bola perto da área adversária. A validação do gol de Hélio Borges deu novo ânimo ao time, que busca o empate. Igor Fernandes e Marcos Ytalo exploram as laterais, enquanto Caio Vitor organiza as jogadas no meio. A torcida alvirrubra, em êxtase, pressiona por mais um gol.
O São Paulo, com a vantagem de 2 a 1 no jogo e 4 a 2 no agregado, joga com calma, priorizando a posse de bola. As entradas de Bobadilla e Ruan reforçam a defesa, enquanto Ryan Francisco busca espaços no ataque. O jogo segue intenso, com o Náutico precisando de mais um gol para levar a decisão aos pênaltis.







