Atlético-MG reavalia venda de Rony, pede 31 milhões ao Santos e Jorge Sampaoli esclarece situação do atacantePor Luís Pereira
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O Atlético-MG alterou sua posição nas negociações pelo atacante Rony, informando ao Santos sua disposição em concretizar a venda do jogador, mas estabelecendo um valor de 5 milhões de euros, o equivalente a R$ 31 milhões na cotação atual. Essa mudança representa um novo capítulo na busca do Peixe por reforços ofensivos, após semanas de tentativa e uma resistência inicial do clube mineiro em liberar seu atleta. A reviravolta no cenário de transferência surge em um momento crucial do mercado, com os clubes definindo seus elencos para as próximas competições.
A decisão do Atlético-MG de reabrir as tratativas movimenta as expectativas no mercado da bola, especialmente para o Santos, que já havia direcionado seu foco para outras opções. A informação indica que, apesar de um veto inicial atribuído ao técnico Jorge Sampaoli, a situação do jogador segue em aberto, exigindo agora uma resposta financeira por parte da diretoria santista para avançar com a contratação do experiente ponta. A complexidade do cenário demonstra a volatilidade das negociações no futebol.
Alteração na postura do Atlético-MG e valor estipulado
O Atlético-MG, que anteriormente havia demonstrado forte intenção em manter Rony em seu elenco para 2026, reavaliou sua estratégia. A equipe mineira agora se mostra aberta a negociar o atacante, mas com uma condição financeira clara: o pagamento de 5 milhões de euros. Esse montante reflete a valorização do atleta no mercado, que já atraiu o interesse de clubes sauditas no ano passado, e adiciona uma barreira significativa para o Peixe.
O valor de R$ 31 milhões se apresenta como um desafio considerável para o orçamento do Santos, que tem buscado reforços pontuais e de impacto. A diretoria alvinegra praiana precisará analisar a viabilidade econômica da transação e ponderar o investimento em Rony, considerando as alternativas já estudadas e a necessidade de fortalecer o ataque. O mercado de transferências de 2025 tem se mostrado bastante dinâmico, com valores elevados para jogadores com destaque.
Sampaoli e a situação de Rony no Santos
A situação de Rony no Santos também envolveu a figura do técnico Jorge Sampaoli, que, em coletiva no dia 11 de janeiro, abordou os rumores sobre um possível veto à saída do jogador. O treinador destacou a importância de o atleta se sentir confortável e comprometido com o projeto do clube, negando ter barrado qualquer movimentação de atletas até o momento. Suas declarações indicam uma filosofia de trabalho focada no bem-estar e na motivação dos jogadores.
Sampaoli ressaltou a utilidade de Rony em seu esquema tático, mencionando que o atacante tem sido empregado tanto pela direita quanto pelo centro, evidenciando sua versatilidade em campo. Com 13 gols marcados em 2025, o ponta demonstrou bom desempenho e contribuição ao time, o que reforça o interesse na sua permanência, caso ele esteja feliz e empolgado em continuar no clube.
Movimentações do Santos no mercado de 2025
A busca por Rony não é a única frente de atuação do Santos neste mercado de transferências de 2025. O clube tem sido ativo na procura por novos talentos e jogadores que possam agregar valor ao elenco, demonstrando uma estratégia clara de reforço em diferentes setores do campo. A diretoria santista tem trabalhado intensamente para montar uma equipe competitiva para os desafios da temporada.
Entre as alternativas analisadas pelo Peixe estavam Michael e Vitinho, atacantes que também figuram na lista de desejos de outras equipes brasileiras. Essas movimentações indicam que o Santos possui um leque de opções e não se limita a um único alvo, buscando sempre as melhores oportunidades que o mercado possa oferecer dentro de suas possibilidades financeiras.
Desafios na contratação de reforços
O caminho do Santos para fortalecer seu plantel tem sido marcado por alguns obstáculos, como evidenciado pela recente tentativa frustrada de contratar o volante Felipe Loyola. Tratado como um “sonho” pelo diretor Alexandre Mattos, o jogador chileno encaminhou seu acerto com o Pisa, da Itália, pela segunda vez, frustrando os planos do clube paulista em tê-lo em seu meio-campo.
Essa dificuldade em fechar com Loyola destaca os desafios enfrentados pelos clubes brasileiros em um mercado globalizado, onde a concorrência por talentos é intensa. A capacidade de investimento e a atratividade das ligas europeias muitas vezes superam as ofertas do futebol nacional, exigindo das diretorias estratégias inovadoras e agilidade nas negociações para garantir os alvos desejados.







