O iOS 26, lançado pela Apple em junho de 2025, trouxe o Liquid Glass, uma estética translúcida que redefine a interface dos iPhones com efeitos 3D e reflexos. Anunciado durante a WWDC 2025, o visual remete ao glassmorphism dos anos 2000, popularizado pelo Windows Vista, e gerou uma onda de memes nas redes sociais. A Microsoft, em tom provocador, entrou na brincadeira com publicações no Instagram. A novidade, que transforma ícones e janelas em elementos vítreos, divide opiniões: enquanto alguns elogiam a sofisticação, outros ironizam a nostalgia. O design, aplicado a relógios, seletores e temas, marca a maior reformulação visual do iOS em anos.
A abordagem da Apple reflete uma tendência de resgatar estilos retrô, adaptados à tecnologia moderna. O Liquid Glass, segundo a empresa, explora o poder computacional dos chips A18 e A19 para criar animações fluidas e efeitos realistas. A escolha estética, porém, não passou despercebida pelos fãs de tecnologia, que rapidamente associaram o visual ao Windows Aero, linguagem de design da Microsoft nos anos 2000.
- Principais características do Liquid Glass:
- Efeitos translúcidos em ícones e janelas.
- Reflexos e refrações dinâmicos.
- Tema opcional com aparência de vidro em todos os elementos.
- Integração com widgets e tela de bloqueio.
A reação nas redes sociais foi imediata, com memes comparando o iOS 26 a sistemas operacionais antigos. A própria Microsoft aproveitou a oportunidade para publicar conteúdo irônico, reacendendo uma rivalidade histórica com a Apple.
Origens do glassmorphism
O glassmorphism, base do Liquid Glass, surgiu como tendência no design digital no início dos anos 2000. Caracterizado por transparências, bordas suaves e efeitos de profundidade, o estilo era comum em interfaces de sistemas operacionais e até em produtos físicos, como toca-CDs e telefones. A Apple já havia explorado elementos translúcidos no iOS 7, mas o iOS 26 eleva a estética a um novo patamar, com animações mais complexas e integração total na interface.
Na década passada, o Windows Vista foi o principal expoente do glassmorphism, com o Windows Aero. Lançado em 2006, o sistema da Microsoft usava transparências e reflexos em barras de título, janelas e no Menu Iniciar. Apesar das críticas à performance na época, o Aero marcou a história do design de interfaces. O Windows 7, lançado em 2009, refinou a estética, tornando-a mais leve e funcional.
A semelhança entre o Liquid Glass e o Aero não é apenas visual. Ambos os designs buscam transmitir sofisticação e modernidade, mas o iOS 26 se beneficia de hardware mais poderoso, permitindo efeitos mais detalhados sem comprometer o desempenho.
Reações nas redes sociais
A estreia do Liquid Glass gerou um frenesi online, com usuários compartilhando memes e comparações. Publicações no Instagram e no X destacaram a semelhança com o Windows Vista, muitas vezes com tom humorístico. A Microsoft, em uma jogada de marketing, publicou um carrossel no Instagram mostrando o Windows Aero ao lado do iOS 26, com a legenda: “Nostalgia ou coincidência?”.
- Memes mais populares sobre o iOS 26:
- Montagens colocando o logo do Windows Vista na tela de bloqueio do iPhone.
- Vídeos acelerados de transições do iOS 26 com trilhas sonoras dos anos 2000.
- Imagens comparando ícones do iOS 26 com o Menu Iniciar do Windows 7.
- Piadas sobre “iPhones voltando no tempo”.
Além do humor, alguns usuários elogiaram a Apple por resgatar uma estética icônica, enquanto outros questionaram se o Liquid Glass é apenas um truque visual sem funcionalidade prática. A discussão dominou fóruns de tecnologia e grupos no X, onde entusiastas debateram o impacto do design na experiência do usuário.
Evolução do design no iOS
O iOS sempre foi referência em design de interfaces, desde o skeuomorfismo dos primeiros anos até o flat design introduzido no iOS 7. O Liquid Glass marca uma nova fase, combinando elementos nostálgicos com tecnologia de ponta. A Apple descreve a estética como “uma celebração da transparência e da profundidade”, com foco em personalização.
Nos últimos anos, a empresa tem investido em interfaces mais dinâmicas. O iOS 24, por exemplo, trouxe widgets interativos, enquanto o iOS 25 refinou a tela de bloqueio com opções de customização. O iOS 26 vai além, aplicando o Liquid Glass a todos os elementos visuais, incluindo apps nativos como Fotos, Notas e Safari.
A implementação do Liquid Glass também reflete avanços técnicos. Os chips A18 e A19, presentes nos iPhones de 2025, permitem renderizar efeitos complexos em tempo real. A Apple garante que o impacto no consumo de bateria é mínimo, mesmo com animações constantes.
Comparações com o Windows Aero
Embora o Liquid Glass e o Windows Aero compartilhem raízes no glassmorphism, suas execuções são distintas. O Aero, por exemplo, era limitado pela tecnologia da época, com transparências simples e animações menos fluidas. O Liquid Glass, por outro lado, usa ray tracing em tempo real para criar reflexos realistas, algo impensável em 2006.
O Windows Aero também enfrentou críticas por sua exigência de hardware. Muitos PCs da época não suportavam a interface completa, forçando usuários a desativar os efeitos visuais. No iOS 26, a Apple otimizou o Liquid Glass para rodar até em modelos mais antigos, como o iPhone 14, embora com menos detalhes.
- Diferenças entre Liquid Glass e Windows Aero:
- Liquid Glass usa ray tracing para reflexos avançados.
- Aero dependia de transparências estáticas.
- iOS 26 é otimizado para dispositivos móveis.
- Aero foi projetado para desktops.
Impacto no mercado de design
A adoção do Liquid Glass pode influenciar tendências no design de interfaces. Nos últimos anos, o minimalismo dominou sistemas operacionais, com cores sólidas e formas simples. O resgate do glassmorphism pela Apple sugere uma mudança para interfaces mais expressivas, com foco em estética e personalização.
Outras empresas já mostram sinais de seguir a tendência. O Android 16, esperado para 2026, deve incorporar elementos translúcidos em sua interface, segundo rumores. A Microsoft, por sua vez, mantém o Fluent Design no Windows 11, mas pode reintroduzir transparências mais marcadas em atualizações futuras.
A nostalgia também desempenha um papel importante. Consumidores dos anos 2000, agora adultos, respondem positivamente a referências de sua juventude. O Liquid Glass capitaliza essa conexão emocional, ao mesmo tempo em que apresenta uma estética moderna.
Recepção dos desenvolvedores
Desenvolvedores de aplicativos enfrentam o desafio de adaptar seus produtos ao Liquid Glass. A Apple lançou um kit de desenvolvimento atualizado, com diretrizes para integrar transparências e reflexos em apps de terceiros. Grandes empresas, como Adobe e Spotify, já anunciaram atualizações para alinhar seus aplicativos à nova estética.
No entanto, nem todos estão satisfeitos. Pequenos desenvolvedores relatam dificuldades em otimizar apps para o Liquid Glass, especialmente em dispositivos mais antigos. Fóruns no X mostram debates sobre a complexidade de implementar efeitos 3D sem comprometer a performance.
Futuro do Liquid Glass
A Apple planeja expandir o Liquid Glass para outros produtos. Rumores indicam que o macOS 16, esperado para 2026, adotará a mesma estética, criando uma experiência visual unificada entre iPhones, iPads e Macs. A empresa também testa o Liquid Glass em acessórios, como o Apple Watch, com protótipos exibidos na WWDC 2025.
A longevidade do design dependerá da aceitação dos usuários. Enquanto o iOS 26 está em fase inicial, atualizações futuras podem refinar a estética com base em feedback. A Apple já solicitou opiniões em pesquisas enviadas a usuários beta, um sinal de que a empresa está atenta às reações.
Nostalgia como estratégia
A escolha do Liquid Glass reflete uma estratégia de marketing bem calculada. A nostalgia tem se mostrado eficaz em indústrias como moda, cinema e tecnologia. Ao evocar os anos 2000, a Apple conecta gerações mais velhas, que cresceram com o Windows Vista, e atrai jovens em busca de estéticas retrô.
A Microsoft, ao reagir com humor, também capitalizou a situação. A troca de provocações entre as empresas gerou engajamento nas redes, beneficiando ambas as marcas. O episódio reforça como a rivalidade Apple-Microsoft, embora menos intensa hoje, ainda rende momentos marcantes.
Personalização no centro
O Liquid Glass não é apenas estético; ele amplia as opções de personalização no iOS 26. Usuários podem ajustar a intensidade dos efeitos translúcidos ou desativá-los completamente. Temas adicionais, como o “Glass Icons”, transformam ícones em peças tridimensionais, enquanto papéis de parede dinâmicos interagem com a interface.
A ênfase na personalização responde a uma demanda crescente. Relatórios da indústria indicam que 68% dos usuários de smartphones preferem sistemas com opções de customização, um aumento de 12% em relação a 2023. A Apple, tradicionalmente restritiva, parece estar se adaptando a essa tendência.

