O Campeonato Brasileiro Série B 2025, em sua 44ª edição, vive momentos de intensa disputa após 15 rodadas, com o Coritiba liderando a tabela com 30 pontos, seguido de perto por Goiás e Novorizontino. A competição, iniciada em 4 de abril, reúne 20 clubes em busca de quatro vagas para a Série A de 2026, enquanto os quatro últimos colocados enfrentarão o rebaixamento para a Série C. Jogos decisivos ocorrem em estádios como Couto Pereira, em Curitiba, e Hailé Pinheiro, em Goiânia, com transmissões por RedeTV!, ESPN/Disney+ e Nosso Futebol. A luta pelo acesso e a fuga da degola mantêm torcedores atentos, enquanto clubes tradicionais e novatos protagonizam embates emocionantes. A tabela reflete o equilíbrio, com surpresas como o desempenho de Avaí e Remo, mas também a dificuldade de equipes como Amazonas e Volta Redonda.
A competição, oficialmente chamada Brasileirão Série B Superbet 2025, destaca o retorno de clássicos regionais, como o Atletiba, entre Athletico Paranaense e Coritiba, e o Re-Pa, com Remo e Paysandu. O equilíbrio marca a temporada, com apenas 16 pontos separando o líder Coritiba do lanterna Amazonas.
Entre os destaques, o ataque do Avaí, com 19 gols marcados, lidera as estatísticas ofensivas, enquanto a defesa do Coritiba, com apenas 6 gols sofridos, é a mais sólida. A rodada atual, entre 11 e 16 de julho, promete jogos cruciais, como CRB contra Coritiba e Athletico contra Goiás.
- Líderes em foco: Coritiba e Goiás, com 30 pontos, duelam pela ponta.
- Surpresas: Avaí e Remo, no G4, superam expectativas.
- Zona de risco: Amazonas, Volta Redonda e Paysandu lutam para escapar do Z4.
- Artilharia: Pedro Rocha, do Avaí, com 8 gols, é o principal goleador.
Equilíbrio na ponta da tabela
Coritiba assumiu a liderança com uma campanha consistente, somando 9 vitórias e apenas 3 derrotas. O time paranaense, que busca o retorno à elite após o rebaixamento em 2023, aposta na solidez defensiva e na força do Couto Pereira, onde venceu 6 de seus 8 jogos como mandante. A equipe enfrenta o CRB em Maceió no dia 11 de julho, um teste importante para manter a vantagem. O técnico, cuja estratégia prioriza contra-ataques rápidos, ajustou o elenco com contratações pontuais, como o volante Nathan Camargo, emprestado pelo RB Bragantino.
Goiás, com os mesmos 30 pontos, mas em desvantagem no saldo de gols, segue como principal concorrente. O Esmeraldino, que enfrenta o Athletico no dia 13, vive um momento de oscilação, com uma derrota e um empate nas últimas rodadas. A torcida goiana, no entanto, mantém o otimismo, impulsionada pela vitória sobre a Chapecoense, que recolocou o time na briga pela liderança.
Surpresas no G4
Avaí e Remo, ambos com 24 pontos, ocupam a terceira e quarta posições, respectivamente, e surpreendem pela regularidade. O Avaí, conhecido pelo ataque prolífico, marcou 19 gols, liderado pelo artilheiro Pedro Rocha. O time catarinense enfrenta o Athletic Club no dia 15, em busca de consolidar sua vaga no G4. Já o Remo, promovido da Série C em 2024, adapta-se rapidamente à Segunda Divisão. A contratação de Nathan Camargo reforça o meio-campo, e o jogo contra a Chapecoense, no dia 13, será crucial para manter o embalo.
Novorizontino, com 27 pontos, completa o pelotão da frente. O Tigre, que enfrenta o América-MG no dia 12, mantém uma campanha sólida, com 7 vitórias e apenas 2 derrotas. A equipe paulista, no entanto, lamenta a suspensão do volante Patrick, punido pela segunda vez em um mês, o que pode impactar o desempenho contra adversários diretos.
Clássicos regionais agitam a competição
A Série B 2025 marca o retorno de rivalidades históricas, que elevam a emoção do torneio. O clássico Atletiba, entre Coritiba e Athletico Paranaense, reacende a paixão dos torcedores paranaenses, com o próximo confronto previsto para o segundo turno. O Re-Pa, entre Remo e Paysandu, também ganha destaque, com o embate no Estádio da Curuzu, em Belém, prometendo casa cheia.
- Atletiba: Não era disputado na Série B desde 1995, quando ambos subiram juntos.
- Re-Pa: Volta à Segundona após 18 anos, com forte apoio das torcidas paraenses.
- Clubes de Goiânia: Goiás, Atlético-GO e Vila Nova não se enfrentavam na Série B desde 2018.
- Bota-Ferro: Botafogo-SP e Ferroviária revivem duelo após 35 anos.
Esses confrontos, aliados à competitividade da tabela, mantêm a Série B como uma das competições mais imprevisíveis do futebol brasileiro.
Luta contra o rebaixamento
Na parte inferior da tabela, Amazonas, Volta Redonda, Paysandu e Athletic Club enfrentam dificuldades. O Amazonas, com 14 pontos, anunciou a contratação do técnico Guilherme Alves, ex-Velo Clube, após demitir o antigo treinador. A equipe enfrenta o Cuiabá no dia 16, em busca de uma reação. Volta Redonda, também com 14 pontos, aposta na base jovem, mas sofre com a falta de consistência fora de casa, onde venceu apenas uma vez.
Paysandu, com 14 pontos, vive um momento de recuperação, com duas vitórias consecutivas antes do empate na última rodada. O confronto contra o Atlético-GO, no dia 12, será decisivo para o Papão. Já o Athletic Club, com 15 pontos, enfrenta o Avaí no dia 15, em um jogo que pode definir seu futuro na luta contra o Z4.
Desempenho dos rebaixados da Série A
Athletico Paranaense, Cuiabá, Atlético-GO e Criciúma, rebaixados da Série A em 2024, têm desempenhos distintos. O Athletico, com 23 pontos, ocupa a sexta posição e mostra força, com 7 vitórias. Cuiabá, com 22 pontos, está na nona colocação, mas enfrenta instabilidade, com três derrotas nas últimas cinco partidas. Atlético-GO, com 21 pontos, está no meio da tabela, enquanto Criciúma, com 17 pontos, luta para se afastar da zona de perigo. O retorno do lateral Marcinho, após suspensão, é uma boa notícia para o Tigre catarinense.
Números que definem a Série B
A competição destaca-se pelos números expressivos e pelo equilíbrio. O Avaí lidera o ataque com 19 gols, enquanto o Coritiba tem a melhor defesa, com apenas 6 gols sofridos. A média de gols por partida é de 2,3, refletindo jogos disputados e com poucas goleadas.
- Artilharia: Pedro Rocha (Avaí) lidera com 8 gols, seguido por Anselmo Ramon (CRB), com 6.
- Público: O clássico Re-Pa teve o maior público até agora, com 25 mil torcedores na Curuzu.
- Cartões: América-MG é o time com mais cartões amarelos (42), enquanto Athletic tem mais vermelhos (4).
- Invencibilidade: Novorizontino tem a maior sequência sem derrotas (6 jogos).
Mudanças nos elencos e estratégias
Os clubes intensificam ajustes nos elencos durante a janela de transferências. O Remo, por exemplo, trouxe Nathan Camargo para reforçar o meio-campo, enquanto o Criciúma contratou um atacante ex-Flamengo e Internacional, visando melhorar o setor ofensivo. O Amazonas, por sua vez, repatriou o volante Erick Varão, que já defendeu o clube em 2024. Essas movimentações refletem a busca por reforços que equilibrem experiência e juventude.
Transmissões e engajamento
A Série B 2025 alcança grande audiência, com transmissões em múltiplas plataformas. A RedeTV! retorna à cobertura da competição, ao lado da ESPN/Disney+ e do Nosso Futebol, que exibe dois jogos por rodada. A presença de clubes tradicionais, como Coritiba e Goiás, e a ascensão de novatos, como Athletic, aumentam o interesse do público. As redes sociais também amplificam o engajamento, com torcedores acompanhando lances e escalações em tempo real.
Jogos decisivos na 16ª rodada
A rodada entre 11 e 16 de julho promete jogos que podem redefinir a tabela. O confronto entre CRB e Coritiba, no Estádio Rei Pelé, é um dos destaques, assim como Goiás contra Athletico, em Goiânia. Outros duelos, como Paysandu contra Atlético-GO e Avaí contra Athletic, também serão fundamentais para as pretensões dos clubes.
Novidades na competição
A Série B 2025 introduz inovações, como a adoção do sistema de ligas, com clubes divididos entre a Liga do Futebol Brasileiro (LIBRA) e a Liga Forte União (LFU). Paysandu, Remo, Volta Redonda e Ferroviária integram a LIBRA, enquanto os demais estão na LFU. A mudança visa equilibrar a distribuição de cotas de premiação e direitos de transmissão, aumentando a competitividade.
Foco regional na disputa
A competição reflete a diversidade regional do futebol brasileiro. O Sul e o Sudeste dominam com seis clubes cada, seguidos pelo Centro-Oeste (quatro), Norte (três) e Nordeste, representado apenas pelo CRB. A ausência de mais clubes nordestinos é histórica, mas o CRB busca manter a região no mapa com uma campanha sólida.
