Patriots reagem com touchdown de 35 jardas e buscam virada contra Seahawks no Super Bowl LXPor Luís Henrique Costa
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Uma jogada de 35 jardas no último quarto do Super Bowl LX, realizado na noite de 8 de fevereiro de 2026, alterou drasticamente o cenário da partida e trouxe o New England Patriots de volta à disputa pelo título da NFL. A conexão entre o quarterback Drake Maye e o wide receiver Mack Hollins resultou no primeiro touchdown da equipe na final, diminuindo a vantagem do Seattle Seahawks para 19 a 7 no placar.
O momento crucial ocorreu no Levi’s Stadium, em Santa Clara, Califórnia, com 12 minutos e 27 segundos restantes no relógio. Até então, o domínio era amplamente favorável ao time de Seattle, que havia construído uma liderança sólida ao longo dos três primeiros períodos, deixando a equipe de New England em uma situação delicada.
Com a pontuação, a equipe de New England ganha um novo fôlego para buscar uma virada nos minutos finais. A pressão agora se intensifica sobre ambas as equipes, com cada posse de bola se tornando decisiva para o resultado do campeonato e a conquista do troféu Vince Lombardi.
A campanha ofensiva que reacendeu a esperança
O touchdown dos Patriots foi o clímax de uma campanha ofensiva extremamente rápida e eficiente. A equipe percorreu 65 jardas em apenas três jogadas, consumindo somente 57 segundos do relógio e pegando a defesa do Seattle Seahawks de surpresa com a intensidade e a precisão dos lances.
A sequência começou com uma corrida de seis jardas do quarterback Drake Maye, seguida por um passe preciso de 24 jardas para Mack Hollins no centro do campo. A jogada final, um lançamento profundo de 35 jardas para a end zone, selou a pontuação, e o ponto extra convertido por Andy Borregales confirmou os primeiros sete pontos dos Patriots na partida.
Construção da vantagem de Seattle
Antes da reação do New England, o Seattle Seahawks havia estabelecido seu domínio no placar de forma metódica. O kicker Jason Myers foi uma peça fundamental, convertendo quatro field goals de distâncias variadas: 33, 39, 41 e novamente 41 jardas.
Essas pontuações foram cruciais para manter a equipe de Seattle na liderança durante os três primeiros quartos, minando a confiança da defesa adversária e controlando o ritmo do jogo.
A vantagem foi ampliada no início do último período com um touchdown de 16 jardas, em um passe do quarterback Sam Darnold para o tight end AJ Barner. O ponto extra bem-sucedido colocou o placar em 19 a 0, estabelecendo uma diferença que parecia decisiva até a resposta dos Patriots.
Desempenho dos quarterbacks na decisão
O confronto entre os quarterbacks tem sido um dos pontos centrais da narrativa do Super Bowl LX. Drake Maye, do New England Patriots, finalizou a campanha do touchdown com precisão, mas seu desempenho geral até o momento inclui altos e baixos.
Até a pontuação, Maye havia completado 10 de 20 passes para 119 jardas e o touchdown. No entanto, ele também sofreu um fumble crucial em um momento anterior da partida, que foi recuperado pelos Seahawks e interrompeu um avanço promissor.
Do lado do Seattle Seahawks, Sam Darnold apresentou uma atuação mais consistente e segura. Ele completou 17 de 34 passes para 188 jardas e um touchdown, sem cometer interceptações ou fumbles.
A capacidade de Darnold de gerenciar o jogo e evitar erros capitais foi determinante para que Seattle controlasse a posse de bola e estabelecesse a liderança no placar, forçando os Patriots a correrem contra o tempo na reta final.
Destaques ofensivos no ataque terrestre e aéreo
No jogo corrido, o Seattle Seahawks demonstrou superioridade com o running back Kenneth Walker III, que acumulou 105 jardas em 20 tentativas, incluindo uma corrida explosiva de 30 jardas. Sua performance foi vital para desgastar a defesa dos Patriots e controlar o relógio. No jogo aéreo de Seattle, o recebedor Cooper Kupp foi o alvo mais acionado, com 6 recepções para 61 jardas, enquanto AJ Barner se destacou com 4 recepções para 54 jardas e o touchdown que ampliou a vantagem da equipe.
Pelo lado do New England Patriots, o ataque se concentrou mais no jogo aéreo, com Mack Hollins emergindo como o principal destaque ao registrar 3 recepções para 67 jardas e o touchdown crucial. No jogo terrestre, Rhamondre Stevenson liderou a equipe com 23 jardas em 7 tentativas, enquanto o quarterback Drake Maye contribuiu com 21 jardas em 4 corridas, utilizando sua mobilidade para escapar da pressão defensiva e conquistar primeiras descidas importantes.
A intensa batalha nas trincheiras defensivas
As defesas de ambas as equipes travaram uma batalha intensa durante toda a partida, com jogadores específicos se destacando em estatísticas defensivas. Pelo Seattle Seahawks, o linebacker Ernest Jones IV liderou o time com 7 tackles totais, sendo 6 deles solo, mostrando sua capacidade de conter as jogadas ofensivas adversárias. A pressão sobre o quarterback foi um ponto forte, com Derick Hall registrando 2 sacks, enquanto Milton Williams, Byron Murphy II e Devon Witherspoon também contribuíram para derrubar o quarterback dos Patriots. Pela defesa de New England, o defensive back Craig Woodson foi o jogador mais ativo, acumulando 9 tackles totais, sendo 7 solo. A ausência de interceptações de ambos os lados até este ponto do jogo evidencia a cautela e a precisão dos quarterbacks sob pressão, além da forte marcação das secundárias.
Estatísticas gerais refletem o controle de Seattle
Os números gerais da partida ilustram o controle que o Seattle Seahawks exerceu durante a maior parte do confronto. A equipe de Seattle conquistou 297 jardas totais, mais que o dobro das 143 jardas acumuladas pelo New England Patriots. Essa diferença se reflete também no número de primeiras descidas, com Seattle obtendo 17 contra apenas 7 de New England.
Condições da partida no Levi’s Stadium
A final da NFL está sendo disputada sob condições climáticas favoráveis em Santa Clara, com uma temperatura de 14°C. A partida, que começou às 20h30, horário local, é comandada pela equipe de arbitragem liderada por Shawn Smith, garantindo a aplicação das regras em um dos maiores eventos esportivos do mundo.








