Onde assistir França x Suécia: escalação confirmada no confronto na Women’s Nations League 2025Por Carolina Costa
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França e Suécia se enfrentam nesta sexta-feira, 28 de novembro de 2025, no Stade Auguste-Delaune, em Reims, pela primeira partida da disputa pelo terceiro lugar da UEFA Women’s Nations League. O jogo, válido pela fase final da competição, ocorre às 20h10 no horário local francês e marca o embate entre as equipes eliminadas nas semifinais. A França, finalista na edição inaugural de 2023/24, busca o bronze sob o comando do técnico Laurent Bonadéi, enquanto a Suécia, em sua estreia na fase decisiva, é liderada por Tony Gustavsson.
As duas seleções chegam ao confronto após derrotas apertadas nas semis. A França caiu por 3-2 no agregado contra a Alemanha, com placar de 1-0 na ida e 2-2 na volta. Já a Suécia perdeu por 5-0 no total para a Espanha, sofrendo 4-0 na primeira mão e 1-0 na segunda. Esse terceiro lugar garante qualificação para a Liga A do próximo ciclo e vagas em qualificatórias europeias.
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O histórico recente favorece a França, que venceu a Suécia por 2-1 em julho de 2024, em qualificatória para a Euro 2025. Ambas as equipes adotam o esquema 4-3-3, com ênfase em ataques rápidos e meio-campo criativo.
- França: Destaque para Kadidiatou Diani, com 5 gols na competição, e Grace Geyoso na armação.
- Suécia: Kosovare Asllani lidera o meio, enquanto Johanna Rytting Kaneryd busca chances na ponta.
- Arbitragem: Comandada por Kateryna Monzul, da Ucrânia, com auxiliares experientes.
Formações iniciais confirmadas
A seleção francesa inicia com Pauline Peyraud-Magnin no gol, defesa formada por Alice Sombath, Griedge Mbock Bathy, Maëlle Lakrar e Sakina Karchaoui. No meio, Onéva Joris François e Geyoro controlam o jogo, com Delphine Cascarino e Diani no ataque ao lado de Melchie Malard.
Gustavsson opta por uma linha defensiva com Jennifer Falk, Sofia Holmberg, Natalia Bjorn e Elsa Junttila-Nelhage. Fridolina Rolfö e Johanna Rytting Kaneryd flanqueiam o ataque, com Kosovare Asllani como capitã no meio-campo.
Essas escolhas refletem ajustes pós-semifinais, com foco em recuperação rápida e pressão alta desde o início.
O embate em Reims, casa do Stade de Reims, lota 21 mil torcedores esperados, em um clima de revanche europeia.
Histórico de confrontos recentes
França e Suécia se mediram cinco vezes nos últimos três anos, com três vitórias francesas, um empate e uma suéca. Em 2023, na Nations League anterior, a França venceu por 2-0 em casa.
A partida de julho de 2024, pelas Eliminatórias da Euro, terminou 2-1 para as francesas, com gols de Wendie Renard e Diani. A Suécia empatou no agregado daquelas qualificatórias, mas caiu nos pênaltis.
Esses jogos mostram equilíbrio, com média de 2,4 gols por partida. A França domina em posse de bola, enquanto a Suécia explora contra-ataques.
No contexto da Nations League, esse terceiro lugar é crucial para rankings FIFA e acessos futuros. Ambas buscam fechar o ano com medalha.
Destaques individuais em campo
Kadidiatou Diani, artilheira francesa com 5 gols na fase final, retorna ao ataque após folga na semi-volta. Sua velocidade desafia a defesa sueca, que sofreu 5 gols contra a Espanha.
Kosovare Asllani, capitã da Suécia aos 35 anos, acumula 180 caps e 40 gols pela seleção. Ela orquestra o meio, com passes precisos acima de 85% na competição.
Grace Geyoro, meio-campista francesa, lidera em assistências com 4, enquanto Fridolina Rolfö, da Suécia, tem 3 gols e é ameaça em bolas paradas.
Esses nomes definem o ritmo, com duelos diretos no centro que podem inclinar o placar inicial.
A partida marca a estreia de novas regras da UEFA, como VAR expandido para impedimentos semi-automatizados.
Estratégias táticas para o confronto
A França planeja posse dominante, acima de 60%, com transições rápidas pelas pontas via Karchaoui e Cascarino. Bonadéi reforça a marcação no meio para neutralizar Asllani.
Gustavsson aposta em bloco baixo inicial, explorando erros franceses com Rolfö e Kaneryd em profundidade. A Suécia treinou finalizações de média distância, onde tem 70% de acerto.
Ambas testaram variações no 4-3-3 durante a semana, com foco em set pieces. A França tem vantagem em escanteios, com 12 na fase final.
O clima em Reims, com 8 graus e possível chuva, favorece o jogo físico sueco.
Jogadoras de reserva chave
Laurina Fazer e Wassa Sangaré aguardam chances na França, trazendo frescura ao ataque. Fazer, de 22 anos, marcou 2 gols em amistosos recentes.
Pela Suécia, Stina Blackstenius e Fridolina Rolfö são opções ofensivas, com Blackstenius somando 3 gols na liga doméstica este ano.
Essas substituições podem alterar o segundo tempo, especialmente se o placar ficar empatado.
O banco francês é mais experiente, com média de 50 caps por jogadora.
Importância do terceiro lugar na competição
O bronze assegura vaga na Liga A para 2026/27 e pontos para o ranking UEFA, impactando qualificatórias para a Euro 2029. A França visa manter o top 3 europeu.
Para a Suécia, o pódio estreia seria marco histórico, após vice no Mundial 2023. A competição distribui €1,2 milhão em premiações, com bronze valendo €300 mil.
A Nations League, em sua segunda edição, eleva o calendário feminino, com 16 seleções na elite.
Mais de 500 mil torcedores assistiram aos jogos da fase final até agora.
Transmissão e cobertura global
O jogo vai ao ar na França TV na França e SVT Play na Suécia, com streaming via UEFA.tv para outros países. No Brasil, opções incluem SporTV e DAZN.
Estatísticas em tempo real estão disponíveis no app Sofascore, com atualizações de posse e chutes. A arbitragem inclui VAR para decisões precisas.
Fãs globais votam em enquetes, com 58% prevendo vitória francesa no agregado.
O evento reforça o crescimento do futebol feminino, com audiência projetada em 2 milhões de espectadores.
Perspectivas para a volta em Estocolmo
A segunda partida ocorre em 2 de dezembro, no Friends Arena, às 19h locais suecas. O agregado define o bronze, com critério de gols fora em caso de empate.
A Suécia ganha força em casa, onde venceu 80% dos jogos recentes. A França, porém, tem histórico de viradas, como na semi de 2024.
Treinadores preveem jogo aberto, com foco em recuperação física. Lesões mínimas beneficiam ambas, com elencos completos.
O desfecho influencia preparações para amistosos de março de 2026.















