Cartão vermelho de Gabriel Inocêncio marca virada no jogo entre Criciúma e Chapecoense na Série BPor Carolina Costa
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O Criciúma abriu vantagem de 2 a 0 contra a Chapecoense no estádio Heriberto Hülse, em Santa Catarina, neste domingo, 7 de setembro de 2025, pela Série B do Campeonato Brasileiro. O jogo, que chegou ao intervalo com domínio do Tigre, foi marcado por dois gols de bola parada e uma expulsão polêmica de Gabriel Inocêncio, lateral da Chapecoense, aos 50 minutos, após agressão a Felipinho durante a cobrança de um pênalti. A partida, iniciada às 16h, segue em andamento, com a Chape pressionando para reverter o placar. A vitória parcial coloca o Criciúma na terceira posição da tabela, enquanto a Chapecoense luta para se manter no G-4.
O confronto começou equilibrado, com ambas as equipes buscando o ataque desde os primeiros minutos. O Tigre, jogando em casa, aproveitou melhor as oportunidades e abriu o placar com um gol de categoria do zagueiro Rodrigo. A Chapecoense, por outro lado, teve chances claras, mas esbarrou na defesa adversária e em decisões controversas da arbitragem. A expulsão de Inocêncio, aliada a um pênalti anulado, mudou o rumo do jogo, dando vantagem numérica e psicológica ao Criciúma.
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- Principais momentos do primeiro tempo:
- 9′: Gol de Rodrigo, com toque de letra após jogada ensaiada.
- 13′: Nicolas amplia com cabeçada em escanteio.
- 43′: Árbitro aponta pênalti para a Chapecoense após revisão no VAR.
- 50′: Gabriel Inocêncio é expulso por agressão na cobrança do pênalti.
- 51′: Gol de Walter Clar é anulado por falta de ataque.
Domínio do Tigre nos minutos iniciais
O Criciúma começou a partida com postura ofensiva, aproveitando o apoio da torcida no Heriberto Hülse. Logo aos 9 minutos, uma cobrança de falta ensaiada resultou no primeiro gol. Marcinho chutou cruzado, e o zagueiro Rodrigo, com um toque de letra, surpreendeu a defesa da Chapecoense. O gol animou os torcedores e deu confiança ao time da casa, que passou a controlar a posse de bola.
Quatro minutos depois, aos 13, o Tigre ampliou. Jhonata Robert cobrou escanteio com precisão, e Nicolas subiu mais alto que os defensores para cabecear firme, sem chances para o goleiro Léo Vieira. A vantagem de dois gols refletia a eficiência do Criciúma nas bolas paradas, um ponto forte da equipe na temporada.
A Chapecoense, apesar do placar adverso, não se intimidou. Aos 3 minutos, Gabriel Inocêncio quase abriu o placar para o Verdão, mas parou em uma grande defesa de Alisson. A equipe visitante apostava na velocidade de Marcinho e Neto Pessoa para pressionar a saída de bola do Tigre, mas esbarrava na solidez defensiva adversária.
Polêmica no Majestoso: expulsão e pênalti anulado
Aos 42 minutos, um lance mudou o cenário do jogo. Marcinho caiu na área após disputa com Yan Souto, e os jogadores da Chapecoense pediram pênalti. Inicialmente, o árbitro marcou escanteio, mas foi chamado ao monitor do VAR para revisar. Após análise, a penalidade foi confirmada, gerando expectativa no Verdão, que via a chance de diminuir o placar.
Na cobrança, Walter Clar converteu, mas o gol foi anulado por uma infração de Gabriel Inocêncio, que agrediu Felipinho no momento do chute. O lateral-direito recebeu cartão vermelho direto, deixando a Chapecoense com um jogador a menos. A decisão gerou protestos no banco de reservas do Verdão, culminando no cartão amarelo para Rafael Lima, integrante da comissão técnica.
O lance abalou a Chapecoense, que perdeu força ofensiva com a expulsão. O Criciúma, por sua vez, aproveitou a superioridade numérica para manter a pressão e quase ampliou com Léo Naldi, que finalizou com força aos 22 minutos, mas parou na marcação.
Pressão da Chape e chances desperdiçadas
Mesmo com um jogador a menos, a Chapecoense tentou reagir nos minutos finais do primeiro tempo. Aos 40 minutos, Rafael Carvalheira teve uma grande chance após passe de Marcinho, mas finalizou por cima do gol. A equipe visitante também conquistou escanteios consecutivos, mas a defesa do Criciúma, liderada por Luciano Castán, neutralizou as investidas.
A Chape apostava em jogadas pelas laterais, com Walter Clar e Marcinho buscando espaços. No entanto, a falta de precisão nas finalizações e a boa atuação do goleiro Alisson impediram que o Verdão diminuísse a desvantagem antes do intervalo.
Minutagem dos principais lances
- 3′: Gabriel Inocêncio finaliza com força, mas Alisson defende. A Chapecoense começou o jogo com ímpeto, quase abrindo o placar.
- 9′: Gol do Criciúma com Rodrigo. Toque de letra após cobrança de falta ensaiada colocou o Tigre na frente.
- 13′: Nicolas amplia para o Criciúma. Cabeçada certeira em escanteio consolidou a vantagem.
- 43′: Pênalti para a Chapecoense após revisão no VAR. Disputa na área gerou chance para o Verdão.
- 50′: Expulsão de Gabriel Inocêncio. Agressão a Felipinho na cobrança do pênalti mudou o jogo.
Panorama da Série B no momento do jogo
Com o placar de 2 a 0, o Criciúma soma 42 pontos e assume a terceira posição na Série B, ultrapassando a própria Chapecoense, que cai para o quarto lugar. Outros jogos da rodada, já encerrados, mostram a competitividade da competição. O Coritiba goleou a Ferroviária por 4 a 0, enquanto o Athletico-PR venceu o Botafogo-SP por 3 a 1. Amazonas e Volta Redonda também conquistaram vitórias importantes.
O Tigre, comandado por jogadores como Nicolas e Jhonata Robert, demonstra força em casa, especialmente nas jogadas de bola parada. A Chapecoense, por outro lado, enfrenta dificuldades com a expulsão e precisa se reorganizar para buscar a recuperação no segundo tempo.
Destaques individuais no primeiro tempo
O Criciúma teve em Rodrigo e Nicolas os grandes nomes do primeiro tempo. O zagueiro, além do gol, foi seguro na defesa, enquanto o atacante mostrou oportunismo ao marcar de cabeça. Jhonata Robert também se destacou, com assistências precisas nas bolas paradas. Pelo lado da Chapecoense, Marcinho foi o jogador mais perigoso, criando chances e participando ativamente das jogadas ofensivas.
A expulsão de Gabriel Inocêncio, no entanto, comprometeu o equilíbrio da equipe visitante. O lateral, que vinha bem na partida, deixou o time em desvantagem numérica, dificultando a estratégia do Verdão para o restante do jogo.
Jogo aberto e chances de gol
O primeiro tempo foi marcado por intensidade e oportunidades para ambos os lados. O Criciúma, além dos dois gols, criou chances com Léo Naldi e Diego Gonçalves, que quase ampliaram o placar. A Chapecoense, apesar da pressão inicial, perdeu força após a expulsão e o gol anulado, mas segue buscando espaços para surpreender.
Aos 58 minutos, João Paulo teve uma chance de cabeça após escanteio de Walter Clar, mas a bola passou por cima do gol. O Tigre, por sua vez, continuou explorando as laterais, com Marcinho e Diego Gonçalves levando perigo em cruzamentos.
Arbitragem no centro das atenções
As decisões do árbitro foram determinantes no primeiro tempo. A revisão do VAR no lance do pênalti, seguida pela anulação do gol e a expulsão de Inocêncio, gerou debates entre os jogadores e as comissões técnicas. Cartões amarelos para Léo Vieira, Jhonata Robert e Rafael Lima também refletem a tensão do confronto.
O uso do VAR, embora correto no lance da expulsão, causou interrupções que quebraram o ritmo da partida. Ainda assim, o Criciúma soube aproveitar os momentos de instabilidade da Chapecoense para manter o controle do jogo.
Expectativa para o segundo tempo
Com a vantagem no placar e um jogador a mais, o Criciúma entra no segundo tempo em posição confortável, mas a Chapecoense não deve desistir facilmente. O Verdão, conhecido pela garra, pode apostar em ajustes táticos para tentar reverter o placar, mesmo em desvantagem numérica.
O Tigre, por outro lado, deve manter a estratégia de explorar as bolas paradas e a velocidade pelos lados do campo. A torcida carvoeira, presente em peso no Heriberto Hülse, segue como um fator de apoio para o time da casa.















