Eclipse solar parcial ilumina céus em quase todo mundo neste domingo (21): horário do fenômeno e como assistir
Um espetáculo celeste está previsto para este domingo (21), quando o segundo eclipse solar de 2025 ocorrerá, trazendo um fenômeno astronômico que promete encantar observadores em partes específicas do planeta. A partir das 14h30 (horário de Brasília), o evento será visível de forma parcial em regiões como a Nova Zelândia, a costa leste da Austrália, algumas ilhas do Pacífico e trechos da Antártica. No Brasil, o fenômeno não poderá ser observado diretamente, mas a transmissão ao vivo pelo portal Time and Date permitirá que brasileiros acompanhem o evento em tempo real. Este eclipse, embora parcial, reforça o fascínio humano pelos movimentos cósmicos e a importância de plataformas digitais para democratizar o acesso à astronomia.
O evento astronômico é mais um capítulo na dança celeste entre Sol, Lua e Terra, que ocorre com regularidade e desperta curiosidade global. Diferentemente de um eclipse total, que transforma o dia em noite, o eclipse parcial cria uma imagem peculiar, como se a Lua desse uma “mordida” no Sol. Para os interessados, o fenômeno oferece uma oportunidade de compreender melhor os alinhamentos celestes e os avanços tecnológicos que permitem sua observação em tempo real. Abaixo, alguns pontos destacam o que torna este evento único:

- Visibilidade limitada: Apenas algumas regiões do hemisfério sul poderão observar o eclipse diretamente.
- Transmissão global: Portais como o Time and Date garantem acesso ao fenômeno em tempo real.
- Frequência dos eclipses: Eclipses parciais ocorrem pelo menos duas vezes ao ano, segundo a Nasa.
- Impacto cultural: Fenômenos celestes continuam a inspirar cientistas e entusiastas em todo o mundo.
O que caracteriza o eclipse parcial
O eclipse solar parcial deste domingo (21) ocorre quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, mas sem um alinhamento perfeito. Isso resulta em uma sombra que cobre apenas uma parte do disco solar, criando a impressão de uma “mordida” no astro. O fenômeno é dividido em três etapas distintas: o início, quando a Lua começa a encobrir o Sol; o máximo, momento em que a cobertura atinge seu pico; e o fim, quando a Lua se afasta, liberando o Sol. Este evento não será visível no Brasil devido à posição geográfica, mas sua transmissão online amplia o acesso para públicos distantes.
A Nasa explica que eclipses solares parciais são relativamente comuns, acontecendo pelo menos duas vezes por ano em diferentes pontos do planeta. Diferentemente dos eclipses totais, que exigem um alinhamento preciso e são raros em uma mesma localidade, os parciais ocorrem quando a sombra central da Lua, chamada umbra, não toca a superfície terrestre. Isso faz com que o fenômeno seja percebido apenas como uma redução parcial da luz solar. Para os observadores na Nova Zelândia e na Antártica, o evento será uma oportunidade de presenciar a interação entre corpos celestes em tempo real.
Regiões privilegiadas para observação
Nem todos os lugares do mundo terão a chance de observar o eclipse diretamente. As áreas de visibilidade incluem a costa leste da Austrália, onde o fenômeno será visto em cidades como Sydney, além de ilhas do Pacífico, como Fiji e Samoa, e partes remotas da Antártica. Nessas regiões, o eclipse começará por volta das 14h30 (horário de Brasília), com variações de acordo com o fuso horário local. A duração do evento pode variar, mas geralmente se estende por algumas horas, com o momento de maior cobertura solar, conhecido como magnitude máxima, sendo o ponto alto para os espectadores.
A localização geográfica desempenha um papel crucial na observação de eclipses. As áreas próximas aos polos, como a Antártica, frequentemente têm maior probabilidade de presenciar eclipses parciais devido à inclinação da órbita lunar. Para os moradores dessas regiões, o fenômeno será um lembrete da vastidão do cosmos. No entanto, mesmo em locais privilegiados, a observação exige cuidados:
- Protetores solares: Óculos especiais ou filtros solares são essenciais para evitar danos à visão.
- Equipamentos adequados: Telescópios com filtros solares garantem uma observação segura e detalhada.
- Condições climáticas: Céus limpos são ideais para uma experiência completa.
- Horários locais: Ajustes de fuso horário são necessários para acompanhar o evento em tempo real.
A ciência por trás do fenômeno
Eclipses solares ocorrem devido ao alinhamento, ou quase alinhamento, entre Sol, Lua e Terra. No caso de um eclipse parcial, a Lua projeta uma sombra parcial, chamada penumbra, que atinge a Terra sem bloquear completamente o Sol. Esse fenômeno é resultado da órbita elíptica da Lua e da inclinação de sua trajetória em relação ao plano orbital terrestre. A Nasa destaca que eclipses parciais são mais comuns que os totais porque não exigem um alinhamento perfeito, o que os torna visíveis em áreas mais amplas do planeta.
A frequência dos eclipses solares é bem documentada. Em média, ocorrem de dois a cinco eclipses solares por ano, sendo os parciais os mais frequentes. O evento deste domingo é o segundo de 2025, seguindo um eclipse anterior que também foi parcial em algumas regiões. Para os cientistas, esses fenômenos são oportunidades de estudar a atmosfera solar e os movimentos orbitais. Além disso, avanços tecnológicos permitem que telescópios e satélites capturem imagens de alta resolução, ampliando o entendimento sobre o comportamento do Sol.
Como acompanhar o eclipse no Brasil
Embora o Brasil não esteja na zona de visibilidade do eclipse, a tecnologia torna possível acompanhar o evento de qualquer lugar. O portal Time and Date, conhecido por suas transmissões de fenômenos astronômicos, oferecerá uma cobertura ao vivo a partir das 14h30 (horário de Brasília). A transmissão incluirá imagens captadas em tempo real de locais como a Nova Zelândia e a Austrália, permitindo que brasileiros tenham uma experiência imersiva. Outras plataformas, como canais de astronomia no YouTube, também podem disponibilizar streams do evento.
Para os entusiastas da astronomia, acompanhar o eclipse online é uma alternativa prática e segura. Além disso, muitas instituições científicas compartilham materiais educativos durante esses eventos, explicando os detalhes do fenômeno. Abaixo, algumas opções para aproveitar o eclipse no Brasil:
- Transmissão ao vivo: Portais como Time and Date oferecem streaming gratuito.
- Aplicativos de astronomia: Stellarium e SkySafari ajudam a entender o posicionamento dos astros.
- Comunidades online: Grupos de astrônomos amadores compartilham dicas e imagens.
- Materiais educativos: Sites da Nasa oferecem guias sobre eclipses solares.
Curiosidades sobre eclipses solares
Os eclipses solares têm fascinado a humanidade por séculos, sendo registrados em diversas culturas como eventos de significado místico ou científico. No passado, povos antigos interpretavam esses fenômenos como presságios, enquanto hoje eles são estudados com precisão pela ciência moderna. O eclipse deste domingo, embora parcial, reforça a importância de continuar explorando o universo. Algumas curiosidades destacam o impacto dos eclipses:
- História antiga: Civilizações como os maias registravam eclipses com precisão.
- Efeito na fauna: Animais podem alterar comportamentos durante eclipses, confundindo dia e noite.
- Avanços científicos: Eclipses ajudaram a confirmar teorias como a relatividade geral de Einstein.
- Frequência futura: Em 2026, um eclipse total será visível em partes da Europa.
O evento deste domingo (21) é uma oportunidade para reacender o interesse pela astronomia, especialmente entre os mais jovens. Mesmo à distância, brasileiros podem se conectar com o cosmos por meio da tecnologia, acompanhando um fenômeno que une ciência, cultura e curiosidade humana.
Carolina Costa é colaboradora da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2019. Formação: Administração








