O Galaxy S26 Ultra passou por rigoroso teste de queda realizado pelo canal PBKreviews, no qual o aparelho foi lançado de altura equivalente à de uma pessoa em pé sobre piso de concreto. O dispositivo sobreviveu às quatro quedas sem perder funcionalidade completa, mantendo tela e sistema operacional intactos. No entanto, o quadro de alumínio apresentou danos visíveis mais pronunciados do que o observado no Galaxy S25 Ultra, que utilizava titânio. A mudança de material visa reduzir peso e espessura, mas resultou em maior suscetibilidade a arranhões e marcas profundas nos cantos e bordas.
As quedas ocorreram em diferentes ângulos, incluindo impactos frontais, traseiros e laterais. A tela protegida por Gorilla Armor 2 resistiu sem rachaduras em todas as tentativas, demonstrando alta durabilidade no painel principal. Já o módulo de câmeras traseiro sofreu danos significativos, com a lente de zoom teleobjetivo de 5x apresentando trinca após a segunda queda e estilhaçamento completo na terceira. O S Pen foi ejetado na quarta queda, embora tenha permanecido operacional.
Estrutura de alumínio acumula danos visíveis
O quadro em Armor Aluminum 2 exibiu arranhões e mossas mais evidentes logo nas primeiras quedas. Especialmente nos cantos e bordas laterais, as marcas apareceram mais profundas e cosméticas do que no modelo anterior com titânio.
Essa diferença se deve à menor dureza do alumínio em comparação ao titânio, material adotado nos Galaxy S24 Ultra e S25 Ultra. Apesar dos danos, o aparelho manteve integridade estrutural e não apresentou falhas críticas no funcionamento interno.
Câmeras traseiras se mostram ponto vulnerável
O conjunto de câmeras sofreu o impacto mais severo durante o teste. A lente dedicada ao zoom óptico quebrou completamente após sucessivos contatos diretos com o concreto.
Outras lentes do módulo também acumularam rachaduras menores, o que compromete potencialmente a qualidade fotográfica em cenários de uso real. O design do protuberante ilha de câmeras contribuiu para essa fragilidade, ao expor as lentes sem proteção adicional suficiente.
Comparação direta com geração anterior
O Galaxy S25 Ultra, com quadro de titânio, apresentou menos danos cosméticos em testes semelhantes. O titânio absorveu melhor os impactos laterais, resultando em arranhões superficiais.
A troca para alumínio no S26 Ultra priorizou redução de peso, tornando o aparelho mais leve e fino. Usuários que valorizam resistência extrema podem notar a diferença em situações cotidianas de quedas acidentais.
Teste reforça importância de proteção extra
Mesmo com sobrevivência funcional, os resultados indicam que o uso de capa e película protetora continua essencial para preservar a estética e integridade do dispositivo. Quedas repetidas destacaram que o alumínio, embora robusto para uso diário, não iguala o titânio em cenários de impacto severo.
O Galaxy S26 Ultra mantém certificação IP68 contra água e poeira, mas o teste focou exclusivamente em resistência mecânica a quedas. Fabricantes recomendam acessórios originais para minimizar riscos em acidentes.
Detalhes finais do procedimento de teste
Todas as quedas foram executadas de altura aproximada de 1,5 metro sobre superfície de concreto rígido. O aparelho foi lançado sem qualquer capa ou proteção adicional para avaliar materiais puros.
Após as quatro tentativas, o smartphone continuou ligando, com touchscreen responsivo e câmeras frontais intactas. Os danos concentraram-se principalmente no quadro lateral e no módulo traseiro de câmeras.
O vídeo completo do teste está disponível no canal PBKreviews no YouTube, onde comparações visuais com o S25 Ultra ilustram as diferenças nos danos acumulados.
