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Vôlei masculino: Brasil x Polônia na semi final da Liga das Nações de Vôlei (VNL) neste sábado

Volei Masculino
Volei Masculino - Foto: 📸 Volleyball World

A seleção brasileira masculina de vôlei enfrenta a Polônia neste sábado, 2 de agosto, às 8h (horário de Brasília), em Ningbo, China, pela semifinal da Liga das Nações de Vôlei (VNL) 2025. O confronto, que define um dos finalistas do torneio, será transmitido ao vivo pelo SporTV 2 e pela plataforma VBTV. Liderado pelo técnico Bernardinho, o Brasil chega embalado após uma campanha dominante com 11 vitórias em 12 jogos na fase classificatória, buscando repetir o título de 2021. A Polônia, vice-campeã olímpica em 2024, aposta no oposto Sasak Kewin e no saque agressivo para superar a equipe brasileira em um duelo marcado por rivalidade. O jogo ocorre no Ningbo Beilun Sports and Arts Center, com a final marcada para domingo, 3 de agosto.

A campanha brasileira na VNL 2025 reflete a renovação promovida por Bernardinho, com jovens como o oposto Alan, maior pontuador da equipe com 141 pontos, assumindo protagonismo. A ausência de veteranos como Bruninho e Lucão abriu espaço para novos talentos, enquanto a Polônia mantém uma base experiente, com nomes como Semeniuk e Huber. O histórico recente entre as equipes, com vitórias divididas, aumenta a expectativa para um confronto intenso.

  • Principais destaques do Brasil: Alan (oposto), Cachopa (levantador), Maique (líbero).
  • Força da Polônia: Sasak Kewin (162 pontos), Semeniuk (ponteiro), Huber (central).
  • Chave tática: Recepção brasileira contra o saque polonês.

O jogo promete ser um teste crucial para ambas as equipes, com o Brasil buscando consolidar sua liderança no ranking mundial e a Polônia mirando recuperar o título de 2023.

Caminho até a semifinal

O Brasil garantiu sua vaga na semifinal após derrotar a China nas quartas de final por 3 sets a 1, em Ningbo. Apesar de um primeiro set perdido por 29-31, a equipe se recuperou com parciais de 25-19, 25-16 e 25-21, mostrando força no ataque e consistência defensiva. Alan foi o destaque, com 24 pontos, enquanto Cachopa distribuiu jogadas com precisão. A China, anfitriã do torneio, surpreendeu no início, mas não conseguiu manter o ritmo contra o volume de jogo brasileiro.

A Polônia, por sua vez, avançou ao superar o Japão por 3 sets a 1, com destaque para o saque de Kewin, que desestabilizou a recepção adversária, e a atuação de Semeniuk, com 17 pontos. A campanha polonesa na fase inicial foi sólida, mas irregular, com oito vitórias e quatro derrotas, totalizando 23 pontos. O Brasil, com 32 pontos, liderou a tabela, sofrendo apenas uma derrota para Cuba, por 3 a 2, no Maracanãzinho.

  • Resultado das quartas: Brasil 3 x 1 China; Polônia 3 x 1 Japão.
  • Pontuação na fase inicial: Brasil (32 pontos), Polônia (23 pontos).
  • Jogo-chave: Brasil venceu Polônia por 3 a 1 na fase inicial, em Chicago.

A vitória brasileira na fase classificatória contra a Polônia, por 3 a 1, com parciais de 25-21, 25-21, 21-25 e 28-26, mostrou a capacidade da equipe de manter o controle em momentos decisivos, com Darlan marcando 26 pontos.

Rivalidade histórica

Brasil e Polônia protagonizam uma rivalidade crescente na VNL, com 11 confrontos desde 2018, sendo cinco vitórias brasileiras e seis polonesas. O duelo mais marcante foi a final de 2021, quando o Brasil venceu por 3 a 1 e conquistou o título. Em 2024, porém, a Polônia eliminou o Brasil nas quartas de final, em Lodz, por 3 a 1, o que adiciona um elemento de revanche ao jogo atual.

  • Final de 2021: Brasil 3 x 1 Polônia, com destaque para Bruninho.
  • Quartas de 2024: Polônia 3 x 1 Brasil, em Lodz.
  • Fase inicial de 2025: Brasil 3 x 1 Polônia, em Chicago.
  • Total: 11 jogos, com seis vitórias polonesas e cinco brasileiras.

A Polônia aposta no fator psicológico de jogar em um ginásio neutro, enquanto o Brasil confia na solidez defensiva, liderada pelo líbero Maique, e no ataque versátil de Alan e Darlan. O equilíbrio histórico sugere um jogo de sets disputados, com detalhes táticos decidindo o resultado.

Forças em quadra

O Brasil chega à semifinal com um elenco renovado, mesclando jovens promissores e jogadores experientes. Bernardinho optou por uma formação que combina a potência ofensiva de Alan, que marcou 24 pontos contra a China, com a consistência de Flávio e Lucarelli. A ausência do central Judson, lesionado, foi compensada por Matheus Pinta e Thiery, que fortaleceram o bloqueio.

A Polônia, sob o comando de Nikola Grbic, mantém uma base sólida, com Sasak Kewin liderando a pontuação do torneio, com 162 pontos, e Semeniuk sendo uma peça-chave no ataque e na recepção. O saque polonês, um dos mais agressivos da VNL, será um desafio para a linha de passe brasileira, que oscilou contra a China.

  • Brasil: Alan (141 pontos), Cachopa (levantador), Maique (líbero).
  • Polônia: Sasak Kewin (162 pontos), Semeniuk (ponteiro), Huber (central).
  • Ponto crítico: Saque polonês contra recepção brasileira.
  • Fator emocional: Brasil busca revanche após derrota em 2024.

A eficiência no side-out e o controle de erros serão fundamentais, especialmente em um confronto que promete parciais apertadas, como o 28-26 vencido pelo Brasil na fase inicial.

Outra chave e preparativos para a final

Na outra semifinal, Itália e Eslovênia se enfrentam às 4h de sábado, em um duelo que também promete equilíbrio. A Itália, campeã em 2022, conta com Alessandro Michieletto, enquanto a Eslovênia aposta na regularidade de Toniutti e Cebulj. O vencedor enfrentará Brasil ou Polônia na final, marcada para domingo, às 8h, com transmissão no SporTV 2 e VBTV. A disputa pelo terceiro lugar ocorre no mesmo dia, às 4h.

  • Itália: Michieletto (oposto), Giannelli (levantador).
  • Eslovênia: Cebulj (ponteiro), Toniutti (levantador).
  • Horário: 4h (Brasília), sábado, 2 de agosto.

O Brasil, embalado pela liderança na fase inicial, busca manter o ritmo ofensivo e minimizar erros no passe, enquanto a Polônia confia no saque e no bloqueio para desestabilizar o adversário. Bernardinho destacou a necessidade de concentração contra um time tão qualificado, enquanto Grbic elogiou a renovação brasileira, mas confia no retrospecto em mata-matas.

Importância estratégica do torneio

A VNL 2025 é um marco no ciclo olímpico rumo a Los Angeles 2028. Para o Brasil, uma vitória na semifinal reforçaria a confiança da nova geração e consolidaria a liderança no ranking da FIVB. A Polônia, terceira no ranking mundial, busca recuperar o título de 2023 e manter sua posição como potência europeia. A expansão do torneio para 18 equipes, com a inclusão de China e Ucrânia, elevou o nível de competitividade, tornando a fase final em Ningbo um teste crucial para as seleções.

  • Expansão: 18 equipes, com China e Ucrânia estreando.
  • Sede: Ningbo sedia a fase final pela primeira vez.
  • Recorde: Alan é o 17º maior pontuador, com 141 pontos.
  • Histórico: Brasil e Polônia decidiram o título em 2021.

A VNL, desde 2018, tem sido dominada por grandes seleções, com títulos de Rússia (2018, 2019), Brasil (2021), França (2022, 2024) e Polônia (2023). O torneio é uma vitrine para novos talentos e estratégias, com o Brasil apostando na renovação para manter sua hegemonia.

Como acompanhar a partida

Os torcedores podem acompanhar a semifinal ao vivo pelo SporTV 2, com narração e comentários especializados, ou pela VBTV, que oferece cobertura completa da VNL. O ge.globo.com trará atualizações em tempo real, com estatísticas e análises. Para quem estiver em Ningbo, ingressos estão disponíveis no site da FIVB.

  • Canais: SporTV 2 (TV por assinatura), VBTV (streaming pago).
  • Horário: 8h (Brasília), sábado, 2 de agosto.
  • Online: Tempo real no ge.globo.com.
  • Ingressos: Disponíveis no site da FIVB.

A semifinal promete ser um espetáculo, com o Brasil buscando consolidar sua nova geração e a Polônia mirando um retorno à final. O confronto será decisivo para definir o rumo do torneio e reforçar a rivalidade entre as duas seleções.

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