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Morre em Curitiba Amauri Stival, ex-jogador e irmão de Cuca, aos 66 anos

Por Jeronimo Santos · · 7 min de leitura
Foto: Amauri Stival - Reprodução
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Amauri Stival, irmão do técnico Cuca e do auxiliar Cuquinha, faleceu aos 66 anos na madrugada desta segunda-feira, 28 de julho de 2025, em Curitiba, Paraná, vítima de um infarto. O ex-jogador e olheiro, conhecido pela semelhança física com o treinador do Atlético-MG, foi levado a uma Unidade de Pronto Atendimento na capital paranaense, mas não resistiu. Cuca e Cuquinha, liberados pelo clube, viajaram para acompanhar o velório, que ocorre no Cemitério Santa Felicidade. A morte gerou comoção no meio esportivo, com homenagens de familiares, do Atlético e de clubes ligados à trajetória de Amauri. O sepultamento está marcado para o fim da tarde. Natasha, filha de Cuca, expressou sua dor nas redes sociais, enquanto o clube mineiro emitiu nota de pesar, destacando a ligação de Amauri com o futebol.

A notícia abalou a comunidade esportiva, especialmente em Curitiba, onde a família Stival tem raízes profundas. Amauri, além de irmão mais velho de Cuca, era uma figura conhecida no futebol paranaense, com passagens como zagueiro e olheiro. Sua trajetória foi marcada por contribuições ao Atlético-MG, incluindo a indicação de jogadores como Leandro Donizete, peça-chave em conquistas históricas.

  • Vida ligada ao futebol: Amauri atuou como zagueiro em clubes como o Criciúma e, após a aposentadoria, tornou-se olheiro, colaborando com Cuca.
  • Laços familiares: Deixa esposa, três filhos e uma neta, além de um legado no esporte.
  • Homenagens: Clubes e familiares destacaram sua importância e carinho no meio esportivo.

Trajetória de Amauri no futebol

Amauri Stival começou sua carreira como zagueiro, defendendo clubes como o Criciúma, onde se destacou pela solidez defensiva. Após encerrar a carreira como jogador, ele seguiu no futebol como olheiro, uma função que desempenhou com dedicação, especialmente durante a primeira passagem de Cuca pelo Atlético-MG, entre 2012 e 2013. Sua habilidade em identificar talentos foi crucial para a formação do elenco que conquistou a Copa Libertadores de 2013, com destaque para a indicação do volante Leandro Donizete, que se tornou ídolo do clube. Amauri, muitas vezes chamado de “clone de Cuca” devido à semelhança física, também acompanhava de perto os treinos e adversários, fornecendo relatórios detalhados ao irmão.

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Cuca – Foto: Instagram

Sua atuação como olheiro não se limitava a observar jogadores. Ele analisava esquemas táticos, pontos fortes e fracos de adversários, contribuindo para estratégias vitoriosas. Em 2012, durante uma passagem por Belo Horizonte, Amauri chegou a consultar a equipe médica do Atlético-MG para um procedimento na coluna, o que reforça sua proximidade com o clube. Sua dedicação ao futebol era vista como uma extensão do forte vínculo familiar com Cuca e Cuquinha, ambos figuras centrais no Atlético-MG.

  • Carreira como jogador: Atuou como zagueiro em clubes regionais, com destaque no Criciúma.
  • Olheiro de talento: Indicou jogadores como Leandro Donizete, essencial na Libertadores de 2013.
  • Apoio ao irmão: Fornecia relatórios táticos detalhados para Cuca.
  • Vínculo com o Galo: Esteve presente na Cidade do Galo durante a gestão de Cuca.

Repercussão no Atlético-MG

O Atlético-MG, clube onde Cuca e Cuquinha atuam, foi um dos primeiros a se manifestar sobre a perda. Em nota oficial, o clube expressou luto e solidariedade, destacando a trajetória de Amauri no futebol e sua ligação com a “Família Atleticana”. A liberação de Cuca e Cuquinha para o velório reflete o respeito do clube pela família Stival, que tem uma história de contribuições ao Galo. A ausência do treinador no treino desta segunda-feira não alterou a preparação para o próximo jogo, contra o Flamengo, pela Copa do Brasil, mas a notícia trouxe um clima de consternação à Cidade do Galo.

A Sociedade Operária Beneficente Iguaçu, clube amador de Curitiba com forte conexão com a família Stival, também prestou homenagem, reforçando o impacto de Amauri na comunidade local. A nota do clube destacou sua trajetória como jogador e sua generosidade fora de campo. O luto se estendeu a torcedores, que usaram as redes sociais para enviar mensagens de apoio à família e relembrar a importância de Amauri no futebol.

  • Nota do Atlético: Clube lamentou a morte e destacou a ligação de Amauri com o futebol.
  • Homenagem local: Sociedade Iguaçu reforçou o legado de Amauri em Curitiba.
  • Reação dos torcedores: Mensagens de apoio inundaram as redes sociais.

Laços familiares e impacto pessoal

A família Stival é conhecida pela união, especialmente no futebol. Amauri, Cuca e Cuquinha compartilhavam uma relação próxima, marcada por colaboração profissional e apoio mútuo. Natasha, filha de Cuca, publicou uma mensagem emocionante nas redes sociais, descrevendo a dor da perda e o carinho pelo tio. “Meu tiozinho, eu amo você para sempre”, escreveu ela, em um post que comoveu seguidores. Maiara, outra filha de Cuca, também usou as redes para lamentar a morte do tio, reforçando o impacto da perda no núcleo familiar.

Amauri deixa a esposa, Denise, e os filhos Hayanda, Hayram e Hayra, além da neta Kahlua. Sua trajetória foi marcada não apenas pelo futebol, mas também pela dedicação à família. Em entrevistas passadas, Cuca mencionou a importância dos irmãos em sua vida, especialmente após a morte do pai, Dirceu, em 1996, quando Amauri assumiu um papel de referência familiar. A presença da família no velório, em Curitiba, reforça essa união, com parentes viajando para a despedida.

  • Mensagem de Natasha: Filha de Cuca expressou luto nas redes sociais.
  • Família unida: Amauri era uma figura central após a morte do pai.
  • Legado familiar: Deixa esposa, três filhos e uma neta.

Histórico de saúde e últimos momentos

Amauri enfrentou problemas de saúde nos últimos anos, incluindo uma cirurgia na coluna em 2012, realizada com apoio da equipe médica do Atlético-MG. Apesar disso, ele mantinha uma vida ativa, acompanhando o futebol e mantendo contato próximo com a família. Na madrugada de 28 de julho, ele sofreu um infarto fulminante em Curitiba. Encaminhado a uma Unidade de Pronto Atendimento, não resistiu, apesar dos esforços médicos. A rapidez do ocorrido chocou familiares e amigos, que não esperavam a perda repentina.

O velório, realizado no Cemitério Santa Felicidade, reúne familiares, amigos e figuras do futebol paranaense. O sepultamento, marcado para o fim da tarde, será um momento de despedida para uma figura que marcou o esporte e a família Stival. A causa do infarto não foi detalhada, mas reforça a importância de cuidados preventivos, especialmente em idades mais avançadas.

  • Problemas de saúde: Amauri passou por cirurgia na coluna em 2012.
  • Infarto súbito: Faleceu na madrugada após atendimento médico.
  • Velório e sepultamento: Cerimônias ocorrem em Curitiba, no Cemitério Santa Felicidade.

Legado no futebol paranaense

Amauri Stival era uma figura respeitada no futebol paranaense, não apenas por sua carreira como jogador, mas também por seu trabalho nos bastidores. Sua passagem pelo Criciúma como zagueiro foi marcada por atuações sólidas, e sua transição para olheiro revelou um olhar apurado para talentos. Em Curitiba, sua ligação com a Sociedade Operária Beneficente Iguaçu reforça sua importância no cenário local, onde era visto como um exemplo de dedicação ao esporte.

Além de seu trabalho com Cuca no Atlético-MG, Amauri colaborou com outros clubes, sempre com discrição. Sua semelhança com o irmão treinador gerava curiosidade, mas ele preferia atuar nos bastidores, longe dos holofotes. A morte de Amauri deixa uma lacuna no futebol paranaense, mas seu legado segue vivo nas conquistas que ajudou a construir e nas memórias de quem o conheceu.

  • Carreira em Curitiba: Atuou no futebol local e manteve laços com clubes amadores.
  • Trabalho discreto: Preferia os bastidores, com foco em observação de jogadores.
  • Respeito no esporte: Era admirado por sua dedicação e conhecimento.

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