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O Corinthians venceu o Athletico-PR por 2 a 0 na noite desta quarta-feira, 10 de setembro de 2025, na Neo Química Arena, em São Paulo, pelo jogo de volta da Copa do Brasil. Com gols de Garro, aos 42 minutos do primeiro tempo, e Gui Negão, aos 17 minutos do segundo tempo, o Timão garantiu a vantagem no confronto de ida, que já havia terminado 1 a 0 para os paulistas. A partida, marcada por intensidade e lances disputados, teve o Corinthians dominando a posse de bola e aproveitando erros do adversário, enquanto o Athletico-PR tentou reagir, mas esbarrou na solidez defensiva corintiana. O jogo, que ainda está em andamento até os 21 minutos do segundo tempo, reflete a estratégia agressiva do técnico Dorival Júnior, que apostou na pressão alta para recuperar a bola e criar oportunidades. A classificação para a próxima fase está mais próxima para o Corinthians, que agora espera consolidar o resultado no restante da partida.

A noite na Neo Química Arena começou com o Corinthians impondo seu ritmo. Apesar de um início morno, com poucas chances claras, o time da casa cresceu na reta final do primeiro tempo. A torcida, que lotou o estádio, vibrou com a entrega dos jogadores, especialmente Gui Negão, que se destacou pela luta incansável pela bola. O Athletico-PR, treinado por Odair Hellmann, optou por uma formação mais defensiva, com cinco jogadores na linha de zaga, buscando segurar o ímpeto corintiano e explorar contra-ataques.

  • Principais momentos do jogo até agora:
    • Gol de Garro, que abriu o placar com um toque preciso após jogada de Gui Negão.
    • Gol anulado do Athletico-PR, revisado pelo VAR, mantendo o placar a favor do Corinthians.
    • Segundo gol de Gui Negão, em lance de persistência dentro da área.

Ataque corintiano faz a diferença

O primeiro gol do Corinthians surgiu de uma jogada bem trabalhada no final do primeiro tempo. Gui Negão, com sua característica combatividade, roubou a bola de Felipinho, driblou Aguirre e encontrou Garro livre. O argentino, com calma, puxou para a direita e finalizou com precisão, sem chances para o goleiro Santos. A jogada exemplificou a estratégia de Dorival Júnior, que orientou o time a pressionar a saída de bola adversária. O Corinthians, mesmo com desfalques importantes, como André Ramalho e Ángel Romero, mostrou organização tática e aproveitou a qualidade individual de seus jogadores de frente.

No segundo tempo, o ritmo do jogo continuou intenso. Aos 17 minutos, Maycon interceptou um passe, Vitinho articulou no meio-campo e a bola chegou a Gui Negão, que, após uma disputa física na área, caiu, se levantou e finalizou com a perna direita para ampliar o placar. A torcida explodiu em festa, reconhecendo a entrega do atacante, que se tornou o destaque da partida. O Athletico-PR, por sua vez, tentou responder com substituições, como a entrada de Leozinho, mas não conseguiu furar o bloqueio defensivo corintiano.

  • Fatores que contribuíram para a vantagem do Corinthians:
    • Pressão alta na saída de bola do Athletico-PR.
    • Atuação decisiva de Gui Negão, com um gol e uma assistência.
    • Solidez defensiva, com destaque para Gustavo Henrique e João Pedro Tchoca.
    • Aproveitamento das chances criadas, especialmente no primeiro tempo.

Momentos-chave da partida

A partida teve lances que definiram o rumo do jogo até os 21 minutos do segundo tempo. O Corinthians dominou a posse de bola desde o início, com 58% contra 42% do Athletico-PR, segundo dados parciais. A anulação do gol de Viveros, aos 24 minutos do primeiro tempo, foi um turning point. O atacante do Furacão escapou em velocidade e marcou, mas o árbitro Davi de Oliveira Lacerda, após revisão do VAR, apontou falta em Maycon, mantendo o placar zerado até o gol de Garro. A decisão gerou reclamações do lado paranaense, resultando em cartão amarelo para Viveros.

No segundo tempo, o Corinthians continuou pressionando. A entrada de Vitinho no intervalo, substituindo Memphis Depay, trouxe mais dinamismo ao ataque. O segundo gol, marcado por Gui Negão, foi um reflexo da persistência do jogador, que não desistiu do lance mesmo após cair na área. O Athletico-PR, por outro lado, teve dificuldades para criar chances claras, com apenas duas finalizações perigosas, ambas defendidas por Hugo Souza.

  • Linha do tempo dos principais lances:
    • 24’ 1T: Gol anulado do Athletico-PR após revisão do VAR por falta de Viveros em Maycon.
    • 42’ 1T: Gol do Corinthians, com Garro finalizando após jogada de Gui Negão.
    • 6’ 2T: Cartão amarelo para Vitinho por pisão em Dudu.
    • 8’ 2T: Cartão amarelo para Patrick por falta perigosa em Garro.
    • 17’ 2T: Gol de Gui Negão, ampliando a vantagem do Corinthians.

Estratégias táticas em campo

O Corinthians, escalado no 4-4-2 por Dorival Júnior, apostou em uma formação equilibrada, com ênfase na pressão alta e transições rápidas. Maycon e Breno Bidon foram fundamentais no meio-campo, recuperando bolas e distribuindo o jogo. A dupla de zaga, formada por Gustavo Henrique e João Pedro Tchoca, neutralizou as investidas do Athletico-PR, especialmente no primeiro tempo, quando Viveros tentou explorar a velocidade. Angileri, pela esquerda, também foi peça-chave, participando ativamente das jogadas ofensivas.

O Athletico-PR, no 5-3-2 de Odair Hellmann, priorizou a solidez defensiva, mas sofreu com a falta de criatividade no meio-campo. A entrada de Zapelli no início do segundo tempo tentou dar mais fluidez ao ataque, mas a equipe paranaense não conseguiu superar a marcação corintiana. Benavídez, pela direita, foi um dos poucos que levou perigo, com um chute aos 20 minutos do segundo tempo, mas sem sucesso.

  • Pontos fortes e fracos das equipes:
    • Corinthians: Pressão alta e eficiência nas finalizações; desfalques limitaram opções no banco.
    • Athletico-PR: Solidez na defesa com cinco jogadores; pouca criatividade no ataque.
    • Destaque individual: Gui Negão, com luta constante e participação nos dois gols.

Arbitragem e polêmicas

A arbitragem de Davi de Oliveira Lacerda foi marcada por decisões que influenciaram o jogo. A anulação do gol do Athletico-PR, após revisão do VAR, gerou protestos dos jogadores e da comissão técnica do Furacão. Além disso, os cartões amarelos aplicados a Viveros, Angileri, Vitinho, Aguirre e Patrick refletiram a intensidade do confronto, com faltas duras de ambos os lados. O VAR também foi acionado aos 8 minutos do segundo tempo para analisar uma possível expulsão de Vitinho, mas a decisão foi mantida como cartão amarelo.

A torcida corintiana, presente em peso, criticou algumas marcações, especialmente a falta de consistência em lances de contato físico. No entanto, até os 21 minutos do segundo tempo, o árbitro conseguiu manter o controle da partida, apesar da tensão gerada pelas decisões.

  • Lances polêmicos da partida:
    • Anulação do gol de Viveros por falta em Maycon, revisada pelo VAR.
    • Cartão amarelo para Patrick por falta perigosa em Garro.
    • Revisão do VAR sobre possível cartão vermelho para Vitinho.

O que esperar do restante do jogo

Com o placar de 2 a 0 até os 21 minutos do segundo tempo, o Corinthians mantém o controle da partida. A equipe de Dorival Júnior segue pressionando, buscando ampliar a vantagem para garantir a classificação. O Athletico-PR, por sua vez, precisa de pelo menos dois gols para levar a decisão aos pênaltis, o que exige uma postura mais ofensiva. As substituições realizadas pelo Furacão, como a entrada de Leozinho e Renan Peixoto, indicam uma tentativa de aumentar o poder de fogo no ataque.

O Corinthians, mesmo com a vantagem, precisa manter a concentração para evitar surpresas. A solidez defensiva e a entrega de jogadores como Gui Negão e Garro serão cruciais para segurar o resultado. A Neo Química Arena, com sua atmosfera vibrante, continua sendo um trunfo para o Timão, que conta com o apoio da torcida para avançar na competição.

  • Possíveis cenários para o jogo:
    • Corinthians amplia o placar com transições rápidas.
    • Athletico-PR cresce com mudanças táticas e busca o empate.
    • Jogo segue disputado, com chances para ambos os lados.
Assuntos

Luís Henrique Costa é jornalista formado pela FMU, editor-chefe e fundador do Mix Vale, portal de notícias em atividade desde 2013. Responde pela direção editorial do veículo, que cobre Brasil e mundo em economia, benefícios sociais, esportes, tecnologia, ciência e entretenimento. Atua na área há mais de 15 anos e lidera uma equipe de cerca de 15 colaboradores.

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