Bahia abre placar em 1 minuto com Michel Araujo e pressiona Paysandu na Copa do Brasil; veja o golPor Luís Henrique Costa
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A partida entre Bahia e Paysandu, válida pelo jogo de volta da terceira fase da Copa do Brasil, começou eletrizante na Casa de Apostas Arena Fonte Nova. Com apenas um minuto de jogo, o Bahia abriu o placar, mostrando intensidade e aproveitando a vantagem conquistada na partida de ida, vencida por 1 a 0. A torcida, que lotou as arquibancadas, vibrou com o gol precoce e a promessa de um confronto movimentado. O jogo, disputado às 19h30, segue com lances de tirar o fôlego.
O Paysandu, por sua vez, entrou em campo com a missão de reverter o resultado adverso. A equipe paraense, que enfrenta um momento instável na Série B, precisa de uma vitória por dois gols de diferença para avançar diretamente ou, ao menos, igualar o placar para levar a decisão aos pênaltis. A pressão é grande, mas o time bicolor demonstrou disposição nos primeiros minutos. Abaixo, os principais destaques do confronto até agora:
- Gol relâmpago: Michel Araujo marcou aos 1 minuto, aproveitando tabela entre Kayky e Jean Lucas.
- Chances criadas: O Bahia quase ampliou com Iago Borduchi, que obrigou o goleiro Matheus Nogueira a fazer grande defesa.
- Resposta do Paysandu: Jorge Benítez finalizou com perigo, mas parou em Marcos Felipe.
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— Esporte Clube Bahia (@ecbahia) May 21, 2025
De pé em pé até meu pivete Michel abrir o marcador. #BBMP pic.twitter.com/BnFCv5cZQW
Pressão inicial do Bahia
O Bahia começou a partida com uma postura ofensiva, explorando principalmente o lado direito do campo. A triangulação entre Kayky, Jean Lucas e Michel Araujo foi decisiva para o gol que abriu o placar. Aos 7 minutos, outra jogada pela direita quase resultou no segundo gol, mas a zaga do Paysandu conseguiu afastar o perigo após uma confusão na área. A torcida tricolor, empolgada, não parava de apoiar, criando um ambiente de pressão constante sobre os visitantes.
A estratégia do técnico Rogério Ceni parece clara: manter a posse de bola e buscar espaços na defesa adversária. O Bahia, que vem de uma vitória no clássico Ba-Vi, exibe confiança e organização tática. Até os 13 minutos, o time baiano já havia finalizado três vezes, com duas chances claras de gol.
Resposta do Paysandu
Apesar do gol sofrido logo no início, o Paysandu não se intimidou. Aos 11 minutos, Jorge Benítez teve a melhor oportunidade do time paraense, dominando dentro da área e chutando cruzado. O goleiro Marcos Felipe, atento, fez uma defesa crucial, evitando o empate. A equipe comandada por Luizinho Lopes tenta se reorganizar, apostando em jogadas pelas laterais e na velocidade de Bryan Borges.
O Paysandu, no entanto, enfrenta dificuldades para manter a posse de bola. Até o momento, o time conseguiu apenas 31 passes, com 90% de acerto, contra 106 passes do Bahia, com 93% de precisão. A diferença técnica é evidente, mas a determinação do Papão em buscar o resultado mantém o jogo aberto.
Momentos decisivos do primeiro tempo
O jogo segue com lances intensos nos primeiros 13 minutos, e os principais momentos mostram a dinâmica do confronto:
- 1 minuto: Michel Araujo abre o placar após tabela com Kayky e Jean Lucas, finalizando na marca do pênalti.
- 2 minutos: Iago Borduchi chuta cruzado, e Matheus Nogueira espalma para escanteio.
- 8 minutos: Marcos Felipe erra cabeceio fora da área, mas a defesa do Bahia afasta o perigo.
- 11 minutos: Jorge Benítez chuta cruzado, e Marcos Felipe faz grande defesa.
- 13 minutos: Marcos Felipe falha na saída de bola, mas se recupera com outra defesa importante.
Instabilidade defensiva do Paysandu
A defesa do Paysandu tem enfrentado problemas para conter o ataque do Bahia. A dupla de zaga, formada por Luan Freitas e Maurício Antônio, cometeu erros de posicionamento que resultaram em chances claras para o adversário. Aos 7 minutos, uma falha de comunicação permitiu que o Bahia chegasse com perigo, mas Matheus Nogueira, goleiro do Papão, evitou o pior.
O técnico Luizinho Lopes, ciente da necessidade de ajustes, orienta a equipe a fechar os espaços no meio-campo. Leandro Vilela e André Lima, volantes do Paysandu, tentam conter o avanço de Jean Lucas e Rodrigo Nestor, mas a movimentação do Bahia dificulta a marcação. Até agora, o Paysandu cometeu três faltas, contra apenas uma do Bahia.
Vantagem tricolor na competição
O Bahia chega ao confronto com uma vantagem significativa. Além do placar de 1 a 0 construído no jogo de ida, com gol de Cauly, o time baiano tem um retrospecto favorável na temporada. A única derrota contra equipes fora da Série A foi para o Jacuipense, pelo Campeonato Baiano, o que reforça a confiança do elenco.
Rogério Ceni escalou o time no 4-3-3, com Marcos Felipe no gol, Fredi Lippert, Gabriel Xavier, Santiago Mingo e Iago na defesa, Acevedo, Jean Lucas e Rodrigo Nestor no meio, e Michel Araujo, Willian José e Kayky no ataque. A formação permite ao Bahia controlar o jogo e explorar a velocidade pelos lados do campo.
Desfalque de última hora
Antes do apito inicial, o Bahia enfrentou um imprevisto. O atacante Erick sentiu dores durante o aquecimento e foi substituído por Santiago Mingo na zaga, com Ramos Mingo entrando no banco de reservas. A ausência de Erick, conhecido como “Fantástico Pulguinha” pela torcida, pode impactar o planejamento ofensivo do time, embora Michel Araujo e Kayky tenham começado a partida com grande intensidade.
A torcida, que esperava ver Erick em campo, demonstrou apoio ao jogador nas redes sociais, mas o foco rapidamente se voltou para o desempenho coletivo do time. A troca de última hora não parece ter abalado a confiança do Bahia, que começou o jogo dominando as ações.
Arbitragem sob os holofotes
A equipe de arbitragem, comandada por João Vitor Gobi, de São Paulo, tem atuação discreta até o momento. Os assistentes Alex Ang Ribeiro e Daniel Paulo Ziolli, também de São Paulo, acompanham as jogadas de linha, enquanto Rafael Traci, de Santa Catarina, comanda o VAR. Até os 13 minutos, nenhuma decisão polêmica foi registrada, e o jogo flui sem interrupções significativas.
A torcida do Bahia, conhecida por sua paixão, mantém a pressão sobre o árbitro em lances disputados, mas o jogo segue dentro da normalidade. A média de duas faltas por equipe reflete a intensidade do confronto, sem exageros disciplinares.
Números do confronto até agora
Os primeiros 13 minutos mostram um Bahia dominante em termos estatísticos:
- Posse de bola: 50% para cada equipe, mas o Bahia é mais eficiente nos passes.
- Finalizações: Bahia com três (duas no gol), contra duas do Paysandu (uma no gol).
- Escanteios: Dois para o Bahia, um para o Paysandu.
- Defesas: Marcos Felipe e Matheus Nogueira com uma defesa cada.
- Faltas: Três cometidas pelo Paysandu, uma pelo Bahia.
Histórico na Copa do Brasil
O Bahia tem tradição na Copa do Brasil, com Cauly se destacando como o terceiro maior artilheiro do clube na competição. O gol no jogo de ida reforçou a importância do meia-atacante para o time. Já o Paysandu enfrenta um desafio histórico: em 16 confrontos na competição em que perdeu o jogo de ida, apenas duas vezes conseguiu a virada no jogo de volta, a última em 2016, contra o Operário-PR.
A equipe paraense, que utiliza o esquema 4-3-3, com Matheus Nogueira no gol, Edílson Júnior, Luan Freitas, Maurício Antônio e PK na defesa, Leandro Vilela, André Lima e Matheus Vargas no meio, e Bryan Borges, Jorge Benítez e Reverson no ataque, busca inspiração para superar as adversidades.
Torcida como fator decisivo
A Casa de Apostas Arena Fonte Nova está lotada, com a torcida do Bahia criando um ambiente vibrante. Os cânticos não param, e a energia das arquibancadas parece impulsionar o time da casa. O Paysandu, acostumado a jogar sob pressão na Série B, tenta manter a concentração, mas a atmosfera favorece o Tricolor.
Nos primeiros minutos, a torcida celebrou cada desarme e vibrou intensamente com o gol de Michel Araujo. A expectativa é de que o apoio continue sendo um diferencial ao longo da partida, especialmente se o jogo seguir disputado.
Desempenho individual em destaque
Michel Araujo, autor do gol, é o grande nome do jogo até agora. O atacante, que já havia tentado uma arrancada logo no primeiro minuto, mostrou oportunismo ao finalizar na marca do pênalti. Kayky, com sua velocidade, e Jean Lucas, com precisão nos passes, também se destacam pelo Bahia.
Pelo lado do Paysandu, Jorge Benítez é a principal referência ofensiva. O atacante paraguaio criou a melhor chance do time e segue sendo a esperança para uma possível reação. Matheus Nogueira, com uma defesa importante, também evita um placar mais elástico.
Ritmo intenso nos minutos iniciais
O jogo mantém um ritmo acelerado, com o Bahia buscando ampliar a vantagem e o Paysandu tentando equilibrar as ações. Aos 13 minutos, Marcos Felipe voltou a aparecer, corrigindo um erro na saída de bola com uma defesa segura. A partida, que ainda está no primeiro tempo, promete mais emoções, com ambos os times criando oportunidades.
A troca de passes do Bahia no campo de defesa, vista aos 5 minutos, mostra a confiança do time em controlar o jogo. Já o Paysandu, mesmo com menos posse de bola, aposta em jogadas diretas







