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Mix Vale

A partida entre Bahia e Paysandu, válida pelo jogo de volta da terceira fase da Copa do Brasil, começou eletrizante na Casa de Apostas Arena Fonte Nova. Com apenas um minuto de jogo, o Bahia abriu o placar, mostrando intensidade e aproveitando a vantagem conquistada na partida de ida, vencida por 1 a 0. A torcida, que lotou as arquibancadas, vibrou com o gol precoce e a promessa de um confronto movimentado. O jogo, disputado às 19h30, segue com lances de tirar o fôlego.

O Paysandu, por sua vez, entrou em campo com a missão de reverter o resultado adverso. A equipe paraense, que enfrenta um momento instável na Série B, precisa de uma vitória por dois gols de diferença para avançar diretamente ou, ao menos, igualar o placar para levar a decisão aos pênaltis. A pressão é grande, mas o time bicolor demonstrou disposição nos primeiros minutos. Abaixo, os principais destaques do confronto até agora:

  • Gol relâmpago: Michel Araujo marcou aos 1 minuto, aproveitando tabela entre Kayky e Jean Lucas.
  • Chances criadas: O Bahia quase ampliou com Iago Borduchi, que obrigou o goleiro Matheus Nogueira a fazer grande defesa.
  • Resposta do Paysandu: Jorge Benítez finalizou com perigo, mas parou em Marcos Felipe.

Pressão inicial do Bahia

O Bahia começou a partida com uma postura ofensiva, explorando principalmente o lado direito do campo. A triangulação entre Kayky, Jean Lucas e Michel Araujo foi decisiva para o gol que abriu o placar. Aos 7 minutos, outra jogada pela direita quase resultou no segundo gol, mas a zaga do Paysandu conseguiu afastar o perigo após uma confusão na área. A torcida tricolor, empolgada, não parava de apoiar, criando um ambiente de pressão constante sobre os visitantes.

A estratégia do técnico Rogério Ceni parece clara: manter a posse de bola e buscar espaços na defesa adversária. O Bahia, que vem de uma vitória no clássico Ba-Vi, exibe confiança e organização tática. Até os 13 minutos, o time baiano já havia finalizado três vezes, com duas chances claras de gol.

Resposta do Paysandu

Apesar do gol sofrido logo no início, o Paysandu não se intimidou. Aos 11 minutos, Jorge Benítez teve a melhor oportunidade do time paraense, dominando dentro da área e chutando cruzado. O goleiro Marcos Felipe, atento, fez uma defesa crucial, evitando o empate. A equipe comandada por Luizinho Lopes tenta se reorganizar, apostando em jogadas pelas laterais e na velocidade de Bryan Borges.

O Paysandu, no entanto, enfrenta dificuldades para manter a posse de bola. Até o momento, o time conseguiu apenas 31 passes, com 90% de acerto, contra 106 passes do Bahia, com 93% de precisão. A diferença técnica é evidente, mas a determinação do Papão em buscar o resultado mantém o jogo aberto.

Momentos decisivos do primeiro tempo

O jogo segue com lances intensos nos primeiros 13 minutos, e os principais momentos mostram a dinâmica do confronto:

  • 1 minuto: Michel Araujo abre o placar após tabela com Kayky e Jean Lucas, finalizando na marca do pênalti.
  • 2 minutos: Iago Borduchi chuta cruzado, e Matheus Nogueira espalma para escanteio.
  • 8 minutos: Marcos Felipe erra cabeceio fora da área, mas a defesa do Bahia afasta o perigo.
  • 11 minutos: Jorge Benítez chuta cruzado, e Marcos Felipe faz grande defesa.
  • 13 minutos: Marcos Felipe falha na saída de bola, mas se recupera com outra defesa importante.

Instabilidade defensiva do Paysandu

A defesa do Paysandu tem enfrentado problemas para conter o ataque do Bahia. A dupla de zaga, formada por Luan Freitas e Maurício Antônio, cometeu erros de posicionamento que resultaram em chances claras para o adversário. Aos 7 minutos, uma falha de comunicação permitiu que o Bahia chegasse com perigo, mas Matheus Nogueira, goleiro do Papão, evitou o pior.

O técnico Luizinho Lopes, ciente da necessidade de ajustes, orienta a equipe a fechar os espaços no meio-campo. Leandro Vilela e André Lima, volantes do Paysandu, tentam conter o avanço de Jean Lucas e Rodrigo Nestor, mas a movimentação do Bahia dificulta a marcação. Até agora, o Paysandu cometeu três faltas, contra apenas uma do Bahia.

Vantagem tricolor na competição

O Bahia chega ao confronto com uma vantagem significativa. Além do placar de 1 a 0 construído no jogo de ida, com gol de Cauly, o time baiano tem um retrospecto favorável na temporada. A única derrota contra equipes fora da Série A foi para o Jacuipense, pelo Campeonato Baiano, o que reforça a confiança do elenco.

Rogério Ceni escalou o time no 4-3-3, com Marcos Felipe no gol, Fredi Lippert, Gabriel Xavier, Santiago Mingo e Iago na defesa, Acevedo, Jean Lucas e Rodrigo Nestor no meio, e Michel Araujo, Willian José e Kayky no ataque. A formação permite ao Bahia controlar o jogo e explorar a velocidade pelos lados do campo.

Desfalque de última hora

Antes do apito inicial, o Bahia enfrentou um imprevisto. O atacante Erick sentiu dores durante o aquecimento e foi substituído por Santiago Mingo na zaga, com Ramos Mingo entrando no banco de reservas. A ausência de Erick, conhecido como “Fantástico Pulguinha” pela torcida, pode impactar o planejamento ofensivo do time, embora Michel Araujo e Kayky tenham começado a partida com grande intensidade.

A torcida, que esperava ver Erick em campo, demonstrou apoio ao jogador nas redes sociais, mas o foco rapidamente se voltou para o desempenho coletivo do time. A troca de última hora não parece ter abalado a confiança do Bahia, que começou o jogo dominando as ações.

Arbitragem sob os holofotes

A equipe de arbitragem, comandada por João Vitor Gobi, de São Paulo, tem atuação discreta até o momento. Os assistentes Alex Ang Ribeiro e Daniel Paulo Ziolli, também de São Paulo, acompanham as jogadas de linha, enquanto Rafael Traci, de Santa Catarina, comanda o VAR. Até os 13 minutos, nenhuma decisão polêmica foi registrada, e o jogo flui sem interrupções significativas.

A torcida do Bahia, conhecida por sua paixão, mantém a pressão sobre o árbitro em lances disputados, mas o jogo segue dentro da normalidade. A média de duas faltas por equipe reflete a intensidade do confronto, sem exageros disciplinares.

Números do confronto até agora

Os primeiros 13 minutos mostram um Bahia dominante em termos estatísticos:

  • Posse de bola: 50% para cada equipe, mas o Bahia é mais eficiente nos passes.
  • Finalizações: Bahia com três (duas no gol), contra duas do Paysandu (uma no gol).
  • Escanteios: Dois para o Bahia, um para o Paysandu.
  • Defesas: Marcos Felipe e Matheus Nogueira com uma defesa cada.
  • Faltas: Três cometidas pelo Paysandu, uma pelo Bahia.

Histórico na Copa do Brasil

O Bahia tem tradição na Copa do Brasil, com Cauly se destacando como o terceiro maior artilheiro do clube na competição. O gol no jogo de ida reforçou a importância do meia-atacante para o time. Já o Paysandu enfrenta um desafio histórico: em 16 confrontos na competição em que perdeu o jogo de ida, apenas duas vezes conseguiu a virada no jogo de volta, a última em 2016, contra o Operário-PR.

A equipe paraense, que utiliza o esquema 4-3-3, com Matheus Nogueira no gol, Edílson Júnior, Luan Freitas, Maurício Antônio e PK na defesa, Leandro Vilela, André Lima e Matheus Vargas no meio, e Bryan Borges, Jorge Benítez e Reverson no ataque, busca inspiração para superar as adversidades.

Torcida como fator decisivo

A Casa de Apostas Arena Fonte Nova está lotada, com a torcida do Bahia criando um ambiente vibrante. Os cânticos não param, e a energia das arquibancadas parece impulsionar o time da casa. O Paysandu, acostumado a jogar sob pressão na Série B, tenta manter a concentração, mas a atmosfera favorece o Tricolor.

Nos primeiros minutos, a torcida celebrou cada desarme e vibrou intensamente com o gol de Michel Araujo. A expectativa é de que o apoio continue sendo um diferencial ao longo da partida, especialmente se o jogo seguir disputado.

Desempenho individual em destaque

Michel Araujo, autor do gol, é o grande nome do jogo até agora. O atacante, que já havia tentado uma arrancada logo no primeiro minuto, mostrou oportunismo ao finalizar na marca do pênalti. Kayky, com sua velocidade, e Jean Lucas, com precisão nos passes, também se destacam pelo Bahia.

Pelo lado do Paysandu, Jorge Benítez é a principal referência ofensiva. O atacante paraguaio criou a melhor chance do time e segue sendo a esperança para uma possível reação. Matheus Nogueira, com uma defesa importante, também evita um placar mais elástico.

Ritmo intenso nos minutos iniciais

O jogo mantém um ritmo acelerado, com o Bahia buscando ampliar a vantagem e o Paysandu tentando equilibrar as ações. Aos 13 minutos, Marcos Felipe voltou a aparecer, corrigindo um erro na saída de bola com uma defesa segura. A partida, que ainda está no primeiro tempo, promete mais emoções, com ambos os times criando oportunidades.

A troca de passes do Bahia no campo de defesa, vista aos 5 minutos, mostra a confiança do time em controlar o jogo. Já o Paysandu, mesmo com menos posse de bola, aposta em jogadas diretas

Luís Henrique Costa é jornalista formado pela FMU, editor-chefe e fundador do Mix Vale, portal de notícias em atividade desde 2013. Responde pela direção editorial do veículo, que cobre Brasil e mundo em economia, benefícios sociais, esportes, tecnologia, ciência e entretenimento. Atua na área há mais de 15 anos e lidera uma equipe de cerca de 15 colaboradores.

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