Grêmio x Bahia protagonizam jogo intenso com pênalti polêmico com VAR, 6 cartões amarelos e 9 minutos de acréscimosPor Luís Henrique Costa
Atualizado 13 min de leitura
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A partida entre Grêmio e Bahia, válida pelo Campeonato Brasileiro, mantém a Arena do Grêmio em ebulição. Aos 50 minutos do segundo tempo, o placar segue 1 a 0 para o time gaúcho, com gol de Martin Braithwaite em um pênalti polêmico. A tensão domina o confronto, marcado por seis cartões amarelos e decisões controversas do árbitro Bruno Arleu de Araujo. O jogo, que já ultrapassa os nove minutos de acréscimos, reflete a competitividade da Série A.
O Bahia pressiona pela igualdade, enquanto o Grêmio busca segurar a vantagem. O duelo tem sido intenso, com substituições estratégicas e chances claras de gol para ambos os lados. Momentos decisivos incluem:
- Pênalti marcado aos 8 minutos do segundo tempo, convertido por Braithwaite.
- Seis cartões amarelos, com advertências para Cristaldo, Amuzu, Pavón, David Duarte, Santiago Mingo e Everton Ribeiro.
- Jogadas individuais de Kayky e Erick Pulga, que quase mudaram o placar.
O confronto na Arena do Grêmio atrai olhares pela qualidade técnica e pela rivalidade em campo. A torcida gremista faz barulho, enquanto os baianos tentam reverter o cenário adverso. A seguir, os detalhes do jogo minuto a minuto mostram como a partida ganhou contornos dramáticos.
Arbitragem sob os holofotes
A atuação do árbitro Bruno Arleu de Araujo tem sido um dos pontos centrais do jogo. Aos 8 minutos do segundo tempo, ele marcou um pênalti para o Grêmio após disputa entre Braithwaite e o goleiro Marcos Felipe. A decisão, confirmada após análise do VAR, gerou protestos dos jogadores do Bahia. Everton Ribeiro, por exemplo, recebeu cartão amarelo por reclamação logo após o lance, aos 13 minutos.
O VAR voltou a ser protagonista aos 31 minutos, quando o especialista PC de Oliveira analisou um possível pênalti em Braithwaite e concluiu que não houve infração. A partida, repleta de faltas duras, já acumula seis cartões amarelos, com advertências distribuídas para ambos os times. A arbitragem, sob pressão, mantém o jogo sob controle, mas a tensão entre os atletas é evidente.
Cada decisão do juiz tem gerado reações imediatas nas arquibancadas e entre os técnicos. O Bahia, especialmente, sente o peso das marcações, enquanto o Grêmio aproveita a vantagem numérica no placar. A condução do jogo por Arleu de Araujo segue sendo observada de perto, com os acréscimos prolongados elevando ainda mais a temperatura do confronto.
Momentos cruciais da partida
O jogo entre Grêmio e Bahia é marcado por lances que poderiam ter mudado o placar. A seguir, os principais momentos registrados até os 50 minutos do segundo tempo:
- 1º minuto do 1º tempo: Dodi arrisca chute de fora da área e ganha escanteio para o Grêmio, dando o tom inicial do jogo.
- 18º minuto do 1º tempo: Lucho Rodríguez, do Bahia, desperdiça chance clara ao chutar para fora após passe de Gilberto.
- 28º minuto do 1º tempo: Juba cobra falta, Volpi dá rebote, e David Duarte isola chute na sobra, em uma das melhores chances do Bahia.
- 15º minuto do 2º tempo: Braithwaite converte pênalti polêmico, abrindo o placar para o Grêmio.
- 21º minuto do 2º tempo: Lucho Rodríguez cobra falta direta, mas Tiago Volpi faz grande defesa, evitando o empate.
Esses lances mostram o equilíbrio do confronto, com ambos os times criando oportunidades. O Bahia, mesmo atrás no placar, mantém a posse de bola e pressiona, enquanto o Grêmio aposta em contra-ataques e na solidez defensiva.

Primeiro tempo equilibrado
O primeiro tempo foi um reflexo da competitividade entre as equipes. O Grêmio começou melhor, dominando os primeiros 15 minutos com jogadas pelas laterais. Dodi e Cristian Olivera criaram chances, enquanto Braithwaite perdeu uma oportunidade clara aos 36 minutos, chutando por cima após cruzamento rasteiro. A torcida gremista, empolgada, apoiava o time, mas o Bahia logo equilibrou as ações.
Aos 14 minutos, Lucho Rodríguez quase abriu o placar para os baianos, mas finalizou mal. O Bahia cresceu com jogadas de Cauly e Erick Pulga, que exploraram a defesa gremista. Uma chance clara veio aos 28 minutos, quando David Duarte isolou chute após rebote de Volpi em cobrança de falta de Juba. O intervalo chegou com o placar zerado, mas com oito finalizações do Bahia contra seis do Grêmio.
Caio Alexandre, volante do Bahia, destacou a importância de caprichar no último passe para converter as chances criadas. O Grêmio, por sua vez, foi direto ao vestiário, sem entrevistas, focado em ajustes para a segunda etapa. O equilíbrio tático e as chances desperdiçadas marcaram os primeiros 45 minutos.
Segundo tempo ganha intensidade
A segunda etapa começou com o Grêmio mais agressivo. Logo aos 57 segundos, Pavón arriscou de fora da área, mas sem direção. Substituições importantes, como a entrada de Arezo no lugar de Braithwaite no início do segundo tempo, mostraram a intenção do técnico gremista de manter o ritmo. O Bahia respondeu com mudanças ofensivas, trazendo Kayky, Willian José e Rodrigo Nestor para o jogo.
Aos 8 minutos, o momento decisivo: Braithwaite caiu na área em disputa com Marcos Felipe, e o árbitro marcou pênalti. Após revisão do VAR, o atacante gremista cobrou no meio do gol e abriu o placar. O gol inflamou a partida, com o Bahia intensificando a pressão. Kayky, em jogada individual aos 34 minutos, quase empatou, mas foi travado pela defesa.
O jogo ganhou contornos dramáticos com os acréscimos de nove minutos, anunciados aos 45 minutos do segundo tempo. Incidentes curiosos, como o sistema de irrigação ligado atrás do gol de Marcos Felipe aos 2 minutos, adicionaram tensão ao confronto. A partida segue aberta, com o Bahia buscando o empate e o Grêmio tentando segurar a vantagem.
Substituições alteram o ritmo
As trocas realizadas pelos técnicos foram determinantes para o andamento do jogo. No Grêmio, a entrada de Pavón no intervalo, substituindo Amuzu, trouxe mais velocidade ao ataque. Ronald, que entrou aos 21 minutos do primeiro tempo no lugar de João Pedro, reforçou o meio-campo. No segundo tempo, Aravena substituiu Cristian Olivera aos 32 minutos, mantendo a intensidade ofensiva.
O Bahia, por sua vez, apostou em mudanças para buscar o empate. Aos 22 minutos, Kayky, Willian José e Rodrigo Nestor entraram, trazendo fôlego novo ao ataque. Iago e Cauly deram lugar a outros jogadores aos 38 minutos, com o técnico ajustando a equipe para pressionar. As substituições baianas aumentaram a posse de bola, mas a defesa gremista, liderada por Wagner Leonardo, resistiu às investidas.
Cada alteração tática refletiu as estratégias opostas: o Grêmio reforçando a solidez defensiva e o Bahia buscando maior agressividade no ataque. Os minutos finais, com acréscimos prolongados, mostram como essas mudanças ainda podem definir o desfecho do confronto.
GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL DO GRÊMIO!
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Jogadas individuais em destaque
Kayky, do Bahia, tem sido um dos destaques do segundo tempo. Aos 34 minutos, ele fez jogada individual pela direita e cruzou, mas a defesa gremista cortou. Em outro lance, aos 40 minutos, o atacante driblou dentro da área e chutou travado, mostrando habilidade. Erick Pulga também brilhou, quase marcando aos 27 minutos após desvio em escanteio de Juba.
Pelo lado do Grêmio, Braithwaite foi decisivo ao converter o pênalti, quebrando seu jejum de gols. Pavón, com chutes de fora da área, e Cristian Olivera, com cruzamentos perigosos, também se destacaram. A qualidade técnica dos jogadores mantém o jogo em alto nível, com a torcida vibrando a cada lance.
Os atletas mostram disposição para decidir a partida, mas a eficiência nas finalizações segue como desafio. O Bahia, com mais posse de bola, depende de seus jogadores criativos, enquanto o Grêmio aposta na experiência de seus atacantes para segurar o resultado.
Faltas e cartões acumulam tensão
A intensidade do jogo resultou em várias faltas duras e advertências. No primeiro tempo, Cristaldo, Amuzu, David Duarte e Santiago Mingo receberam cartões amarelos por entradas fortes. No segundo tempo, Pavón e Everton Ribeiro também foram advertidos, elevando o total para seis cartões. As faltas, muitas vezes táticas, interromperam o ritmo em momentos cruciais.
Um exemplo foi a falta de Santiago Mingo em Cristaldo aos 38 minutos do primeiro tempo, que gerou reclamações do Grêmio. No segundo tempo, a advertência a Everton Ribeiro por reclamação após o pênalti marcou o auge da tensão. A arbitragem, pressionada, tenta manter o controle, mas o clima segue quente na Arena do Grêmio.
Os cartões refletem a disputa física e a rivalidade em campo. Com os acréscimos prolongados, novas advertências podem surgir, especialmente se o Bahia intensificar a pressão pelo empate.
Ataques e defesas em equilíbrio
O Bahia teve mais posse de bola, especialmente no segundo tempo, mas esbarra na defesa gremista. Wagner Leonardo e Kannemann foram fundamentais em cortes e desarmes, como no lance aos 24 minutos do segundo tempo, quando afastaram cruzamento de Nestor. Tiago Volpi, com defesas importantes, como na falta de Lucho Rodríguez aos 21 minutos, mantém o Grêmio à frente.
O Grêmio, por sua vez, criou chances em contra-ataques. Arezo, aos 36 minutos do segundo tempo, chutou de fora da área, mas sem direção. A equipe gaúcha aposta na velocidade de Pavón e Aravena para explorar espaços. Marcos Felipe, goleiro do Bahia, também fez defesas importantes, como no escanteio de Cristaldo aos 6 minutos do segundo tempo.
A partida mostra equilíbrio entre as estratégias ofensivas e defensivas. O Bahia precisa superar a barreira gremista, enquanto o Grêmio tenta manter a solidez para garantir a vitória parcial.
Linha do tempo dos lances decisivos
Os principais momentos do jogo até os 50 minutos do segundo tempo ilustram a intensidade do confronto:
- 10º minuto do 1º tempo: Braithwaite chuta bloqueado após falta de Cristaldo, mas impedimento é marcado.
- 28º minuto do 1º tempo: David Duarte desperdiça chance clara ao isolar chute após rebote de Volpi.
- 36º minuto do 1º tempo: Braithwaite perde gol incrível ao chutar por cima após cruzamento de Olivera.
- 8º minuto do 2º tempo: Pênalti polêmico é marcado para o Grêmio, convertido por Braithwaite aos 15 minutos.
- 27º minuto do 2º tempo: Erick Pulga quase empata ao desviar bola em escanteio, mas sem direção.
Esses lances mostram como o jogo permanece aberto, com chances para os dois lados. A torcida segue atenta, enquanto os minutos finais prometem ainda mais emoção.
Torcida mantém o clima
A Arena do Grêmio está lotada, com a torcida gremista empurrando o time desde o apito inicial. Os cânticos ecoam a cada defesa de Volpi ou ataque perigoso, como no gol de Braithwaite. O Bahia, mesmo como visitante, conta com o apoio de um pequeno grupo de torcedores, que vibram com as jogadas de Kayky e Pulga.
Incidentes como o sistema de irrigação ligado aos 2 minutos do segundo tempo geraram reações nas arquibancadas, com vaias e gritos de protesto. A energia da torcida reflete a importância do jogo para ambos os clubes, que lutam por posições melhores na tabela do Brasileirão. O clima segue eletrizante, com os acréscimos prolongando a expectativa.

- Desfalques do Grêmio:
- Cuéllar: lesão na panturrilha direita.
- Edenilson: lesão na coxa direita.
- Rodrigo Ely: lesão no joelho esquerdo.
- João Lucas: lesão na coxa esquerda.
Episódios inusitados
O jogo teve momentos que fugiram do comum. Aos 2 minutos do segundo tempo, o sistema de irrigação atrás do gol de Marcos Felipe disparou, interrompendo a partida. O goleiro reclamou dos jatos d’água, gerando risadas e comentários. O incidente, embora breve, trouxe leveza a um confronto tenso.
Outro episódio foi a saída de João Pedro aos 20 minutos do primeiro tempo, após cair no gramado. Ronald entrou em seu lugar, e a alteração não comprometeu o Grêmio, que continuou criando chances. Esses momentos, embora secundários, adicionam um toque peculiar à narrativa do jogo.
Pressão do Bahia cresce
Após o gol do Grêmio, o Bahia intensificou a pressão. Aos 25 minutos, o time ganhou um escanteio pelo lado esquerdo, e Cauly cobrou fechado, mas Wagner Leonardo afastou. Aos 27 minutos, Juba cobrou outro escanteio, e Erick Pulga desviou a bola, que passou rente ao gol. As substituições de Ceni mostram a intenção de virar o jogo, com Willian José trazendo presença de área e Kayky adicionando velocidade.
O Bahia, que vem de uma goleada na Copa do Brasil, tem qualidade ofensiva, mas precisa superar a defesa gremista, que se fecha para proteger o 1 a 0. A média de 3,6 escanteios por jogo reflete a insistência do time em jogadas aéreas, como visto nos lances recentes.
Torcida e atmosfera na Arena
A Arena do Grêmio está vibrante, com a torcida empurrando o time após o gol de Braithwaite. Apesar da má fase, os torcedores mostram apoio, com cânticos e faixas. O Bahia, mesmo como visitante, mantém sua postura agressiva, sem se intimidar com a pressão da torcida adversária.
O clima em Porto Alegre, com temperatura amena, favorece o ritmo intenso do jogo. Aos 31 minutos do segundo tempo, o Grêmio segue na frente, mas o Bahia continua perigoso, especialmente em bolas paradas.
Ataques buscam eficiência
O Grêmio, com 4,4 finalizações por jogo, encontrou o gol com Braithwaite, mas chances como a de Amuzu, aos 20 minutos do primeiro tempo, mostram que o time pode ser mais efetivo. O Bahia, com 5,3 finalizações por jogo, criou oportunidades com Lucho Rodríguez e Pulga, mas esbarra na defesa gremista. Aos 21 minutos do segundo tempo, a falta cobrada por Rodríguez foi um exemplo da qualidade ofensiva do Bahia.
O jogo segue disputado, com o Grêmio tentando ampliar e o Bahia buscando o empate. A polêmica do pênalti continua reverberando, com torcedores baianos expressando revolta nas redes sociais.
(2T/15min) QUE FRIEZA! Braithwaite na cobrança de pênalti, ele desloca o goleiro com o chute no centro do gol, estufa as redes e corre pro abraço.#Grêmio 1×0 Bahia
— Grêmio FBPA (@Gremio) May 25, 2025
🇪🇪 #GRExBAH #Brasileirão2025







