A Calzada de Tlalpan, que funciona como a rota principal de deslocamento até o estádio Azteca, registrou o fluxo de um ato público a poucas horas do confronto inicial entre México e África do Sul, válido pela primeira jornada da Copa do Mundo. A mobilização se desloca com destino à praça esportiva com o objetivo de cobrar empenho governamental na localização de parentes sumidos.
Conforme relatos dos veículos de comunicação da região, a nação lida com uma crise crônica de sumiço de cidadãos. O movimento, batizado de “Vamos Iluminar a Busca”, congrega parentes de vítimas e coletivos civis oriundos de no mínimo 10 divisões federativas mexicanas. O propósito central consiste em expor o cenário globalmente e contestar a lentidão nos procedimentos investigativos e na identificação de restos mortais localizados.
O ato ocorre sem registros de violência e os organizadores descartaram a intenção de inviabilizar a realização do espetáculo, focando apenas em dar visibilidade às suas reivindicações. Apesar disso, as forças de segurança da região estabeleceram barreiras de contenção para impedir a aproximação do contingente à arena esportiva, de modo a resguardar o trânsito do público que comprou ingresso para a cerimônia inicial da competição internacional.
A praça esportiva mexicana vai sediar um total de cinco confrontos ao longo deste mundial: três compromissos válidos pela etapa de grupos, o que engloba dois duelos da equipe nacional mexicana, incluindo este jogo de abertura diante dos sul-africanos; um embate referente à fase de 16 avos de final e um último encontro correspondente às oitavas de final. Com o encerramento do calendário atual, o complexo esportivo vai acumular o histórico de 24 duelos disputados em Copas do Mundo.
A equipe nacional do México inicia sua trajetória em uma Copa do Mundo sediada em seu próprio território pela terceira oportunidade na história, enfrentando a África do Sul nesta quinta-feira, no período da tarde, contando com o suporte de seu principal caldeirão esportivo: o estádio Azteca.

