Al-Hilal sai na frente com gol de cobertura de Salem contra Pachuca em NashvillePor Jeronimo Santos
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Em um duelo eletrizante pela Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2025, Al-Hilal e Pachuca se enfrentam nesta quinta-feira, 26 de junho, no Geodis Park, em Nashville, Estados Unidos, pela terceira rodada do Grupo H. O jogo, que marca o confronto entre o clube saudita, liderado pelo técnico Simone Inzaghi, e o mexicano Pachuca, já eliminado, está em andamento, com destaque para o gol de cavadinha de Salem Al-Dawsari aos 22 minutos do primeiro tempo. A partida, iniciada às 22h (horário de Brasília), é crucial para o Al-Hilal, que busca a vitória para manter viva a esperança de classificação à próxima fase. O embate tem sido marcado por momentos de pressão do time saudita e tentativas de contra-ataque do Pachuca, com o placar de 1 a 0 até os 33 minutos do primeiro tempo. A transmissão global é feita pela DAZN, e o jogo segue em ritmo intenso, com ambos os times mostrando garra em campo.
O confronto reúne elencos estrelados, com brasileiros em destaque nos dois lados. Pelo Al-Hilal, Malcom, Renan Lodi e Marcos Leonardo formam a base titular, enquanto o Pachuca conta com Bauermann, Kenedy e a promessa John Kennedy, que começa no banco. A torcida acompanha com atenção, já que o resultado pode definir o destino do Al-Hilal no torneio, especialmente após empates contra Real Madrid e RB Salzburg nas rodadas anteriores.
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- Principais momentos até agora:
- Gol de cavadinha de Salem Al-Dawsari, com assistência de Nasser Al-Dawsari, aos 22 minutos.
- Chances criadas por Malcom e Marcos Leonardo, mas sem conversão.
- Pachuca tenta controlar a posse, mas esbarra na marcação saudita.
O jogo segue com o Al-Hilal pressionando, enquanto o Pachuca busca espaços para surpreender. A partida promete mais emoções, com os sauditas determinados a conquistar os três pontos.
Escalação e preparação tática
O Al-Hilal entrou em campo com uma formação ofensiva, apostando na velocidade de seus jogadores de frente. Simone Inzaghi, que assumiu o comando do time há menos de um mês, escalou Yassine Bounou no gol, uma linha defensiva com João Cancelo, Kalidou Koulibaly, Hassan Al-Tambakti e Renan Lodi, e um meio-campo criativo formado por Rúben Neves, Sergej Milinković-Savić e Nasser Al-Dawsari. No ataque, Malcom, Salem Al-Dawsari e Marcos Leonardo têm a missão de furar a defesa mexicana. A estratégia do time saudita é clara: manter a posse de bola e explorar as laterais, especialmente com Cancelo e Lodi, que avançam com frequência.
Já o Pachuca, sob o comando de Jaime Lozano, optou por uma postura mais cautelosa, mas com liberdade para os jogadores de frente. A equipe titular conta com Sergio Jurado no gol, uma defesa formada por Andrés Aceves, Carlos Sánchez, Sergio Barreto e Emiliano Bauermann, e um meio-campo com Alan Pereira, Emilio Montiel e Agustín Palavecino. No ataque, Alexei Domínguez, Salomón Rondón e Kenedy buscam surpreender em jogadas de velocidade. A equipe mexicana, apesar de já estar fora da disputa, quer encerrar sua participação com dignidade, o que torna o jogo imprevisível.
O embate tático entre Inzaghi, com sua experiência europeia, e Lozano, que busca consolidar seu trabalho no Pachuca, adiciona uma camada extra de interesse à partida. O Al-Hilal domina a posse de bola, mas a marcação acirrada do Pachuca tem dificultado a criação de jogadas claras.
Minutagem dos principais lances
A partida tem sido marcada por momentos de intensidade, com o Al-Hilal tomando a iniciativa desde o apito inicial. Abaixo, os principais lances registrados até os 33 minutos do primeiro tempo:
- 2’: Pachuca chega com perigo. Aceves avança e passa para Alexei Domínguez, que chuta forte, mas a bola passa raspando a trave.
- 7’: João Cancelo tenta um chute de longe após rebote de uma cobrança de falta, mas a bola vai para fora.
- 20’: Malcom tabela com Marcos Leonardo e finaliza colocado da entrada da área, mas erra o alvo por pouco.
- 21’: Gol do Al-Hilal! Nasser Al-Dawsari faz um passe de cavadinha para Salem Al-Dawsari, que domina na área e encobre o goleiro Jurado com uma finalização magistral.
- 26’: Rondón tenta um elástico na ponta, mas perde a bola. No contra-ataque, Marcos Leonardo chuta, mas estava impedido.
Esses momentos mostram a superioridade do Al-Hilal em criar chances, embora o Pachuca tenha tido oportunidades de assustar, especialmente em jogadas individuais.
Destaque para o gol de Salem Al-Dawsari
O gol de Salem Al-Dawsari aos 22 minutos foi o grande momento da partida até agora. A jogada começou com uma troca de passes rápida no meio-campo, liderada por Rúben Neves, que encontrou Nasser Al-Dawsari em posição avançada. Com visão de jogo, Nasser fez um passe de cavadinha, tirando a bola da defesa mexicana e deixando Salem livre na área. O atacante saudita, conhecido por sua técnica refinada, dominou com calma e finalizou com uma cobertura precisa sobre o goleiro Sergio Jurado, que nada pôde fazer.
Esse gol não apenas abriu o placar, mas também deu confiança ao Al-Hilal, que passou a pressionar ainda mais. Salem, um dos ídolos do clube, já havia marcado na competição contra o Real Madrid, e sua capacidade de decidir em momentos cruciais tem sido fundamental para o time saudita. A torcida presente no Geodis Park vibrou com a jogada, que rapidamente viralizou nas redes sociais por sua plasticidade.
Brasileiros em campo
A presença de jogadores brasileiros nos dois times adiciona um toque especial ao confronto. Pelo Al-Hilal, Malcom tem se destacado pela movimentação e dribles, embora ainda não tenha convertido suas chances em gol. Renan Lodi, com sua experiência na Europa, é peça-chave no apoio pelo lado esquerdo, enquanto Marcos Leonardo, jovem promessa, busca se firmar como referência no ataque. A química entre os três é visível, com trocas de passes rápidas e movimentações que desafiam a defesa adversária.
No Pachuca, Emiliano Bauermann tem a difícil missão de conter o ataque saudita, enquanto Kenedy, com sua velocidade, tenta criar jogadas pela ponta. John Kennedy, que ficou no banco, é uma opção para o segundo tempo, especialmente se o Pachuca precisar de mais poder ofensivo. Esses jogadores trazem um pouco do futebol brasileiro para o torneio, com dribles, garra e técnica que chamam a atenção do público.
- Brasileiros em ação:
- Malcom: Lidera as jogadas ofensivas do Al-Hilal com dribles e tabelas.
- Renan Lodi: Apoia constantemente pelo lado esquerdo, criando cruzamentos perigosos.
- Marcos Leonardo: Busca espaços na área, mas ainda não finalizou com precisão.
- Emiliano Bauermann: Seguro na defesa do Pachuca, com desarmes importantes.
- Kenedy: Tenta jogadas individuais, mas enfrenta marcação cerrada.
Contexto do Grupo H
O Grupo H da Copa do Mundo de Clubes está extremamente equilibrado. Al-Hilal, Real Madrid e RB Salzburg somam cinco pontos cada, mas os espanhóis lideram pelos critérios de desempate, seguidos pelos sauditas. O Pachuca, com zero pontos, já não tem chances de avançar. Para o Al-Hilal, a vitória é essencial, mas a classificação também depende do resultado do jogo entre Real Madrid e Salzburg, que acontece simultaneamente. Um empate com muitos gols entre os europeus pode complicar a vida do time saudita, que tem saldo de gols inferior.
A pressão sobre o Al-Hilal é grande, especialmente após os empates contra adversários de peso. O time mostrou qualidade ao segurar o Real Madrid em 1 a 1 e ao dominar a posse contra o Salzburg, mas a falta de efetividade nas finalizações tem sido um obstáculo. A partida contra o Pachuca é vista como uma oportunidade de ouro para recuperar a confiança e garantir os três pontos.
Desempenho defensivo
A defesa do Al-Hilal, liderada por Kalidou Koulibaly e Yassine Bounou, tem sido um dos pontos fortes do time no torneio. Koulibaly, com sua presença física, tem anulado os atacantes adversários, enquanto Bounou, conhecido como Bono, fez defesas cruciais nas partidas anteriores, incluindo a defesa de um pênalti contra o Real Madrid. Contra o Pachuca, a dupla continua sólida, com desarmes precisos e boa comunicação com os laterais Cancelo e Lodi.
O Pachuca, por sua vez, tem sofrido defensivamente. A equipe mexicana levou cinco gols em duas partidas, contra Salzburg e Real Madrid, e a falta de compactação no meio-campo tem exposto a zaga. Sergio Barreto, que recebeu cartão amarelo aos 16 minutos, precisa ter cuidado para não comprometer ainda mais a equipe.
Pressão e posse de bola
Até os 33 minutos, o Al-Hilal controla a posse de bola, com cerca de 60% do tempo com a bola nos pés. Rúben Neves e Milinković-Savić ditam o ritmo no meio-campo, enquanto Malcom e Salem Al-Dawsari criam as principais jogadas ofensivas. No entanto, a equipe ainda peca na finalização, com chances claras desperdiçadas por Malcom e Marcos Leonardo. A pressão alta do time saudita tem dificultado a saída de bola do Pachuca, que recorre a lançamentos longos para Rondón.
O Pachuca, apesar de ter menos posse, tenta explorar contra-ataques. Kenedy e Domínguez são os jogadores mais perigosos, mas a falta de precisão nos passes finais tem limitado as chances mexicanas. A equipe troca passes na defesa com paciência, mas esbarra na marcação cerrada do Al-Hilal, que não dá espaços.
Expectativa para o restante do jogo
Com o placar de 1 a 0, o Al-Hilal segue em busca de mais gols para consolidar a vitória e melhorar seu saldo, crucial para a classificação. Simone Inzaghi, que ainda não venceu no comando do time, deve manter a pressão ofensiva, possivelmente com ajustes táticos para explorar ainda mais as laterais. O Pachuca, sem nada a perder, pode adotar uma postura mais ousada, especialmente com a entrada de jogadores como John Kennedy no segundo tempo.
A torcida no Geodis Park, composta por fãs sauditas e mexicanos, cria um ambiente vibrante, com cânticos e apoio ininterrupto. A partida, que ainda está no primeiro tempo, promete mais emoções, especialmente com a qualidade técnica de jogadores como Salem Al-Dawsari, Malcom e Kenedy. O Al-Hilal sabe que cada gol pode fazer a diferença na luta pela vaga nas oitavas de final.
Foco no ataque saudita
O ataque do Al-Hilal, mesmo com a ausência de Aleksandar Mitrović, suspenso, tem mostrado potencial. Salem Al-Dawsari, autor do gol, é a principal arma, com sua capacidade de driblar e finalizar. Malcom, com sua experiência no futebol europeu, tem sido o motor das jogadas ofensivas, enquanto Marcos Leonardo, apesar de jovem, tenta se impor na área. A conexão entre os três é essencial para que o time amplie o placar.
A cavadinha de Salem, além de um momento de brilho individual, reflete o estilo de jogo que Inzaghi tenta implementar: rápido, técnico e vertical. O treinador italiano, que trouxe conceitos táticos da Europa, aposta em triangulações e movimentação constante para desmontar a defesa adversária. Até agora, a estratégia tem funcionado, mas a falta de precisão nas finalizações ainda preocupa.
Contribuição dos torcedores
A atmosfera no Geodis Park é um capítulo à parte. Os torcedores do Al-Hilal, conhecidos como “Blue Wave”, viajaram em grande número para apoiar o time, trazendo bandeiras e cânticos que ecoam pelo estádio. Do lado do Pachuca, os fãs mexicanos, apesar da eliminação, mostram paixão, com gritos de “Tuzos” e apoio aos jogadores. Essa energia tem influenciado o ritmo do jogo, com os atletas se sentindo motivados a dar o melhor em campo.
O confronto, que reúne culturas tão distintas, destaca a universalidade do futebol. A Copa do Mundo de Clubes, com sua nova configuração de 32 equipes, proporciona momentos como esse, em que clubes de diferentes continentes competem em alto nível, atraindo atenções de todo o mundo.















