Onde assistir ao vivo Brasil x China no Mundial de Vôlei Masculino 2025 em Manila: horário, transmissão e escalações iniciais
A seleção brasileira masculina de vôlei inicia sua campanha no Campeonato Mundial de 2025 com um duelo contra a China, marcado para este domingo, dia 14 de setembro, às 10h no horário de Brasília, no ginásio de Manila, nas Filipinas. O confronto, válido pela primeira rodada da fase de grupos, coloca frente a frente duas potências asiáticas e sul-americanas em um torneio que reúne 32 equipes pela primeira vez na história da competição. A partida será transmitida ao vivo pelo canal SporTV 2, para assinantes de TV por assinatura, e pela plataforma de streaming VBTV, acessível via assinatura online. O técnico Bernardinho comanda o Brasil, que busca o quarto título mundial, enquanto a China, anfitriã recente em outros eventos, aposta em sua defesa sólida para surpreender. O evento ocorre em meio a uma renovação no elenco brasileiro, com jogadores experientes misturados a jovens talentos, e o porquê do jogo ganha destaque pela rivalidade histórica, com o Brasil levando vantagem em confrontos diretos recentes. Essa estreia define o tom para os próximos jogos do grupo H, que inclui também República Tcheca e Sérvia, e atrai fãs globais pelo nível técnico elevado esperado.
O Brasil chega ao Mundial após uma campanha sólida na Liga das Nações de 2025, onde conquistou o bronze, demonstrando evolução em saques e bloqueios. A China, por sua vez, tem investido em treinamento intensivo, com foco em velocidade e contra-ataques, o que pode complicar a estratégia brasileira.
- Transmissão confirmada: SporTV 2 a partir das 9h45, com análises pré-jogo.
- Plataforma digital: VBTV oferece replay imediato e estatísticas em tempo real.
- Local exato: Philippine Arena, em Manila, com capacidade para 55 mil torcedores.
Essa estrutura de opções garante acesso amplo aos torcedores, independentemente da preferência por TV tradicional ou online.
Preparação da seleção brasileira para o duelo
A equipe verde-amarela desembarcou nas Filipinas há dias, realizando treinos leves para adaptação ao fuso horário e ao clima úmido local. Bernardinho enfatizou a importância de manter o ritmo da VNL, onde o Brasil venceu 10 de 12 jogos na fase inicial. Jogadores como o oposto Darlan Souza, com média de 18 pontos por partida na liga anual, lideram o ataque, enquanto o líbero Maique Santos, eleito o melhor em sua posição na VNL, garante solidez na recepção. A convocação inclui 14 atletas, com destaques para o levantador Fernando Cachopa, que distribui bolas com precisão cirúrgica, e o ponteiro Arthur Bento, revelação de 22 anos com salto impressionante.
Os treinos em Saquarema, no Rio de Janeiro, antes da viagem, focaram em simulações contra defesas asiáticas, semelhantes à da China. A federação brasileira priorizou recuperação física, com sessões de fisioterapia para evitar lesões como a que acometeu o central Judson na VNL. Essa preparação meticulosa visa explorar fraquezas chinesas, como a inconsistência em sets longos, observada em confrontos recentes.
A delegação brasileira interagiu com a comunidade local em Manila, participando de uma sessão de autógrafos que reuniu centenas de fãs filipinos, muitos dos quais apoiam o vôlei desde os Jogos Olímpicos de 1996. Esse apoio externo motiva o time, que viaja com o objetivo de avançar à fase final sem tropeços iniciais.
Histórico de confrontos entre Brasil e China
Desde 1982, Brasil e China se enfrentaram 45 vezes em competições oficiais, com vantagem clara para os brasileiros, que venceram 38 duelos. No Mundial, os dois países se cruzaram em edições como 2010, quando o Brasil conquistou o tricampeonato após bater os asiáticos por 3 a 0 nas quartas de final. Na Liga das Nações de 2025, o Brasil superou a China por 3 a 1 nas quartas, com parciais apertadas que destacaram a resiliência chinesa.
Em torneios continentais, a China surpreendeu em 2018, vencendo por 3 a 2 em um amistoso preparatório, mas o Brasil retaliou com vitórias consecutivas na Liga Mundial de 2006 e 2007. Esses jogos revelam padrões: o Brasil domina em ataques potentes, com média de 55% de eficiência em spikes, enquanto a China brilha em bloqueios, registrando 12 por partida em média na VNL.
Jogadores chave definem esses embates. Pelo Brasil, Wallace de Souza marcou 25 pontos no último Mundial contra rivais semelhantes; pela China, o ponteiro Zhang Yudong, com 2,10m de altura, é ameaça constante no saque viagem.
- Vitórias brasileiras: 38, incluindo 3 no Mundial.
- Derrotas: 7, majoritariamente em fases iniciais.
- Empates: Nenhum, com sets sempre decididos por margem estreita.
- Média de sets: Brasil vence em 3,2 por jogo.
Esse retrospecto reforça a confiança brasileira, mas alerta para o crescimento chinês sob o comando do técnico Shen Qiong.
Destaques do elenco chinês e táticas esperadas
A China apresenta um time renovado, com média de idade de 24 anos, apostando em agilidade e defesa coletiva. O capitão Yuan Zhi, central de 2,05m, lidera com bloqueios precisos, tendo registrado 15 em uma partida da VNL. O levantador Jiang Chuan distribui bolas rápidas, explorando os ponteiros para contra-ataques velozes, estratégia que rendeu 60% de pontos em jogos recentes.
O técnico Shen Qiong, ex-jogador chinês, implementou um sistema de rotação defensiva que neutralizou ataques europeus na preparação. A equipe treinou em Pequim por meses, incorporando tecnologia de análise de vídeo para estudar o Brasil, focando em neutralizar o oposto Darlan. Fraquezas incluem a falta de profundidade no banco, com fadiga aparecendo após o terceiro set.
Na estreia mundial, a China busca pontos cruciais no grupo H, onde qualquer tropeço pode complicar a classificação. Seus treinos em Manila incluíram simulações contra times altos, como o Brasil, priorizando saques flutuantes para desestabilizar a recepção adversária.
O apoio da torcida filipina, neutra mas entusiástica, pode influenciar, mas a China conta com uma diáspora local para criar atmosfera favorável. Esse elenco jovem representa a ascensão asiática no vôlei, com investimentos governamentais elevando o nível desde 2020.
Formato do Mundial 2025 e agenda do grupo H
O Campeonato Mundial Masculino de 2025 marca uma expansão para 32 seleções, divididas em oito grupos de quatro equipes cada. Os dois melhores de cada grupo avançam às oitavas de final, seguidas por quartas, semifinais e final, totalizando 28 de setembro como data da decisão. Pela primeira vez, as Filipinas sediam o torneio completo, com jogos em Manila e Quezon City, arenas modernas que acomodam até 55 mil espectadores.
No grupo H, além de Brasil e China, estão República Tcheca e Sérvia. A agenda brasileira prossegue com o jogo contra os tchecos no dia 15 de setembro, às 23h, e contra os sérvios no dia 17, também às 23h, todos em Manila. Essa sequência apertada testa a rotação do elenco, com Bernardinho planejando poupar titulares em uma partida se possível.
A República Tcheca, com jogadores como o oposto Marek Lebeda, aposta em experiência de veteranos, enquanto a Sérvia, vice-campeã olímpica em 2024, traz força com o levantador Nikola Jovovic. O grupo promete equilíbrio, com a China como azarão e o Brasil como favorito para liderar.
Transmissões seguem pelo SporTV 2 e VBTV para todos os jogos brasileiros, com cobertura em tempo real em portais esportivos. A FIVB introduziu regras como desafios ilimitados por set para maior dinamismo, alterando estratégias de times como o chinês.
- Oitavas: 20 de setembro, cruzamentos baseados em posições.
- Quartas: 22 de setembro, em Quezon City.
- Semifinais: 25 de setembro, com final no dia 28.
- Premiação: US$ 1 milhão para o campeão, distribuídos por fase.
Essa estrutura garante emoção até o fim, com o Brasil mirando o tetra para igualar a Itália em número de títulos.
Expectativas para o desempenho brasileiro no torneio
Bernardinho reuniu o time em uma coletiva pré-viagem, destacando a coesão como chave para o sucesso. O Brasil, tricampeão mundial em 2002, 2006 e 2010, chega com elenco equilibrado: ataque com 58% de eficiência na VNL, defesa com 10 bloqueios por jogo e saque com 40 aces na liga. A renovação pós-Olimpíadas de 2024 trouxe vitalidade, com jovens como o central Thiago Maechler contribuindo em treinos.
Contra a China, o foco está em explorar mismatches no meio da rede, onde os brasileiros superam em altura média. A estratégia inclui variações no passe para confundir o levantador chinês, mantendo pressão constante. Se vencer em sets diretos, o Brasil ganha confiança para os duelos subsequentes no grupo.
A torcida brasileira, mesmo distante, mobiliza-se via redes sociais, com hashtags como #BrasilNoMundial alcançando milhões de interações. Atletas como o ponteiro Ricardo Lucarelli, com 200 caps pela seleção, inspiram a nova geração, garantindo continuidade no alto nível.
O Mundial 2025 surge como oportunidade para o Brasil reafirmar domínio global, especialmente após o bronze na VNL, onde superou adversários como Polônia e Itália em sets decisivos. A preparação incluiu amistosos na Polônia, vencendo a Argentina por 3 a 0, refinando táticas contra defesas compactas.
Influência da sede filipina no Mundial
As Filipinas, estreantes como sede integral, investiram em infraestrutura, com o Philippine Arena equipado com telões e som ambiente para elevar a experiência. O clima tropical, com umidade acima de 80%, exige hidratação constante, fator que o Brasil treinou em simulações no litoral carioca. A viagem longa, de cerca de 20 horas, foi mitigada por paradas técnicas, preservando a forma física.
A federação filipina promoveu o evento com campanhas locais, atraindo 200 mil ingressos vendidos antecipadamente. Para o Brasil, isso significa ambiente hostil inicial, mas a habilidade em jogos fora de casa, comprovada em 15 vitórias em 18 mundiais, favorece. A China, com laços culturais próximos, pode ganhar apoio extra da comunidade asiática nas arquibancadas.
Logística inclui transporte dedicado e hotéis próximos às arenas, minimizando desgaste. A FIVB elogiou a organização, comparando-a a eventos europeus, o que beneficia times como o brasileiro em termos de recuperação entre partidas.

















