Interesse do Grêmio por Rui Costa cresce e pode alterar planejamento do São Paulo em 2026Por Jeronimo Santos
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Rui Costa, executivo de futebol do São Paulo, surge como opção para assumir cargo similar no Grêmio a partir de 2026. O dirigente, com contrato até dezembro de 2025 no Morumbi, é cotado por diferentes grupos políticos no clube gaúcho. A movimentação ocorre em meio às eleições presidenciais do Grêmio, marcadas para o fim do ano.
Formado nas categorias de base do Grêmio, Rui Costa iniciou carreira como dirigente no clube em 2012. Sua passagem por Porto Alegre durou até 2016, período em que contribuiu para conquistas como a Copa do Brasil e a Libertadores.
No São Paulo desde 2021, ele participa da reestruturação do departamento de futebol. A diretoria tricolor monitora o interesse rival com atenção, pois a saída representaria perda no planejamento para o próximo ciclo.
- Principais conquistas de Rui Costa como executivo: Copa do Brasil 2016 (Grêmio), Libertadores 2017 (Grêmio), Sul-Americana 2018 (Athletico-PR).
- Clubes por onde passou: Grêmio, Chapecoense, Athletico-PR, Atlético-MG e São Paulo.
Trajetória no futebol brasileiro
Rui Costa construiu reputação em diversos clubes ao longo de 13 anos. Ele assumiu desafios variados, desde reconstruções até títulos internacionais.
Em 2016, na Chapecoense, liderou a montagem de elenco após tragédia aérea. O time conquistou o Campeonato Catarinense em 2017, com contratações pontuais e foco em jovens talentos.
No Athletico-PR, de 2018 a 2020, gerenciou o setor que venceu a Sul-Americana. As negociações envolveram equilíbrio orçamentário, com vendas estratégicas de atletas.
Passagem pelo Grêmio
O Grêmio vê em Rui Costa perfil ideal para o cargo. Sua origem no clube facilita integração com torcida e diretoria.
Entre 2012 e 2016, ele atuou nas categorias de base e como executivo principal. Contribuiu para elencos campeões, com ênfase em contratações de impacto.
A saída ocorreu em meio a críticas por derrotas na época. No entanto, anos depois, o nome ganha força novamente nas eleições.
O pleito de 2025 tem chapas de Odorico Roman e Paulo Caleffi. Ambas citam Rui Costa como preferência para liderar o futebol em 2026.
Contribuições no São Paulo
Desde 2021, Rui Costa integra a gestão de Julio Casares. Ele conduz negociações e equilibra finanças do departamento.
O executivo evitou endividamento excessivo em contratações. Focou em renovações e empréstimos, mantendo competitividade no Brasileirão.
Sua parceria com Muricy Ramalho, coordenador técnico, trouxe autonomia. O São Paulo alcançou semifinais na Libertadores recente sob essa estrutura.
Uma controvérsia surgiu em 2025, com polêmica na permanência de zagueiro Ruan. O caso envolveu parentesco familiar, mas não afetou o planejamento geral.
Interesse das chapas eleitorais
As negociações com Rui Costa avançam de forma discreta. O Grêmio espera o fim da temporada para formalizar contatos.
A chapa de Odorico Roman planeja Antonio Dutra Júnior como vice de futebol. Rui Costa seria o executivo principal nessa estrutura.
Paulo Caleffi, outro candidato, inclui Danrlei e Maicon no setor. Ainda assim, avalia o nome de Rui Costa positivamente.
- Fatores que favorecem a contratação: Identificação com o clube, experiência em títulos e equilíbrio financeiro.
- Cronograma esperado: Definição pós-eleições em dezembro de 2025, com início em janeiro de 2026.
Planejamento para 2026
O São Paulo prepara transição sem Rui Costa, caso a saída se confirme. A diretoria busca nomes internos para suprir a vaga.
No Grêmio, a chegada do executivo visa reforçar o elenco para competições nacionais. O foco inclui contratações cirúrgicas e desenvolvimento de base.
Rui Costa mantém silêncio público sobre o futuro. Ele prioriza metas atuais, como posições no Brasileirão e Copa do Brasil.
O cenário reflete disputas por talentos administrativos no futebol. Clubes grandes competem por profissionais experientes em um mercado restrito.







