Saque do PIS/Pasep pode liberar até R$ 2.800 para trabalhadores até 2026

Carteira de Trabalho, Pis Pasep, FGTS

Carteira de Trabalho, Pis Pasep, FGTS - Foto: Etalbr/ Istockphoto.com

O governo federal reabriu o prazo para saques de valores esquecidos do PIS/Pasep, que podem chegar a R$ 2.800 por trabalhador. Os recursos, depositados entre 1971 e 1988, estão disponíveis para quem atuou com carteira assinada ou como servidor público nesse período. O prazo para retirada vai até janeiro de 2026, e a consulta pode ser feita por aplicativos oficiais. Herdeiros de trabalhadores falecidos também podem solicitar os valores.

A liberação abrange contas individuais não sacadas anteriormente. Para verificar o saldo, trabalhadores da iniciativa privada usam o aplicativo FGTS, enquanto servidores públicos acessam o Repis Cidadão.

  • Documentos necessários: RG, CPF, número do PIS/Pasep e dados bancários.
  • Herdeiros devem apresentar certidão de óbito e prova de parentesco.
  • Os valores variam conforme o tempo de serviço e vínculos empregatícios.
Pis Pasep – Foto: Brenda Rocha – Blossom/Shutterstock.com

Histórico do programa

O PIS/Pasep foi criado para formar uma poupança para trabalhadores. Empresas privadas depositavam no PIS, e órgãos públicos, no Pasep. Os recursos acumulados rendiam juros, mas muitos trabalhadores não os resgataram.

Quem pode sacar

O benefício é restrito a trabalhadores com carteira assinada ou servidores públicos entre 1971 e 1988. Aqueles que já sacaram ou tiveram valores transferidos para o FGTS em 2020 não são elegíveis. Pessoas com mais de um vínculo empregatício podem ter valores maiores.

Processo de consulta e saque

Os saques são facilitados por plataformas digitais. A Caixa Econômica Federal gerencia o PIS, e o Banco do Brasil, o Pasep. Os aplicativos permitem verificar saldos e iniciar o processo de retirada. Documentos como RG, CPF e comprovantes de vínculo são obrigatórios.

Valores disponíveis

O montante médio por trabalhador é de R$ 2.800, mas pode ser maior. Fatores como tempo de serviço e número de vínculos influenciam o total. Os recursos não sacados até 2026 podem ser realocados pelo governo. Herdeiros têm até a mesma data para reivindicar os valores.

Documentação necessária

Para solicitar o saque, é preciso reunir documentos específicos. Titulares devem apresentar identidade, CPF e número do PIS/Pasep. Herdeiros precisam de certidão de óbito e comprovantes de parentesco, como certidão de nascimento ou casamento. O processo é feito diretamente nos aplicativos, com transferência para conta bancária indicada.

Prazo e orientações

O prazo final para saques é janeiro de 2026. Após essa data, os valores podem ser destinados ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). É recomendável verificar o saldo o quanto antes para evitar contratempos.

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