Em um confronto eletrizante no Mangueirão, em Belém, o Paysandu abriu o placar contra o Remo aos 26 minutos do segundo tempo, com um gol de cabeça de Diogo Oliveira, em partida válida pelo Brasileirão Série B, na noite de 21 de junho de 2025. O clássico Re-Pa 779, disputado às 18h30, mantém a rivalidade acirrada entre os clubes paraenses, com o Paysandu aproveitando uma cobrança de falta para assumir a liderança no marcador. O jogo, que segue em andamento, tem lances intensos e substituições táticas, enquanto o Remo busca o empate. A torcida lota o estádio, criando um ambiente vibrante para o duelo. Este lead captura os primeiros 160 caracteres para otimização em SEO, destacando a essência do confronto.
O Paysandu começou o segundo tempo pressionando, com jogadas rápidas e tentativas de explorar a defesa do Remo. Substituições estratégicas, como a entrada de Vinni Faria, reforçaram o ataque bicolor. Enquanto isso, o Remo ajustou sua formação, trazendo Felipe Vizeu para tentar reverter o cenário.
🏆 #SérieB2025 – 13ª rodada
— Paysandu Sport Club (@Paysandu) June 21, 2025
⌚️ 27 min/2T: GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLLL DOOOO PAYSANDUUUUU!!! DIOGO OLIVEIRA ABRE O PLACAR!!!!
🆚 Remo 0 x 1 Paysandu
⚽️ Diogo Oliveira
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- Principais momentos do jogo até agora:
- Gol de Diogo Oliveira aos 26’ do segundo tempo, em lance de bola parada.
- Cartão amarelo para Camutanga, zagueiro do Remo, aos 20’ do segundo tempo.
- Substituições táticas no Paysandu, com Matheus Vargas entrando no meio-campo.
O clássico segue com alta intensidade, e os dois times mostram disposição para alterar o placar antes do apito final.
Pressão inicial no segundo tempo
O segundo tempo começou com o Remo buscando o ataque. Aos 3 minutos, uma falta na esquerda rendeu uma cobrança ensaiada, mas a cabeçada de Luan Martins saiu fraca. O Paysandu respondeu com jogadas pelas laterais, especialmente com Reverson, que aos 6 minutos foi travado por Pedro Costa, resultando em escanteio. A sequência de cantos bicolores aumentou a pressão sobre a defesa azulina, que resistiu com desarmes precisos, como o de Camutanga, advertido com cartão amarelo por uma falta dura em Vinni Faria.
Aos 12 minutos, Pedro Rocha, do Remo, quase mudou o cenário. Em uma jogada individual, driblou Leandro Vilela e chutou colocado, mas a bola passou rente à trave de Gabriel Mesquita. A torcida do Leão vibrou, mas o placar permaneceu zerado até o momento do gol bicolor.
Gol decisivo de Diogo Oliveira
Aos 26 minutos do segundo tempo, o Paysandu encontrou o caminho do gol. Em uma cobrança de falta, a bola foi desviada na área e sobrou para Diogo Oliveira, que, de peixinho, completou para as redes. O atacante, que já havia criado perigo em um contra-ataque aos 24 minutos, aproveitou a falha de posicionamento da defesa do Remo. A torcida bicolor explodiu no Mangueirão, enquanto os azulinos cobravam maior atenção defensiva.
O gol veio em um momento de equilíbrio, com ambos os times criando chances. O Remo, por exemplo, teve uma oportunidade aos 29 minutos, quando Felipe Vizeu girou na área e tentou uma finalização colocada, mas a bola subiu demais. O Paysandu, por sua vez, explorou a velocidade de seus atacantes, com Garcez e Vinni Faria desafiando a marcação adversária.
Minutagem dos principais lances
- 1’ 2T: Remo cobra escanteio com jogada ensaiada, mas Luan Martins cabeceia sem força, pela linha de fundo.
- 12’ 2T: Pedro Rocha dribla Vilela e chuta colocado; bola passa perto da trave de Gabriel Mesquita.
- 20’ 2T: Camutanga recebe cartão amarelo por carrinho em Vinni Faria, do Paysandu.
- 24’ 2T: Diogo Oliveira conduz contra-ataque, mas é travado por Camutanga na hora da finalização.
- 26’ 2T: Gol do Paysandu! Diogo Oliveira marca de cabeça após desvio em cobrança de falta.
Substituições táticas alteram o ritmo
As mudanças promovidas pelos técnicos foram cruciais no segundo tempo. No Paysandu, a entrada de Vinni Faria e Matheus Vargas trouxe mais dinamismo ao meio-campo e ao ataque. Marlon Douglas, substituído aos 19 minutos, saiu aplaudido pela torcida, enquanto Ronaldo Henrique reforçou a marcação. No Remo, Felipe Vizeu e Davó entraram para dar mais peso ofensivo, mas a equipe ainda enfrenta dificuldades para furar a defesa bicolor, que conta com a segurança de Gabriel Mesquita no gol.
Aos 17 minutos, o Remo trocou Janderson por Vizeu, buscando maior presença na área. A substituição de Pedro Costa, que logo recebeu cartão amarelo, também foi uma tentativa de conter as investidas do Paysandu pela esquerda. Essas alterações mostram a intenção dos dois times de buscar o controle do jogo, que segue disputado.
Primeiro tempo equilibrado
O primeiro tempo terminou sem gols, mas com o Paysandu dominando as ações ofensivas. Com 60% de posse de bola para o Remo, o time azulino teve dificuldades para converter chances em chutes ao gol, enquanto o Paysandu finalizou cinco vezes com direção. Garcez foi o destaque bicolor, com uma cabeçada defendida por Marcelo Rangel aos 15 minutos e outra chance aos 44, quando a defesa do Remo afastou o perigo.
O Remo, por sua vez, criou sua melhor oportunidade aos 35 minutos, com Pedro Rocha recebendo passe de Sávio na área, mas errando o alvo. A falta de precisão nas finalizações marcou a etapa inicial, com o Leão registrando sete chutes, nenhum no gol. As 15 faltas cometidas pelo Paysandu também evidenciaram a intensidade do confronto.
Rivalidade histórica no Mangueirão
O clássico Re-Pa, um dos mais tradicionais do futebol brasileiro, carrega uma rivalidade que transcende o campo. Disputado no Mangueirão, o jogo atraiu milhares de torcedores, divididos entre as cores azul e branca. A atmosfera no estádio reflete a paixão dos paraenses, com cânticos e bandeiras criando um espetáculo à parte. O confronto, válido pela fase única da Série B, é crucial para as pretensões dos dois clubes na competição.
No histórico recente, Remo e Paysandu protagonizam duelos equilibrados, com resultados que muitas vezes dependem de detalhes, como lances de bola parada ou jogadas individuais. O gol de Diogo Oliveira reforça essa tendência, destacando a importância de jogadores decisivos em momentos-chave.
Números que contam a história
O jogo até o momento revela um Paysandu mais eficiente nas finalizações, com cinco chutes no gol contra nenhum do Remo no primeiro tempo. A posse de bola, embora favorável ao Leão, não se traduziu em chances claras. Os escanteios, quatro para o Paysandu e apenas um para o Remo, mostram a pressão bicolor, especialmente no segundo tempo.
- Estatísticas parciais do confronto:
- Finalizações: 10 (Paysandu) x 7 (Remo).
- Chutes no gol: 5 (Paysandu) x 0 (Remo).
- Escanteios: 4 (Paysandu) x 1 (Remo).
- Faltas: 15 (Paysandu) x 3 (Remo).
Jogadas individuais em destaque
Além do gol de Diogo Oliveira, outros jogadores se destacaram. Pelo Paysandu, Garcez foi uma ameaça constante, participando de lances perigosos e exigindo defesas de Marcelo Rangel. No Remo, Pedro Rocha mostrou habilidade em jogadas individuais, como no chute colocado aos 12 minutos do segundo tempo. A marcação firme de Camutanga, apesar do cartão amarelo, também foi essencial para conter o ataque adversário em momentos críticos.
O jogo segue aberto, com ambos os times criando oportunidades. A velocidade dos contra-ataques do Paysandu e as tentativas de infiltração do Remo mantêm a partida imprevisível, com a possibilidade de novos gols antes do fim.
