Confusão nos últimos minutos e Flamengo garantido na final contra o PSG após vitória sobre PyramidsPor Luís Henrique Costa
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O Flamengo vence o Pyramids por 2 a 0 até os 82 minutos do segundo tempo, pela semifinal da Copa Intercontinental, no Estádio Ahmad bin Ali, em Al Rayyan, no Catar. Os gols foram marcados por Léo Pereira, no primeiro tempo, e Danilo, no início da etapa complementar, ambos em cobranças de falta de Arrascaeta. O vencedor do confronto avança para enfrentar o Paris Saint-Germain na final do torneio, marcada para a próxima quarta-feira.
A partida começou com domínio rubro-negro, que controlou a posse de bola e criou as principais chances nos minutos iniciais. O Pyramids adotou postura mais defensiva, buscando contra-ataques, mas não conseguiu ameaçar seriamente o gol defendido por Rossi na primeira etapa. Aos 23 minutos do primeiro tempo, Arrascaeta cobrou falta com precisão, e Léo Pereira cabeceou para abrir o placar.
No segundo tempo, o Flamengo ampliou logo aos 6 minutos, novamente com assistência de Arrascaeta em cobrança de falta e finalização de cabeça de Danilo. A equipe brasileira manteve o controle, com substituições para administrar o ritmo, enquanto o Pyramids tentou pressionar nos minutos finais, gerando momentos de confusão na área rubro-negra. O jogo segue em andamento, com o Flamengo próximo da classificação.

Linha do tempo dos principais lances
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- Aos 23′ do 1º tempo: Gol do Flamengo! Arrascaeta cobra falta na área, e Léo Pereira cabeceia no canto para abrir o placar.
- Aos 6′ do 2º tempo: Gol do Flamengo! Mais uma vez Arrascaeta assiste em cobrança de falta, e Danilo cabeceia para ampliar para 2×0.
- Aos 30′ do 2º tempo: Bruno Henrique intercepta bola na área adversária, tenta driblar o goleiro El Shenawy, mas é desarmado.
- Aos 34′ do 2º tempo: Pulgar desarma adversário na área rubro-negra, e jogador do Pyramids reclama de pênalti, gerando discussão.
- Aos 45′ do 1º tempo: Rossi faz grande defesa em finalização de Mayele, evitando o gol de empate.
- Aos 82′ do 2º tempo: Momentos de confusão na área do Flamengo com pressão do Pyramids, mas defesa segura o resultado até o momento.
Domínio rubro-negro na primeira etapa
O Flamengo iniciou a partida impondo seu ritmo, com maior posse de bola e presença no campo de ataque. A equipe de Filipe Luís trocou passes com paciência, buscando espaços na defesa recuada do Pyramids. Nos primeiros minutos, Cebolinha teve chance clara, mas a finalização foi bloqueada pela zaga egípcia.
O gol surgiu em jogada aérea, especialidade rubro-negra na competição. Arrascaeta executou a cobrança com efeito, e Léo Pereira se posicionou bem para cabecear sem chances para o goleiro. Após o gol, o Flamengo cadenciou o jogo, controlando as ações e evitando exposições defensivas.
O Pyramids respondeu nos minutos finais da etapa inicial, com finalizações perigosas de Ziko e Mayele. Rossi interveio com segurança, mantendo a vantagem brasileira no intervalo. A postura conservadora dos egípcios limitou suas oportunidades, enquanto o Flamengo demonstrou eficiência nas bolas paradas.
Ampliação rápida e controle no segundo tempo
A etapa complementar começou com o Flamengo mantendo a intensidade. Logo aos 6 minutos, nova cobrança de falta de Arrascaeta encontrou Danilo livre na área, que cabeceou firme para fazer 2 a 0. O gol precoce deu tranquilidade aos brasileiros, que passaram a administrar a posse.
Substituições foram realizadas para preservar jogadores e manter o frescor físico. Bruno Henrique e Ayrton Lucas entraram, trazendo velocidade pelos flancos. O Pyramids tentou reagir com trocas no meio-campo, inserindo jogadores como Reda e Ewerton para ganhar mais agressividade.
Apesar das tentativas egípcias, como chutes de longe de Marei e investidas de Mayele, a defesa rubro-negra, liderada por Léo Pereira e Danilo, cortou as jogadas com eficiência. Rossi pouco foi exigido após o intervalo inicial.
Pressão egípcia e momentos de tensão
Nos minutos finais, o Pyramids avançou linhas e aumentou a pressão no campo do Flamengo. Troca de passes rápidos na intermediária gerou chances, com Zalaka e Touré arriscando finalizações. A defesa brasileira respondeu com desarmes firmes, mas houve reclamações por parte dos egípcios em divididas na área.
Cartões amarelos foram distribuídos, como para Marei e Atef, refletindo a intensidade crescente. O Flamengo explorou contra-ataques, com Bruno Henrique quase marcando o terceiro em lance individual. A confusão surgiu em reclamações por pênaltis não marcados e discussões entre jogadores.
O árbitro controlou as ações com intervenções rápidas, mantendo o fluxo do jogo. Até os 82 minutos, o Flamengo segurou o resultado sem maiores sustos, aproximando-se da vaga na final.
Substituições e ajustes táticos
Filipe Luís promoveu mudanças estratégicas ao longo da partida. No segundo tempo, De la Cruz entrou no lugar de Jorginho para reforçar o meio-campo. Luiz Araújo substituiu Arrascaeta, preservando o uruguaio após duas assistências decisivas.
Ayrton Lucas e Bruno Henrique refrescaram as laterais e o ataque, trazendo opções de velocidade. O Pyramids respondeu com entradas de Fathi, Reda e Ewerton, buscando mais volume ofensivo. As alterações egípcias visaram explorar bolas aéreas e velocidade de Mayele.
As trocas mantiveram o equilíbrio físico, importante em partida disputada sob calor no Catar. O Flamengo rotacionou sem perder organização, enquanto o adversário ganhou impulsos pontuais.
Destaques individuais no confronto
Arrascaeta foi o principal articulador rubro-negro, com duas assistências precisas em bolas paradas. O uruguaio ditou o ritmo e criou as melhores oportunidades. Léo Pereira e Danilo brilharam na defesa e no ataque, marcando os gols com cabeceios oportunos.
Rossi contribuiu com defesas importantes, especialmente no final do primeiro tempo. Pelo Pyramids, Mayele foi o mais perigoso, com movimentação constante e finalizações que exigiram atenção da zaga brasileira. Chibi e Touré apoiaram bem pelas laterais.
A experiência do Flamengo em competições internacionais prevaleceu até o momento, com jogadores chave decidindo lances cruciais.
Contexto da Copa Intercontinental
A competição reúne campeões continentais em formato mata-mata anual. O Flamengo qualificou-se como vencedor da Libertadores 2025 e superou o Cruz Azul na fase anterior. O Pyramids chegou após eliminar equipes em playoffs preliminares, representando a África.
O torneio ocorre no Catar, com estádios utilizados na Copa do Mundo de 2022. A final contra o PSG atrai atenção global, opondo campeões da América do Sul e Europa.
Posse de bola e estatísticas parciais
Até os 82 minutos, o Flamengo registra maior posse de bola, com trocas de passes seguras na defesa e intermediária. Finalizações rubro-negras superam as egípcias, com eficiência nas jogadas aéreas. Escanteios e faltas equilibrados refletem disputa física intensa.
Cartões amarelos distribuídos para ambos os lados indicam arbitragem atenta a divididas. O Flamengo mantém clean sheet parcial, com Rossi seguro nas intervenções.
O jogo continua em andamento, com possibilidades de alterações no placar nos minutos restantes.







