Mulher condenada por matar enteada de 11 meses ganha liberdade condicional nos EUAPor Beatriz
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Uma mulher condenada pela morte de sua enteada de 11 meses em 2001 deixou a prisão em liberdade condicional. Autumn Cordellioné cumpriu pouco mais de 20 anos de uma sentença de 55 anos e retornou à cidade de Evansville, em Indiana. A soltura ocorreu em dezembro de 2025. As autoridades locais souberam do retorno apenas por meio de um morador que a reconheceu.
O caso envolveu o estrangulamento da criança enquanto a mãe trabalhava. A promotoria do condado de Vanderburgh não recebeu notificação oficial sobre a liberação antecipada.
O crime cometido em 2001
Em 12 de setembro de 2001, Jonathan Richardson, nome usado na época, tinha 19 anos e ficou responsável pela filha de 11 meses da namorada. A criança morreu por estrangulamento na residência do casal em Evansville. A investigação apontou asfixia causada por compressão no pescoço.
Em 2002, a corte condenou Richardson por homicídio culposo. A pena fixada foi de 55 anos de prisão. Os registros indicavam a data mais próxima de liberação possível em 29 de dezembro de 2025.
Retorno a Evansville e falta de comunicação
Autumn Cordellioné voltou para Evansville no final de dezembro de 2025. A promotora Diana Moers afirmou que o Ministério Público tomou conhecimento da presença dela na comunidade apenas após um cidadão que acompanhou o julgamento original fazer o alerta.
A promotoria destacou a ausência de comunicação prévia por parte do Departamento de Correções de Indiana. O episódio motivou defesa da House Bill 1250, lei que exige notificação obrigatória a autoridades locais sobre a soltura de condenados por crimes violentos graves. A norma deve entrar em vigor em julho de 2026.
- A vítima tinha 11 meses na data do crime.
- A condenação ocorreu em 2002 por homicídio culposo.
- A pena original foi de 55 anos.
- A liberação antecipada aconteceu após pouco mais de 20 anos cumpridos.
- O retorno foi registrado próximo a 29 de dezembro de 2025.
Atividades após a soltura
Após deixar a prisão, Autumn Cordellioné criou uma página na plataforma OnlyFans. O perfil vende fotos e vídeos eróticos, conforme informações publicadas em reportagens recentes.
A mudança de nome ocorreu após diagnóstico de disforia de gênero em 2020. Durante o cumprimento da pena, ela moveu ações judiciais relacionadas a condições de detenção, incluindo questões de identidade de gênero e direitos religiosos.
Debate sobre notificação de solturas
O caso reacendeu discussões sobre os mecanismos de comunicação entre o sistema prisional e as autoridades locais em Indiana. A promotora reforçou a necessidade de maior transparência em casos de crimes contra crianças.
A cobertura do tema continua em veículos americanos. Não há detalhes atualizados sobre o paradeiro exato ou outras atividades diárias além do conteúdo mencionado em plataformas adultas.







