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O Atlético-MG terminou o primeiro tempo com vantagem no placar contra o Maringá, em duelo válido pela terceira fase da Copa do Brasil, na Arena MRV, em Belo Horizonte. Um gol de Rubens, aos 48 minutos, definiu o ritmo de uma partida marcada por intensidade e chances claras de ambos os lados. O jogo, disputado às 21h30, teve momentos de pressão do Galo, mas também respostas perigosas do Dogão, que não se intimidou diante do adversário de Série A. A torcida, vibrante, impulsionou o time da casa em busca de ampliar o marcador antes do intervalo.

No início, o Maringá mostrou organização tática, com marcação individual que dificultou as jogadas do Atlético-MG. A posse de bola, que chegou a 63% para o Galo no primeiro terço do jogo, não se traduziu em domínio absoluto. O Dogão, com contra-ataques rápidos, criou oportunidades que exigiram atenção da defesa atleticana.

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  • Principais momentos iniciais: O Maringá começou recuado, mas explorou brechas com Lucas Bonifácio e Negueba.
  • Pressão do Galo: O Atlético-MG cresceu após os 15 minutos, com Scarpa e Cuello liderando as ações ofensivas.
  • Resposta do Dogão: Moraes quase marcou em chute com efeito, mantendo o jogo equilibrado.

Reação do Maringá após pressão inicial

O Maringá, mesmo sob pressão, manteve a postura defensiva sólida nos primeiros minutos. A marcação individual, destacada por Rubens como um desafio, limitou os espaços do Atlético-MG. Lucas Bonifácio, pelo lado direito, tentou furar o bloqueio defensivo do Galo, mas foi neutralizado por Lyanco e Alonso. Aos 13 minutos, um cruzamento do atacante quase encontrou Negueba na área, mas a defesa atleticana afastou o perigo.

Aos 15 minutos, o Dogão começou a apelar para faltas táticas, o que gerou cartões amarelos para Max Miller e Gustavo Vilar. Essas infrações, segundo o zagueiro Vilar, foram uma tentativa de conter o ímpeto do Galo, que passou a trocar passes com mais fluidez. O Maringá, no entanto, não abriu mão de contra-ataques, com Maranhão servindo Moraes em uma jogada que quase resultou em gol aos 22 minutos.

Domínio do Atlético-MG no meio do primeiro tempo

Aos 20 minutos, o Atlético-MG começou a impor seu ritmo. Natanael, pela lateral direita, arriscou um chute que passou longe, mas sinalizou a intenção do Galo de pressionar. Scarpa, com liberdade no meio-campo, passou a articular as jogadas, enquanto Hulk explorava sua velocidade. Uma jogada ensaiada, aos 32 minutos, quase abriu o placar: Hulk rolou para Scarpa em cobrança de falta, mas o chute rasteiro foi facilmente defendido por Rafael William.

Cuello, um dos destaques do Galo, criou duas chances claras. Aos 27 minutos, após passe de calcanhar de Alonso, finalizou rasteiro, com a bola raspando a trave. Aos 34 minutos, após tabela com Alonso, mandou por cima do gol. A torcida, empolgada, incentivava cada investida, enquanto o Maringá recuava, focado em evitar o gol antes do intervalo.

  • Chances perdidas: Cuello desperdiçou duas finalizações claras, mantendo o placar zerado até os 35 minutos.
  • Defesa do Dogão: Rafael William fez defesas importantes, incluindo uma em chute de Cuello aos 35 minutos.
  • Pressão da torcida: O apoio nas arquibancadas aumentou a intensidade do Galo.

Cartões e faltas aquecem o jogo

O jogo ganhou contornos mais físicos a partir dos 28 minutos. Rony, do Atlético-MG, sofreu um pisão involuntário de Tito após um empurrão, o que gerou reclamações. O camisa 33 pediu maior rigor do árbitro, mas a partida seguiu sem punições adicionais. Do lado do Maringá, Max Miller recebeu cartão amarelo por agarrar Cuello na entrada da área, enquanto Vilar foi advertido por falta dura em Hulk aos 40 minutos.

Essas infrações refletiram a estratégia do Maringá de frear o ritmo do Galo, que dominava a posse de bola. O Atlético-MG, por sua vez, aproveitou as faltas para criar perigo em jogadas de bola parada. Scarpa, em cobrança de escanteio aos 37 minutos, tentou encontrar Lyanco, mas a zaga do Dogão afastou com eficiência.

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Gol de Rubens no fim do primeiro tempo

Aos 48 minutos, o Atlético-MG abriu o placar com Rubens. A jogada começou com um lateral cobrado rapidamente por Cuello, que encontrou o lateral-esquerdo sem marcação dentro da área. Rubens finalizou rasteiro, por baixo de Rafael William, garantindo a vantagem do Galo. O gol, segundo o próprio Rubens, foi fruto da velocidade na transição, explorando uma brecha na defesa do Maringá.

O lance foi um golpe duro para o Dogão, que, segundo Vilar, sofreu com um “descuido de segundos”. A torcida explodiu na Arena MRV, enquanto o Maringá buscava se reorganizar para o segundo tempo. The goal capped Atlético-MG’s pressure in the final minutes, as the home team finally broke through the opponent’s defense.

  • Origem do gol: Lateral rápido de Cuello pegou a defesa do Maringá desprevenida.
  • Finalização precisa: Rubens bateu rasteiro, sem chances para o goleiro.
  • Impacto imediato: O gol mudou o ânimo da partida, com o Galo mais confiante.

Linha do tempo dos principais lances

O primeiro tempo foi marcado por momentos de equilíbrio e intensidade. Abaixo, os principais lances que definiram os 49 minutos iniciais:

  • 13 minutos: Lucas Bonifácio cruza, e Negueba quase marca de cabeça para o Maringá.
  • 22 minutos: Moraes finaliza com efeito em contra-ataque, mas a bola vai por cima do gol de Everson.
  • 27 minutos: Cuello, após passe de Alonso, finaliza rasteiro e quase abre o placar para o Galo.
  • 35 minutos: Rafael William faz grande defesa em chute de Cuello, mantendo o placar zerado.
  • 48 minutos: Rubens marca o gol da vitória parcial do Atlético-MG, em jogada rápida com Cuello.

Estratégias táticas do Maringá

O Maringá apostou em uma marcação individual que dificultou a criação de jogadas do Atlético-MG. Segundo Vilar, a equipe sabia da importância de neutralizar jogadores como Hulk e Scarpa. A estratégia funcionou em parte, mas falhou em momentos de transição rápida, como no gol de Rubens. O Dogão também buscou contra-ataques, com Maranhão e Moraes sendo as principais armas ofensivas.

Nos minutos finais, o recuo excessivo do Maringá, conforme observado aos 43 minutos, deu mais espaço ao Galo. A equipe paranaense, mesmo com boas chances, como a de Moraes aos 22 minutos, não conseguiu converter suas oportunidades. A expectativa, segundo Vilar, é ajustar a postura no segundo tempo para buscar o empate.

Pressão do Atlético-MG antes do intervalo

O Atlético-MG, após um início equilibrado, assumiu o controle a partir dos 26 minutos. A troca de passes, liderada por Scarpa e Alonso, criou brechas na defesa do Maringá. Cuello, com movimentação constante, foi uma ameaça pelo lado esquerdo, enquanto Hulk explorava a profundidade. A chance mais clara, antes do gol, veio aos 35 minutos, quando Rafael William fez uma defesaça em finalização de Cuello.

O gol de Rubens, aos 48 minutos, foi a recompensa pela insistência do Galo. A jogada rápida, destacada por Rubens como uma arma do time, explorou a desatenção da zaga do Dogão. A torcida, que lotava a Arena MRV, manteve o apoio, criando um ambiente favorável para o segundo tempo.

Desafios do Maringá no ataque

O Maringá enfrentou dificuldades para transformar suas chances em gols. Lucas Bonifácio, Negueba e Moraes criaram jogadas perigosas, mas faltou precisão nas finalizações. Aos 23 minutos, Negueba teve uma chance em sobra na entrada da área, mas o chute desviou na zaga do Galo. A equipe paranaense também sofreu com a pressão do Atlético-MG, que limitou os espaços no campo de ataque.

A defesa do Dogão, apesar de sólida, cometeu erros pontuais. O gol de Rubens, segundo Vilar, foi resultado de um “descuido” que custou caro. A equipe agora precisa se reorganizar para o segundo tempo, com ajustes táticos para neutralizar o ímpeto do Galo e buscar o empate.

  • Chances desperdiçadas: Moraes e Negueba tiveram finalizações perigosas, mas sem sucesso.
  • Marcação alta: O Maringá tentou pressionar a saída de bola do Galo, mas cedeu espaços.
  • Ajustes necessários: Vilar destacou a importância de ouvir o técnico para corrigir falhas.

Expectativas para o segundo tempo

O Atlético-MG entra no segundo tempo com a vantagem no placar e o apoio da torcida. Rubens, autor do gol, acredita que manter a “pegada” será essencial para ampliar o marcador. A equipe deve continuar explorando jogadas rápidas, como a do gol, para superar a marcação do Maringá. Scarpa e Cuello, com atuações destacadas, são peças-chave para o Galo.

O Maringá, por sua vez, precisa de ajustes para reverter o placar. A equipe paranaense, que mostrou qualidade em contra-ataques, deve buscar maior eficiência nas finalizações. Vilar, apesar do gol sofrido, mantém o otimismo, destacando a importância de corrigir os erros para buscar o empate. O jogo segue aberto, com ambos os times prometendo intensidade nos 45 minutos finais.

Jeronimo Santos é colaborador da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2016: Formação: Marketing

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