Suspeito assassina irmãos após flagra em abuso sexual de sobrinha de 7 anos no Amazonas

Renildo da Silva Pimentel - Internet

Renildo da Silva Pimentel - Internet

Dois irmãos foram mortos a golpes de terçado em Boca do Acre, no interior do Amazonas. O crime aconteceu nesta segunda-feira, 20 de abril de 2026. O suspeito é Renildo da Silva Pimentel, de 25 anos, irmão das vítimas. Ele foi flagrado abusando sexualmente de uma sobrinha de 7 anos. Francisco da Silva Pimentel, de 36 anos, tentou intervir e acabou atacado. Flaviana da Silva Pimentel, de 27 anos, mãe da criança, tentou defender o irmão e também foi morta. Renildo fugiu levando a sobrinha, que foi abandonada ferida em um ramal.

Detalhes do crime revelados por testemunhas

Testemunhas relataram que o incidente começou quando Francisco flagrou Renildo abusando da sobrinha. Ele tentou parar o ato. Renildo reagiu com violência. Usou um terçado para atacar o irmão. Flaviana ouviu os gritos e correu para ajudar. Ela tentou proteger Francisco, já derrubado. Renildo a golpeou também. Os golpes foram fatais para ambos. A cena ocorreu na casa da família. A mãe de Renildo, de 60 anos, presenciou parte do ataque. Ele tentou sufocá-la, mas ela sobreviveu. A idosa escapou com ferimentos leves. Vizinhos ouviram os barulhos e chamaram a polícia. O local ficou isolado para investigação.

O terçado é uma ferramenta comum na região amazônica. Serve para corte de vegetação. No crime, virou arma letal. Peritos recolheram o objeto no local. Análises confirmam sangue das vítimas nele. A casa apresentava marcas de luta. Móveis derrubados e paredes sujas de sangue. A sobrinha de 7 anos sofreu agressões físicas. Teve ferimentos no rosto. Foi abandonada em um ramal próximo. Um morador a encontrou e levou para atendimento médico. Ela está em recuperação. Autoridades confirmam que a criança relatou o abuso. O caso chocou a comunidade local. Boca do Acre é um município pequeno, com cerca de 35 mil habitantes. Crimes assim são raros por lá.

Ação da polícia e busca pelo foragido

A Polícia Civil do Amazonas assumiu o caso. Equipes foram enviadas para Boca do Acre. Renildo está foragido desde o crime. Buscas continuam na região. Policiais vasculham ramais e áreas de mata. Drones ajudam na operação. Informações indicam que ele fugiu a pé. Pode estar escondido em propriedades rurais. A polícia divulgou foto do suspeito. Ele tem 25 anos e é natural da região. Testemunhas afirmam que Renildo estava sob efeito de drogas no momento. Isso pode explicar a violência extrema. Exames toxicológicos serão feitos se ele for capturado. Mandado de prisão foi emitido. Qualquer pista deve ser reportada à delegacia local.

  • Renildo da Silva Pimentel, 25 anos, principal suspeito.
  • Francisco da Silva Pimentel, 36 anos, vítima fatal.
  • Flaviana da Silva Pimentel, 27 anos, vítima fatal e mãe da criança abusada.
  • Sobrinha de 7 anos, vítima de abuso e agressão.
  • Mãe de 60 anos, agredida mas sobrevivente.
  • Local: Boca do Acre, Amazonas.

A operação envolve apoio da Polícia Militar. Barreiras foram montadas em estradas. Comunidades ribeirinhas recebem alertas. O delegado responsável coordena as ações. Ele pede colaboração da população. Denúncias anônimas são aceitas. O crime é tratado como duplo homicídio qualificado. Abuso sexual de vulnerável também é investigado. Pena pode chegar a décadas de prisão. Renildo não tem antecedentes criminais conhecidos. Família descreve histórico de problemas com drogas. Isso será apurado.

Contexto familiar e impacto na comunidade

A família Pimentel vive em Boca do Acre há anos. São conhecidos na vizinhança. Francisco trabalhava como agricultor. Flaviana cuidava da casa e da filha. A sobrinha de 7 anos frequentava a escola local. O abuso ocorreu em ambiente familiar. Isso agrava o trauma. Psicólogos atendem a criança agora. A mãe idosa recebe suporte médico. Ela relatou o tentativa de sufocamento. Vizinhos se mobilizam para ajudar. Doações chegam para os sobreviventes. A comunidade organiza vigília pelas vítimas. Prefeito local emitiu nota de pesar. Ele promete mais segurança na área rural.

O crime expõe vulnerabilidades em regiões isoladas. Acesso à polícia é difícil em ramais. Abusos contra crianças são subnotificados. Estatísticas mostram aumento de casos no Amazonas. Em 2025, foram 150 registros semelhantes. Autoridades planejam campanhas de prevenção. Escolas recebem orientações sobre sinais de abuso. Pais são alertados para vigilância. O caso de Boca do Acre serve de alerta. Investigadores buscam motivos além das drogas. Possíveis desentendimentos familiares são analisados. Testemunhas adicionais serão ouvidas. O inquérito avança rápido. Justiça espera captura em breve.

Investigação em andamento e próximos passos

Peritos criminais analisam a cena do crime. Amostras de DNA foram coletadas. Isso confirma identidades e ligações. Laudos saem em dias. A sobrinha passa por exame de corpo de delito. Resultados comprovam o abuso. Mãe idosa depõe nesta semana. Ela descreve os fatos em detalhes. Policiais rastreiam contatos de Renildo. Amigos e parentes são interrogados. Nenhum escondeu o suspeito até agora. Buscas se estendem a municípios vizinhos. Lábrea e Pauini estão em alerta. Fronteira com Acre é monitorada. Renildo pode tentar fugir para lá.

O duplo homicídio mobiliza recursos estaduais. Governador do Amazonas acompanha o caso. Ele cobra agilidade na captura. População teme mais violência. Patrulhas aumentam na região. Escolas locais discutem segurança infantil. Professores recebem treinamento. O crime ocorreu em data recente. 20 de abril de 2026 marca o fato. Família planeja enterro das vítimas. Cerimônia será simples, em cemitério municipal. Comunidade presta homenagens. Flores e velas marcam o local do crime. Investigação prossegue sem pausas. Captura de Renildo é prioridade absoluta. Autoridades confiam em desfecho rápido.