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O tenista alemão Alexander Zverev venceu o terceiro set da final do torneio de Roland Garros contra o italiano Flavio Cobolli por 6-4 e abriu vantagem na disputa pelo troféu em Paris. A vitória nesta parcial coloca o número 3 do mundo a apenas um set de conquistar o seu primeiro título de Grand Slam na carreira profissional. O confronto decisivo ocorre na quadra Philippe-Chatrier.

O equilíbrio marcou o início do duelo na França, com Flavio Cobolli vencendo a segunda parcial por 6-4 após ter perdido o set inicial pelo mesmo placar. No entanto, Alexander Zverev retomou o controle das ações de fundo de quadra e confirmou o favoritismo no terceiro período. A consistência no saque e o aproveitamento nos momentos decisivos foram determinantes para o atleta alemão abrir 2 sets a 1 no placar geral.

Desempenho no saque consolida vantagem do tenista alemão

A eficiência no primeiro serviço garantiu a tranquilidade necessária para o tenista da Alemanha ditar o ritmo dos pontos na quadra Philippe-Chatrier. Alexander Zverev computou 4 aces ao longo da partida até o momento, superando os 3 saques sem resposta disparados pelo competidor da Itália. O jogador alemão também demonstrou maior regularidade ao cometer 3 duplas faltas, enquanto o rival italiano falhou em 5 oportunidades durante os momentos de serviço.

A estatística de primeiro saque na quadra aponta que Alexander Zverev colocou 78% dessas bolas em jogo, uma margem superior aos 56% registrados por Flavio Cobolli. Quando o primeiro serviço entrou, o alemão converteu 78% desses pontos em vitória na quadra de saibro parisiense. Esse rendimento impediu que o adversário criasse chances frequentes de reação no placar da terceira parcial.

Aproveitamento de quebras de serviço define o terceiro set

O controle do jogo passou diretamente pela capacidade de pressionar o saque adversário nos momentos de oscilação do oponente. Alexander Zverev aproveitou 4 de 9 oportunidades de quebra geradas ao longo de todo o confronto em Paris. Do outro lado da rede, Flavio Cobolli obteve um rendimento menor neste quesito, convertendo apenas 1 de 2 break points cedidos pelo jogador da Alemanha.

O tenista da Itália encontrou severas dificuldades para confirmar seus games de saque quando dependeu do segundo serviço no saibro. Flavio Cobolli ganhou 53% dos pontos disputados nessa condição, exatamente a mesma porcentagem obtida por Alexander Zverev quando acionou o saque de segurança. A consistência geral do alemão permitiu a soma de 12 games de serviço vencidos, contra 10 do adversário europeu.

Estatísticas gerais apontam superioridade alemã na Philippe-Chatrier

Os números totais do confronto refletem o volume de jogo imposto pelo número 3 do ranking mundial nas três primeiras parciais da decisão. Alexander Zverev alcançou a marca de 95 pontos totais marcados na partida, abrindo uma distância confortável diante dos 77 pontos anotados pelo atleta italiano. Na contabilidade dos pontos disputados durante o recebimento de saque, a vantagem também pertence ao alemão.

Abaixo estão os principais dados computados pelos tenistas durante as três primeiras parciais da final na França:

  • Pontos recebendo o saque: 37 para Alexander Zverev e 24 para Flavio Cobolli
  • Pontos marcados no próprio serviço: 58 para Alexander Zverev e 52 para Flavio Cobolli
  • Total de games vencidos na partida: 16 para Alexander Zverev e 11 para Flavio Cobolli
  • Sequência máxima de games vencidos: 5 para ambos os atletas
  • Sequência máxima de pontos anotados: 5 para Alexander Zverev e 5 para Flavio Cobolli

Caminho para o troféu inédito de Grand Slam em Paris

A vitória na terceira parcial deixa o competidor da Alemanha em situação confortável para encerrar o jejum de títulos deste nível no circuito internacional. Alexander Zverev persegue a conquista de um Major após bater na trave em decisões anteriores, incluindo o próprio torneio francês e o US Open nos Estados Unidos. A regularidade do fundo de quadra surge como o principal trunfo para fechar o confronto na Philippe-Chatrier.

Flavio Cobolli tenta encontrar alternativas táticas para alongar a partida e forçar o quinto set na tarde parisiense. O italiano necessita elevar a porcentagem de acerto do primeiro saque para evitar a pressão constante nas devoluções agressivas executadas pelo rival da Alemanha. O equilíbrio nos erros não forçados ditará o ritmo da quarta parcial no saibro da França.

Carolina Costa é colaboradora da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2019. Formação: Administração

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