Beatriz Haddad Maia volta a cair no ranking da WTA e busca recuperação em Portugal
Beatriz Haddad Maia sofreu mais uma queda no ranking da WTA divulgado nesta segunda-feira. A principal tenista brasileira desceu oito posições e agora ocupa o 116º lugar no mundo.
Cabeça de chave número 2 no WTA 125 de Figueira da Foz, em Portugal, Bia tem a oportunidade de somar pontos importantes nesta semana sobre quadras sintéticas. Um bom desempenho pode devolver a paulista ao top 100, posição que ela ocupou por longo período na carreira.
A temporada 2026 tem sido difícil para a tenista de 30 anos. Com apenas quatro vitórias em 21 jogos disputados até aqui, Bia acumula 17 derrotas e busca retomar a consistência após mudanças no comando técnico e um início de ano com várias eliminações precoces.
Outras brasileiras no ranking
Laura Pigossi, segunda melhor do país, caiu cinco posições e aparece agora na 225ª colocação. Gabriela Cé assumiu o posto de terceira brasileira após a forte queda de Carolina Meligeni Alves, que perdeu 50 lugares e foi para a 367ª posição.
Em compensação, Luiza Fullana subiu 33 posições e alcançou o 481º lugar, perto de sua melhor marca. Ana Candiotto ganhou oito posições e está na 517ª.
Mais abaixo, Marjorie Souza, de 22 anos, deu um salto impressionante de 224 colocações após o vice-campeonato em um torneio W15, chegando ao 1005º posto, o melhor da carreira.
Carolina Meligeni, campeã do W35 de Cuiabá no último domingo, deve recuperar cerca de 34 posições no ranking que será divulgado na próxima semana.
Top 10 das brasileiras
- Beatriz Haddad Maia – 116ª (-8)
- Laura Pigossi – 225ª (-5)
- Gabriela Cé – 338ª
- Carolina Meligeni Alves – 367ª (-50)
- Luiza Fullana – 481ª (+33)
- Ana Candiotto – 517ª (+8)
- Thaisa Pedretti – 556ª (-4)
- Nauhany Silva – 668ª (+6)
- Julia Konishi – 731ª (-2)
- Carolina Bohrer – 823ª (-11)
O torneio em Figueira da Foz representa uma chance concreta de Bia voltar a pontuar de forma relevante e interromper a sequência negativa. Com o histórico de bons resultados em quadras rápidas no passado, a expectativa é que ela use a competição para ganhar confiança e ritmo.
















