Quem matou Odete Roitman? As mortes misteriosas que definiram as novelas de Gilberto Braga
A reprise de “Vale Tudo” em 2025, com nova versão escrita por Manuela Dias, trouxe de volta o icônico mistério “Quem matou Odete Roitman?”, que marcou a teledramaturgia brasileira. A novela, originalmente escrita por Gilberto Braga, consolidou o autor como mestre do suspense, com assassinatos que intrigaram o público. Outras tramas do autor, como “Água Viva” e “Celebridade”, também usaram mortes misteriosas para prender a audiência. O g1 revisita os principais crimes das novelas de Braga, destacando os perfis dos assassinos.
O remake de “Vale Tudo” mantém o foco no assassinato de Odete Roitman, morta por Leila (Cassia Kis) em um caso de erro fatal. A trama, que mistura traição e vingança, reflete o estilo de Gilberto Braga. Outros casos, como o assassinato de Miguel Fragonard em “Água Viva”, mostram a complexidade das motivações dos vilões. Cada novela apresenta um crime marcante, com desfechos inesperados.
- “Água Viva”: Kléber matou Miguel Fragonard por roubo e medo de ser descoberto.
- “Anos Dourados”: Dr. Carneiro armou a morte de Olivério para incriminar Marcos.
- “Celebridade”: Laura assassinou Lineu para proteger seus segredos.
Reprise reacende interesse
A nova versão de “Vale Tudo” adapta a trama original para o público atual, mantendo o suspense. A morte de Odete Roitman, exibida em 1988, ainda gera debates nas redes sociais.
O remake, dirigido por Manuela Dias, atualiza o contexto social da novela, mas preserva o crime central. A produção investe em cenários modernos e novas interpretações dos personagens.
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Suspense como marca registrada
Gilberto Braga usava assassinatos para explorar conflitos familiares e traições. Em “Labirinto”, Otacílio foi morto pelo filho Júnior, em um crime movido por desavenças pessoais.
Em “Força de um Desejo”, a Baronesa Bárbara matou o Barão Henrique Sobral para encobrir seus crimes. Essas tramas reforçam o estilo de Braga, com vilões complexos e motivações densas.
Perfil dos assassinos
As novelas de Gilberto Braga apresentam assassinos com motivações variadas, como vingança, ganância ou proteção. Em “Paraíso Tropical”, Taís foi assassinada por chantagear Olavo.
Em “Insensato Coração”, Wanda matou Norma para salvar seu filho Leo. Já em “Babilônia”, Otávio eliminou Murilo por ciúmes e traição.
Os vilões de Braga muitas vezes agem por impulsos emocionais ou interesses financeiros.
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Impacto na teledramaturgia
O suspense criado por Gilberto Braga influenciou gerações de autores. Suas tramas combinavam crimes com críticas sociais, como corrupção e desigualdade. “Vale Tudo” destacou a busca por poder, enquanto “Celebridade” explorou a fama.
O autor morreu em 2021, mas seu legado segue vivo, especialmente com o remake de “Vale Tudo”. As mortes misteriosas continuam atraindo o público, reforçando a força de suas histórias.
Motivações e desfechos
Os assassinatos de Braga tinham desfechos surpreendentes, com vilões muitas vezes próximos das vítimas. Em “Anos Dourados”, Dr. Carneiro se suicidou após ser desmascarado.
Em “Água Viva”, Kléber enfrentou as consequências de seus atos. As tramas de Braga evitavam finais previsíveis, mantendo o público intrigado até o último capítulo.
Legado nas novelas brasileiras
Gilberto Braga transformou a teledramaturgia com mortes que iam além do suspense. Seus assassinos, como Laura em “Celebridade”, eram movidos por ambição ou desespero.
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O remake de “Vale Tudo” prova que essas histórias ainda cativam. A nova geração de telespectadores descobre os mistérios que marcaram a TV brasileira.
O impacto de Braga se reflete na forma como suas tramas misturam crime e crítica social. Seus vilões, complexos e humanos, continuam a inspirar produções atuais.

















