Queda fatal de idosa em escada de avião da Latam em Congonhas é presenciada por Júlio Mamute

Maria da Glória Pereira da Silva Fávaro

Maria da Glória Pereira da Silva Fávaro - Redes sociais

A passageira Maria da Glória Pereira da Silva Fávaro, de 72 anos, faleceu após sofrer uma queda nas escadas de desembarque do voo LA3785 da Latam, no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O acidente ocorreu na sexta-feira, 29 de maio, enquanto a idosa descia da aeronave em direção à pista. Ela escorregou nos degraus superiores do equipamento móvel e bateu a cabeça violentamente contra o solo. Equipes médicas realizaram o resgate imediato no local da ocorrência. A vítima não resistiu à gravidade dos ferimentos e teve o óbito confirmado no domingo, 31 de maio.

O influenciador digital Júlio Mamute, de 35 anos, estava no mesmo voo comercial e presenciou a queda a poucos metros de distância. Ele desembarcava logo atrás da idosa no momento do desequilíbrio. A maioria dos ocupantes já havia deixado o interior da cabine de passageiros. O empresário relatou que a vítima carregava uma mala de bagagem que aparentava estar pesada. O acidente aconteceu de forma repentina, impossibilitando qualquer reação de quem estava próximo.

influencer Júlio Mamute – Redes social

A viagem da vítima começou no interior paulista, partindo da cidade de Ribeirão Preto com destino à capital do estado. O trajeto incluía uma conexão no terminal paulistano antes de seguir viagem para o estado de Mato Grosso. O objetivo final do deslocamento era a celebração do aniversário de sua filha. A interrupção abrupta da viagem mobilizou equipes de emergência e gerou forte impacto entre os passageiros presentes no pátio de manobras de Congonhas.

Relatos apontam inclinação acentuada no equipamento de desembarque

O relato da testemunha ocular trouxe detalhes sobre as condições da estrutura utilizada para a saída dos passageiros. Júlio Mamute classificou a inclinação da escada móvel acoplada à aeronave como bastante acentuada. Ele observava o equipamento enquanto descia os primeiros degraus em direção ao asfalto do terminal. Ao virar o rosto momentaneamente para conversar com um funcionário da companhia aérea, o influenciador escutou o impacto e viu a passageira já caída no chão.

A ausência de sinais de mal súbito prévio foi destacada pelo empresário que acompanhou a dinâmica da queda. A idosa escorregou e atingiu o pavimento de maneira direta, sem tempo para se segurar no corrimão. O influenciador usava calçados esportivos no momento do desembarque e verificou que a superfície dos degraus não apresentava umidade ou poças de água. A angulação do equipamento de desembarque remoto foi o fator que mais chamou a atenção dos presentes.

O impacto visual do acidente deixou os passageiros e a equipe de solo em estado de alerta máximo para o socorro. O empresário permaneceu no local da ocorrência até a chegada da ambulância de resgate avançado. Ele gravou imagens do atendimento inicial prestado pelos socorristas do aeroporto. A rapidez da queda marcou o relato da testemunha, que descreveu a situação como uma fatalidade que poderia atingir qualquer viajante.

  • A escada da aeronave apresentava inclinação acentuada durante o procedimento de desembarque remoto.
  • Maria da Glória Pereira da Silva Fávaro segurava uma bagagem pesada nas mãos enquanto descia.
  • O escorregão aconteceu nos últimos três degraus antes da chegada ao pavimento da pista.
  • O socorro médico especializado chegou ao local do acidente em menos de dez minutos.
  • O influenciador digital registrou o trabalho da equipe de emergência em vídeo pelo celular.

As imagens capturadas logo após o acidente mostram a mobilização rápida dos profissionais de saúde do terminal. O protocolo de emergência aeroportuária exige a presença de equipes de prontidão para incidentes no pátio de aeronaves. A agilidade no primeiro atendimento é crucial para a estabilização de vítimas de trauma craniano grave. O isolamento da área foi realizado imediatamente pelos agentes de segurança para facilitar o trabalho dos paramédicos.

Posicionamento oficial das empresas e registro da investigação policial

A companhia aérea Latam emitiu um comunicado oficial confirmando a queda da passageira durante o procedimento de descida da aeronave em São Paulo. Um funcionário da empresa foi designado para acompanhar todo o atendimento médico até a chegada dos familiares da vítima ao hospital. A instituição lamentou profundamente o falecimento da idosa em decorrência do acidente. A nota reforçou que todos os protocolos de segurança e assistência previstos para o setor aéreo foram rigorosamente seguidos pela tripulação e equipe de solo.

A concessionária Aena Brasil, atual administradora do Aeroporto de Congonhas, detalhou o acionamento das equipes de socorro de emergência. Os profissionais médicos do próprio aeroporto realizaram os primeiros socorros ainda na pista de pouso, estabilizando a paciente. A vítima foi removida inicialmente para a UPA Jabaquara, unidade de saúde pública localizada próxima ao terminal aéreo. Posteriormente, a equipe médica transferiu a idosa para um hospital da rede privada na zona sul da capital paulista. A administradora expressou solidariedade aos parentes da vítima.

As autoridades de segurança pública assumiram a apuração dos fatos ocorridos no pátio de manobras do aeroporto. O caso foi formalmente registrado como morte acidental na 2ª Delegacia de Atendimento Turístico de Congonhas. A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo coordena as investigações sobre as circunstâncias exatas da queda. Peritos avaliam as condições do equipamento móvel e os procedimentos adotados pelas equipes responsáveis pelo desembarque remoto.

Despedida no interior paulista e debate sobre acessibilidade no setor aéreo

Maria da Glória Pereira da Silva Fávaro residia na cidade de Ituverava, localizada na região nordeste do estado de São Paulo. Ela morava com seus familiares no município paulista e mantinha uma rotina ativa de viagens. O corpo da idosa foi velado na terça-feira, 2 de junho, nas dependências do Velório Municipal de Ituverava. O sepultamento ocorreu no período da tarde, reunindo amigos e parentes para as últimas homenagens na sua cidade natal.

A filha da vítima, a médica dermatologista Raquel Fávaro, utilizou seus perfis nas redes sociais para publicar uma homenagem à mãe após a confirmação do óbito. A viagem interrompida tinha um significado especial para a família, que planejava uma grande comemoração de aniversário no estado de Mato Grosso. A passagem pelo Aeroporto de Congonhas representava apenas uma etapa de conexão no roteiro planejado. A perda gerou manifestações de apoio de pacientes e conhecidos da família na internet.

O episódio levantou discussões sobre os padrões de segurança em desembarques remotos nos principais aeroportos brasileiros. Júlio Mamute defendeu a necessidade de revisar a inclinação das escadas móveis utilizadas pelas companhias aéreas nas operações diárias. Ele apontou que estruturas menos íngremes poderiam oferecer maior estabilidade, especialmente para passageiros com idade avançada ou mobilidade reduzida. O influenciador classificou o acontecimento como uma fatalidade que expõe vulnerabilidades no sistema de transporte de passageiros.

A repercussão do caso aumentou significativamente após a divulgação do relato nas plataformas digitais ao longo da semana. O empresário, que viajava de Ribeirão Preto para São Paulo por motivos profissionais, reconheceu a eficiência das equipes de resgate aeroportuário. Ele ressaltou a importância de transformar o acidente em um ponto de partida para melhorias estruturais nos equipamentos de pista. A adaptação de infraestruturas de solo continua sendo uma pauta constante para a aviação comercial no país.

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